quinta-feira, 28 de abril de 2016

5 benefícios do DHA para a saúde e inteligência do seu filho


Existe um componente do óleo de alguns tipos de peixes, o DHA (docosa-hexaenoic-acid), que de uns tempos para cá se tornou tema de muitos estudos da literatura médica. Tudo graças à sua atuação direta na formação e funcionamento dos neurônios.
O DHA nada mais é do que uma gordura boa da cadeia ômega-3, presente somente em peixes de água fria, como atum, bacalhau, salmão, sardinha e truta. Apesar desses alimentos não estarem presentes na mesa todos os dias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza a ingestão diária deste ácido-graxo em torno de 200 mg. E não há restrição de idade. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que os bebês sejam “apresentados” ao componente antes mesmo de nascer, por meio da alimentação da gestante - já que a gordura vai atuar na formação cerebral do feto -, e continuem com a substância pelo resto da vida.
Para você ter ideia, um filé de 100 g de salmão silvestre tem cerca de 1,4 g do nutriente, mas, como os que são vendidos no Brasil são criados em cativeiro (sem dados sobre a qualidade nutricional), o ideal é que o peixe seja consumido de duas a três vezes por semana por toda a família - inclusive porque não se sabe a quantia exata absorvida pelo organismo.
Com a ajuda do pediatra e nutrólogo do Hospital das Clínicas (SP), Mário Falcão, selecionamos os cinco principais benefícios do DHA para o seu filho – e para você. Confira a seguir:
- Aprendizado e memória
O DHA tem uma atuação direta em três funções do cérebro: memória, aprendizagem e fixação do conhecimento. Isso acontece porque ele ajuda a construir e estruturar as bainhas de mielina, uma capa de gordura que ajuda a formar as sinapses – comunicação entre os impulsos nervosos do cérebro. Quanto mais sinapses, melhor o funcionamento cerebral. Alguns estudos já mostram que a ingestão recomendada deste componente pode garantir 7 pontos de QI a mais para uma criança.

- Menor chance de prematuridade e baixo peso
Uma pesquisa da Universidade de Oxford, Reino Unido, notou que crianças com altos níveis de ômega-3 no sangue, mais especificamente de DHA, eram as que tinham melhor habilidade para leitura e mais concentração para prestar atenção no conteúdo ensinado em sala de aula.

No início deste ano, um estudo feito ao longo de dez anos pela Universidade do Kansas e publicado no American Journal of Clinical Nutrition indicou que grávidas que consumiram 600 mg de ômega-3 (que contém cerca de 120 mg de DHA) por dia tiveram chance reduzida de ter um bebê antes das 34 semanas de gravidez e com baixo peso.
- Boa visão
Como a visão também está associada ao sistema nervoso, o DHA atua na formação e fortalecimento da retina, o que diminui as chances de aparecimento de problemas oculares.

- Imunidade turbinada
Este é o benefício mais recente atribuído ao DHA. Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que o componente tem potencial para minimizar inflamações crônicas, relacionadas tanto com problemas ósseos, como artrite, até cardiovasculares. Isso porque o DHA pode ser convertido pelo próprio organismo em uma substância chamada maresins, que “desligam” os processos inflamatórios.

Fonte: Revista Crescer

terça-feira, 26 de abril de 2016

Os perigos do uso inadequado do pano de prato


Qual a finalidade do pano de prato? Uma enquete feita por um programa matinal mostrou que além de secar a louça o pano tem outras funções como: enxugar as mãos, secar a pia, pegar alimentos e… pasmem… até limpar o chão.
 Os dados abaixo mostram que apenas 21% das 1332 pessoas que responderam a enquete utilizam o pano apenas para secar a louça. Os outros 79% o utilizam também para outras finalidades.
Alguns estudos pesquisaram a presença de microorganismos patogênicos, aqueles que fazem mal a saúde, e encontraram coliformes fecais (E.coli), Salmonela e Staphylococus aureus; além de fungos e outras bactérias presentes nos panos.
            Os microrganismos encontrados podem ser provenientes da contaminação cruzada através das mãos que não foram higienizadas corretamente, dos cabelos que encostaram no pano quando o mesmo fica apoiado nos ombros, das superfícies onde o pano é passado para limpar, dos alimentos que são pegos com eles, entre outros.
            As dicas a seguir ajudam a manter o pano em condições ideais e seguras:
  • Trocar o pano diariamente, mesmo que não esteja com sujeira aparente;
  • Deixar de molho com água sanitária por no mínimo 30minutos;
  • Lavar separado das demais roupas;
  • Passar com ferro antes de guardar;
  • Não utilizar para outras finalidades;
  • Deixar um pano exclusivo para secagem das mãos.


