terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Colesterol alto traz muitos riscos para o coração


Colesterol baixo não é bom, mas alto também não é. O perigo do colesterol alto é ter um infarto e o coração parar. Já ouviu falar da hipercolesterolemia? É uma doença que facilita o acesso do colesterol ruim para o sangue.

Em nosso sangue existem dois tipos de colesterol: o LDL, conhecido como ruim, e o HDL, conhecido como o bom. Nosso corpo produz 70% do colesterol e 30% vem da alimentação. Se o colesterol bom estiver baixo é uma má notícia. Se o colesterol ruim estiver alto, também!
A alimentação está ligada ao colesterol. Por isso, devemos sempre procurar comer alimentos livres de gordura trans, saudáveis. 

Alimentos ricos em colesterol
- Bacon
- Chantilly
- Ovas de peixes
- Biscoitos amanteigados
- Doces cremosos
- Pele de aves
- Camarão
- Queijos amarelos
- Carnes vermelhas com gordura
- Gema de ovo
- Sorvetes cremosos
- Creme de leite
- Lagosta

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol
- Salsão
- Couve-de-bruxelas
- Bagaço da laranja
- Ameixa preta
- Couve-flor
- Mamão
- Amora
- Damasco
- Mandioca
- Azeite de oliva
- Ervilha
- Pão integral
- Aveia
- Farelo de aveia
- Pera
- Cenoura
- Farelo de trigo
- Pêssego
- Cereais integrais
- Feijão
- Quiabo
- Cevada
- Figo
- Verduras

Hipercolesterolemia
A doença atinge um em cada 300 brasileiros. Os riscos são enormes: metade dos que não se tratam vão enfartar até os 40 anos e 70% vão enfartar até os 60. Quem tem a doença e nunca se tratou, com certeza terá um infarto até os 70 anos.

A hipercolesterolemia está no gene chamado LDL-R. É ele que recebe e filtra o colesterol LDL. Uma mutação nesse gene deixa o LDL-R com defeito e aí o colesterol ruim acaba indo para a corrente sanguínea, ficando acima do normal.
Nos adultos, o sinal de alerta aparece quando o colesterol total está acima dos 300 ou o LDL maior que 210. Nas crianças, quem tem a doença, geralmente, o LDL está acima de 160 e o colesterol total maior que 220.
“Se uma pessoa na família tem a doença, 50% dos familiares de primeiro grau podem ter a doença também”, explica a coordenadora do Hipercol Brasil Cinthia E. Jannes.
Fonte: G1

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