Fonte: food Safety Brazil

segunda-feira, 25 de abril de 2016

ANIS ESTRELADO E A GRIPE H1N1


Árvore de belas flores, originária da China, país que a produz em maior quantidade, não é cultivada comercialmente no Brasil, mas seu uso é muito comum por aqui. A árvore de grande porte produz frutos em formato de estrela, daí o nome, e estas são as partes da planta utilizadas. Na China é utilizada na culinária, para temperar frutos do mar e carnes, devido a seu aroma peculiar. Por aqui, usada medicinalmente, é mais comum em infusões, fervendo-se água e acrescentando as “estrelas”, deixando em descanso por alguns minutos antes de beber.

"O anis estrelado, amplamente cultivado na China, é o extrato-base (75%), da produção do comprimido Tamiflu.

Mas, como é um pouco difícil encontrar o anis estrelado aqui no Brasil,(nem tanto) podemos usar o nosso anis mesmo - a erva-doce - pois esta erva possui as mesmas substâncias, ou seja, o mesmo princípio ativo do anis estrelado, e age como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, gases, cólicas, náuseas...

Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá com apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vezes ao dia, de preferência após uma refeição em que se tenha ingerido sal.

Se você está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os primeiros sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio." 

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ortorexia

"– Sabemos que a internet é uma ferramenta boa e também perigosa. Dependendo do estado psíquico, se tiver uma blogueira na ponta, a pessoa pode ir atrás dela como se fosse um guru. E vai seguir sem distinguir o que está demais e o que está de menos – diz a psicóloga Ieda Zamel Dorfman, que ainda menciona a existência de sites que ensinam as meninas a serem anoréxicas ou bulímicas. Segundo a especialista, celebridades e até mesmo amigas podem ser influenciadoras de determinados comportamentos."

Leia mais em nossa página no Facebook.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Tomar água ou café em copo plástico é seguro?



Durante o VI CONALI (Seminário sobre Contaminantes em Alimentos), realizado no ITAL, em Campinas, em novembro passado, Dra. Magali Monteiro da Silva falou sobre “Contaminantes Potenciais de Embalagens Plásticas de Alimentos”.

Quando se considera o sistema embalagem-alimento, há uma preocupação com a migração ou transferência de substâncias da embalagem para o alimento. Estas substâncias podem gerar alterações sensoriais, como mudança de odor e sabor dos alimentos, e também podem ser tóxicas. Algumas, como o monômero Cloreto de Vinila e o plastificante DEHP (Dietilhexilftalato) são carcinogênicas para humanos. Outras, como o estireno, são possivelmente carcinogênicas (grupos 1 e 2 na classificação IARC).A legislação brasileira estabelece listas positivas dos materiais de embalagens, ou seja, enumera todos que podem ser utilizados, bem como define um Limite de Composição (LC) que é o teor máximo da substância que pode estar presente na própria embalagem.


Dra. Magali já publicou vários trabalhos relacionados ao desenvolvimento e validação de métodos analíticos para quantificação da migração de substâncias de embalagens para os alimentos. Em sua apresentação, ela expôs alguns resultados destes trabalhos. Num deles, publicado em 2012, foi criado e validado um método para quantificação de poliestireno (PS) em copos plásticos. Das 11 marcas analisadas de copos descartáveis utilizados no Brasil, nenhuma ultrapassou o Limite de Composição do Estireno no material de embalagem (LC = 0,25%). Também não foi detectada migração do estireno da embalagem para água nem para um simulante de alimentos contendo água e 20% de etanol. Portanto, considerando-se este resultado, podemos continuar tomando a água e o café nosso de cada dia em copos descartáveis.

Fonte: Food Safety Brazil 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Transtorno Alimentar Evitativo Restritivo


Existe transtornos alimentares clássicos, como anorexia e bulimia nervosas, ou transtorno da compulsão alimentar.

Além destes quadros, no último Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria, o DSM V, houve a inclusão e caracterização do TARE – Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo. Trata-se de um distúrbio caracterizado por persistentes pertubações alimentares que levam a um aporte nutricional e energético insuficientes.

Essas perturbações são caracterizadas por intensa falta de interesse pela alimentação e comida, evitação alimentar baseada nas características sensoriais dos alimentos e/ou preocupação em relação às consequências aversivas produzidas pela alimentação. Associadas a isso, o diagnóstico de TARE é concluído se o indivíduo apresentar prejuízos nutricionais ou necessidade de suplementação e/ou consequências psicossociais.

Diferentemente da anorexia e bulimia nervosas, nos indivíduos com TARE as alterações alimentares não são influenciadas pela insatisfação corporal. Esta condição também não está associada à falta de acesso à comida ou a alguma doença orgânica ou mental que afetem a alimentação.

O que então pode levar um individuo não querer comer ou não gostar de comer quase nada?

Ainda não se sabe ao certo, mas como sempre comentamos neste blog, a alimentação é um ato extremamente complexo, influenciado por características biológicas, sociais, culturais e emocionais. Então, mais importante que saber a causa, é indispensável que nós, profissionais que lidam com a alimentação humana, não esqueçamos de todos estes aspectos na hora em que nos propusermos a ajudar alguém com dificuldades para comer.

Fonte: Genta

quarta-feira, 13 de abril de 2016

O QUE SÃO HORTALIÇAS?


São assim genericamente denominadas as verduras, os tubérculos, as raízes e as leguminosas, isto é, aqueles que são cultivados em hortas.

QUAL É A SUA IMPORTÂNCIA NA ALIMENTAÇÃO?
Devido à composição variada de cada grupo, contendo proteínas, aminoácidos, ácidos graxos, gordura, carboidratos, vitaminas, sais minerais e água, enfim, tudo que o nosso organismo precisa para viver bem, daí o grande número de pessoas que, através do tempo, tem se alimentado, exclusivamente de vegetais – são os chamados vegetarianos, como já vimos anteriormente.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE VERDURAS E LEGUMES?

VERDURAS : São as hortaliças verdes, folhudas;
LEGUMES : São as demais: cenoura, rabanete, nabo, cebola, etc.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE HORTALIÇAS
  • Flor   :  alcachofra, brócolis e couve-flor;
  • Fruto :  abóbora, berinjela, chuchu, ervilha em grão, jiló, maxixe, moranga, pimentão, pepino, quiabo e tomate;
  • Legume : ervilha e feijão-vagem;
  • Raiz  :   batata-doce, beterraba, cenoura, mandioquinha, mandioca, nabo e rabanete;
  • Tubérculo :  batata, cará e inhame;
  • Bulbo :  cebola;
  • Haste :  aspargo.
QUAIS OS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER AO CONSUMIR VERDURAS CRUAS?

1 - Antes de usar, lavar bastante em água corrente;
2 - Deixar de molho, durante 20 minutos numa vasilha com água filtrada ou fervida, misturada com água sanitária (uma colher das de sopa);
3 - Enxaguar bastante, usando água filtrada ou fervida.

Obs.: Se não quiser usar água sanitária, há a alternativa de produtos próprios, encontrados no setor de verduras dos supermercados, em forma de pastilha ou mesmo líquido, bastando seguir as instruções impressas no frasco.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Década de Ação pela Nutrição



No dia 1º de abril, a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução que define o período de 2016 a 2025 como a Década de Ação pela Nutrição.

Esta resolução reconhece a necessidade de erradicar a fome e evitar todas as formas de má nutrição, em todo o mundo. Além disso, ressalta a importância da nutrição na agenda dos países, estando também em consonância direta e indiretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030.

De acordo com a ONU, cerca de 800 milhões de pessoas permanecem cronicamente subnutridas e mais de 2 bilhões de pessoas sofrem de deficiências de micronutrientes. Ao mesmo tempo, cerca de 159 milhões de crianças, menores de 5 anos de idade, apresentam elevados graus de subnutrição que impactam no crescimento natural que seria esperado para a sua idade; enquanto 50 milhões de crianças na mesma faixa etária registram baixo peso para a sua altura.
Na margem oposta, 1,9 bilhão de pessoas está acima do peso - 600 milhões são obesas, e a prevalência de pessoas que estão com sobrepeso ou obesidade está aumentando em quase todos os países.
A resolução reconhece a necessidade de erradicar a fome e evitar todas as formas de desnutrição, em todo o mundo. A Década de Ação pela Nutrição será uma oportunidade para que diferentes atores possam trabalhar em conjunto para responder a estes e desafios.
Fonte: Redenutri e FAO

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Cerca de 30% dos jovens consomem doces em excesso


Pesquisa do Ministério da Saúde aponta que o consumo de alimentos ricos em açúcar é alto entre os brasileiros. 
Pesquisa do Ministério da Saúde aponta que um em cada cinco brasileiros consome doces em excesso, cinco vezes ou mais na semana. O índice é ainda maior entre os jovens: 28,5% da população de 18 a 24 anos possui alimentação com excesso de açúcar. Nessa faixa etária, 30% também costuma beber refrigerantes diariamente. Esses hábitos preocupam diante do avanço de doenças crônicas no país, em especial o diabetes. A doença atinge atualmente 7,4% da população adulta do país, acima dos 5,5% registrados em 2006.
Os dados são da pesquisa Vigitel 2015 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), lançado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (7), Dia Mundial da Saúde. O estudo monitora fatores de risco para doenças crônicas, atualmente responsáveis por 72% dos óbitos no país. Foram entrevistados por telefone 54 mil adultos (18 anos ou mais) que vivem nas capitais brasileiras.
O diabetes é mais frequente nas mulheres (7,8%) que nos homens (6,9%) e se torna mais comum com o avanço da idade. Entre as cidades, o Rio de Janeiro apresentou o maior índice (8,8%), seguido de Porto Alegre (8,7%) e Campo Grande (7,9%). Palmas (3,9%) apresenta o menor percentual de população adulta com diagnóstico de diabetes, junto com São Luís (4,4%), Boa Vista (4,6%) e Macapá (4,6%).
“O crescimento do diabetes é uma tendência mundial, devido ao processo de envelhecimento da população, sendo diretamente ligado as mudanças dos hábitos alimentares e à prática de atividade física. A obesidade é um dos principais fatores de risco e precisamos conscientizar e educar cada vez mais nossas crianças e jovens para o cuidado precoce da saúde, evitando o adoecimento”, destaca o ministro da Saúde, Marcelo Castro. “O Ministério da Saúde tem atuado na promoção de hábitos saudáveis e alcançado resultados importantes no acesso a diagnóstico, assistência e tratamento, fundamentais para conter o avanço da doença e reduzir as complicações. Sem dúvida, essa é uma conquista do SUS”, reitera.
Apesar do avanço do diabetes no país, o número de internações devido a complicações da doença reduziu 11,5% nos últimos cinco anos. Em 2015, foram 67,1 internações por 100 mil habitantes contra 75,9 por 100 habitantes em 2010. Ano passado, foram registradas 137,4 mil internações por agravos da doença no SUS, a um custo de R$ 92 milhões. Esse é resultado de políticas voltadas à melhoria do atendimento na Atenção Básica e expansão do acesso à medicamentos.
A mortalidade prematura (pessoas com menos de 70 anos) também caiu entre 2000 e 2013, acompanhando a tendência em relação ao óbito por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) nessa faixa etária que reduziu 2,5% ao ano no período. Esse índice está acima da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que era de queda de 2% ao ano. Mas ainda é alto o número de pessoas que morrem por causa do diabetes no Brasil, foram registradas 58.017 óbitos em 2013.
MANUAL DO PÉ DIABÉTICO – A complicação mais frequente da doença, o chamado “pé diabético”, ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve feridas. Cerca de 20% das internações por diabetes deve-se a lesões nos membros inferiores e 85% das amputações não traumáticas são precedidas de feridas. Para reduzir esses índices, o Ministério da Saúde lança o Manual do Pé Diabético para orientar profissionais de saúde na assistência ao paciente.
Cuidados simples, como a procura diária nos pés de feridas, bolhas ou áreas avermelhadas, bem como observar a presença de dormência e até mesmo orientações quanto ao tipo de sapato utilizar, são importantes no diagnóstico e assistência adequada e podem evitar uma futura complicação ou mesmo a amputação. Essas e outras medidas estão presentes no documento que será disponibilizado para as equipes de Atenção Básica e de outras unidades de saúde.
O Ministério da Saúde tem investido em políticas de promoção da saúde e redução de agravos por doenças crônicas. As mais de 40 mil equipes de Saúde da Família cobrem atualmente mais de 60% do território brasileiro. As equipes contam com o apoio de profissionais, como nutricionistas, fisioterapeutas e de educação física que ficam nos mais de 4.000 Núcleos de Apoio à Saúde da Família. Também são realizadas ações de promoção à saúde com mais de 18 milhões de alunos do ensino fundamental por meio do Programa Saúde na Escola. Pela atenção básica é possível resolver até 80% dos problemas de saúde. 
Sobre o incentivo a prática de atividade física destaca-se o Programa Academia da Saúde, que já conta com 1.568 polos com equipamentos e profissionais qualificados. Além disso, o novo Guia Alimentar para a População Brasileira e o livro Alimentos Regionais Brasileiros do Ministério da Saúde orientam as famílias a optarem por refeições caseiras e evitarem a alimentação  fast food. 
Segundo dados do Vigitel, 87,2% da população com diabetes utiliza medicamento para controle da doença. O SUS oferece gratuitamente tratamento como insulinas e medicamentos, além de reagentes e seringas que ajudam no monitoramento do índice glicêmico do paciente. Esses produtos estão disponíveis nas unidades de saúde ou por meio do Aqui Tem Farmácia Popular, que está presente em mais de 4 mi municípios. Por meio deste programa, no ano passado, mais de 6,2 milhões de pacientes buscaram medicamentos gratuitos para diabetes. Esse número é mais que o dobro do total beneficiado em 2011 (2,6 milhões).
Essas e outras ações integram o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), lançado em 2011, que tem como meta deter o crescimento da diabetes e outros fatores de riscos, bem como incentivar a adoção de hábitos saudáveis entre a população.
Fonte: Ministério da Saúde

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Blog saúde na cesta

Mais uma matéria das Nutris da Slim no blog da Saúde na cesta.

Acessa lá: http://www.saudenacesta.com.br/guia-dos-7-alimentos-poderosos-para-turbinar-sua-saude/?utm_campaign=news_abril&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

terça-feira, 5 de abril de 2016

Bebês menores de seis meses são imunizados contra a gripe pelo leite da mãe vacinada


A vacina contra a gripe é indicada e segura apenas para bebês acima de seis meses, o que causa muita preocupação para os pais devido ao aumento do número de casos graves de H1N1 no país. Em Porto Alegre, no fim de semana, foram confirmadas duas mortes pelo vírus.
Para evitar que os recém-nascidos sejam infectados, até porque eles não possuem tantas defesas ainda, o ideal é sempre mantê-los longe de pessoas doentes e evitar aglomerações. As mães que se vacinarem , passam os anticorpos para o bebê através do leite, segundo o médico infectologista Paulo Ernesto Gewehr Filho, coordenador do Núcleo de Vacinas do Hospital Moinhos de Vento, diminuindo as chances complicações pelo vírus.
Por isto, fica a dica novamente...aleitamento materno é importantíssimo e exclusivo até os 6 meses, podendo durar até os 2 anos ou mais! 
Vamos dar importância a este momento! Seu filho vai poder alimentar-se de outros alimentos a vida toda. 
Fonte: Rádio Gaúcha

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Alergia ao Amendoim


Alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico que ocorre logo após a ingestão de um determinado alimento. Mesmo uma pequena quantidade do alimento que causa alergia em algumas pessoas pode desencadear sinais e sintomas, que costumam variar de gravidade.

A alergia alimentar afeta de 6 a 8% das crianças com menos de três anos de idade e até 3% dos adultos.

A causa das alergias alimentares está relacionada à produção de um tipo de substância pelo organismo, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE), que provoca alergias a um alimento específico.

O amendoim é um alimento rico em proteína — a cada 100 gramas de amendoim, 27 gramas são de proteína. Por esse motivo, causa muitas alergias. Estudos apontam que a cupina e a conglutinina são as principais proteínas do amendoim responsáveis pelas reações alérgicas. A alergia ao amendoim é a mais incidente nos Estados Unidos, principalmente em crianças, pois este alimento está muito presente na dieta dos americanos. No entanto, nos últimos três anos, sua prevalência tem aumentado também no Brasil. Perini atribui este fato à mudança nos hábitos alimentares da população, que tem ingerido maiores quantidades dessa oleaginosa. 

Leia os rótulos com cuidado. É importante familiarizar-se bem com a leitura deles. Os fabricantes devem incluir amendoins nas embalagens caso haja qualquer tipo de exposição, o que inclui frases como: "Pode conter traços de amendoim".
Contaminação cruzada: A contaminação cruzada é uma transferência de traços ou partículas do alérgeno de um alimento para outro, diretamente ou indiretamente, ao longo do processo de produção. Ela pode ocorrer na área de manipulação de alimentos, mas também durante o plantio, colheita, armazenamento, beneficiamento, industrialização e no transporte desse produto.
Alimentos que podem indicar a presença de amendoim: amendoim, castanhas artificiais ou naturais, torrone, manteiga de amendoim, proteina hidrolizada de amendoim, gordura vegetal, farinha de amendoim, chilli, poleo de amendoim, marzipan, biscoitos e bolachas, sorvete, vitamina D, doces, balas, chocolates, bolos e tortas.
Fonte: Cartilha da alergia alimentar

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Alimentos de verdade !!!


Nuggets de frango sem glúten, ovo e leite

Se tem uma coisa que criança adora, ou melhor, nós adultos adoramos acrescentar na alimentação  é o tão famoso nuggets. 
A grande diferença desta receita, em comparação ao produto industrializado,  é que o nuggets de frango sem glúten, leite e ovo é a textura , e ainda a saída dos ingredientes que podem conter algum dos ingredientes descritos acima, que para algumas crianças pode ser alergênico.  
Receita:
1 peito de frango, 1/2 cebola, 1 dente de alho, 1 limão espremido, sal á gosto, salsinha e cebolinha.
Para empanar: farinha de mandioca grossa, quinoa em flocos, linhaça e curcuma.
Coloque o frango no processador para que ele fique moído. Faça um suco do limão com a cebola, alho, salsinha e cebolinha e e sal gosto.Tempere!
Misture tudo e deixe descansar por 30 minutos. 
Faça bolinhas e passe nas farinhas, e coloque numa forma untada com azeite de oliva. Asse por 40 minutos , virando nos primeiros 20 minutos.
Dica: pode-se misturar algum tipo de vegetal na massa (espinafre, brócolis, cenoura, abobrinha! 
O limão espremido dá um toque todo especial, quanto mais temperos tipo pimenta do reino, curcuma você colocar, mais gostoso fica.
A dica pra deixá-los douradinhos e crocante é regar com fio de azeite ou óleo de coco, assar por metade do tempo, virá-los, regar o outro lado e deixar mais metade do tempo assando.
Se você mudar o formato do nuggets, dá pra fazer steak, hamburguer ou bolinhas de frango, ou seja, dá pra variar com a mesma receita, formatos diferentes.
Como ele é empanado com farinha de mandioca, quinua em flocos e linhaça, não tem glúten e como a massa é bem molhadinha, não precisa do ovo.
Fonte: Maternidade Colorida