quinta-feira, 30 de abril de 2015

Câmara aprova retirada de aviso dos produtos transgênicos


A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira 28 o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos de produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. 
O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contenham ou sejam produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá.
De acordo com o projeto, o aviso aos consumidores somente será obrigatório nas embalagens dos alimentos que apresentarem presença de organismos transgênicos “superior a 1% de sua composição final, detectada em análise especifica” e deverá constar nos “rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor, bem como nos recipientes de alimentos vendidos a granel ou in natura diretamente ao consumidor”. Nesses casos, deverá constar no rótulo as seguintes expressões: “(nome do produto) transgênico” ou “contém (nome do ingrediente) transgênico.”
Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito do consumidor de saber o que está comprando.
Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contém transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos” se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” 

Fonte: Carta Capital

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pesquisa mostra que só 24% da população consomem o necessário de frutas e hortaliças


 O brasileiro tem caprichado mais no que coloca diariamente em seu prato, mas ainda peca pela grande quantidade de carne gordurosa e refrigerante em contraposição ao baixo número de porções de frutas e hortaliças ingeridas. De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico ( Vigitel 2014) — feita pelo Ministério da Saúde nas 27 capitais, durante o lançamento do guia “Alimentos regionais brasileiros” —, apesar do aumento na ingestão dos vegetais, apenas um em cada quatro brasileiros come a quantidade ideal recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, mesmo com a queda no consumo de carne gordurosa, três em cada dez brasileiros ainda comem esse tipo de alimento.

DA FOME À OBESIDADE

Durante a divulgação do guia — que pode ser baixado no site do Ministério da Saúde ( saude. gov. br) —, o ministro Arthur Chioro lembrou que as doenças infectocontagiosas não são mais a principal causa de morte no Brasil, mas as crônico- degenerativas, responsáveis por dois terços dos óbitos. Essas doenças, disse o ministro, têm fortíssima ligação com a alimentação.

— Saímos de uma situação vexatória de desnutrição infantil para a situação oposta. Hoje um terço das crianças brasileiras têm sobrepeso, obesidade — afirmou Chioro.

Segundo o ministério, apenas 24,1% dos brasileiros comem diariamente pelo menos 400 gramas de frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana. Em 2007, o índice era de 20%. O consumo é maior entre as mulheres.

— O homem adulto se cuida menos do que as mulheres. Ela é mais cobrada socialmente e, por isso, tem maior preocupação com a aparência. Essa é uma questão social e cultural — observou Renata.

Em 2008, 23,7% das mulheres pesquisadas consumiam 400 gramas por dia de frutas e hortaliças. E, em 2014, esse índice foi para 28,2%. Já entre os homens, os números saltaram de 15,8% para 19,3%. Florianópolis é a capital em que há maior consumo desses tipos de alimentos ( 35%), e Belém, a pior avaliada ( 15%). Nenhuma capital do Nordeste figura entre as dez cidades que mais consomem hortaliças e frutas.

OPÇÃO DEVE SER POR PEIXES E AVES

Em relação ao consumo de carne com gordura, o índice caiu de 32,3%, em 2007, para 29,4%, em 2014. Novamente, os homens têm hábitos menos saudáveis: 38,4% consomem essa carne, contra 21,7% de mulheres. O consumo de carne com gordura é maior no Centro- Oeste, região importante na agropecuária. Cuiabá ficou em primeiro lugar ( 43,7%), seguida de Campo Grande (39,7%) e Goiânia ( 36,8%). Na outra ponta da tabela está Salvador ( 21,1%).

— A carne vermelha é muito consumida no país, e o homem sempre consumiu mais do que a mulher. É importante que se dê preferência a peixes e aves, sem pele. Recomendo o consumo quatro vezes por semana. Mas, se o gosto for mais por carne vermelha, que seja de boi, não de porco. E alcatra, por exemplo. Picanha é a predileta? Então, coma sem a gordura e uma vez na semana só — recomenda Patrícia Prada, professora de Nutrição da Unicamp.

Entre os números divulgados, também se destaca o de ingestão de refrigerantes, que caiu 20% nos últimos seis anos. Segundo a pesquisa, um em cada cinco (20,8%) toma refrigerante cinco vezes ou mais por semana. Os homens são os que mais consomem o produto: 23,9% contra 18,2% das mulheres. Ainda em relação ao refrigerante, Sul e Centro- Oeste são os que lideram o ranking de consumo: Porto Alegre (29%), seguida de Goiânia (27%), Cuiabá (26%) e Curitiba (26%). Em Natal, última capital na lista, o número despenca para 7%.

FEIJÃO É PREFERÊNCIA NACIONAL

Entre todos os alimentos pesquisados, o feijão, segundo a pesquisa, é a preferência nacional. Dois em cada três (66%) brasileiros comem a leguminosa pelo menos cinco vezes por semana. Entre os homens, o índice é de 73%. Entre as mulheres, de 61%.

As cidades onde mais se come feijão são Belo Horizonte (81,3%), do famoso tutu mineiro; Goiânia (81,3%); Brasília (79,2%); e Cuiabá (77,6%). Em Macapá, só 37,8% consomem esse alimento.

O guia “Alimentos regionais brasileiros” contém informações nutricionais de 193 alimentos, divididos por região e também por tipo: frutas; hortaliças; leguminosas; tubérculos, raízes e cereais; farinhas e preparações; ervas, condimentos e temperos. Estão à disposição também várias receitas com esses alimentos feitas por chefs de cozinha de todo o país.

Fonte : CFN

terça-feira, 28 de abril de 2015

FAO quer reduzir desperdicio de alimentos no Brasil

 
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita.
 
A redução das perdas será objeto de debates na oficina que a Embrapa Agroindústria de Alimentos promove no próximo dia 30, no Rio de Janeiro, em contribuição à 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que será realizada em Brasília, em novembro próximo.
 
O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos.
 
“O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirma o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire.
 
“O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”.
 
As perdas no Brasil correspondem em média a 30% dos alimentos pós-colheita no caso dos frutos, e 35% das hortaliças. “Os países desenvolvidos desperdiçam mais do que os países em desenvolvimento. Estes últimos perdem 60% antes da porteira, da produção, e desperdiçam 40%. Nas nações desenvolvidas, a perda ocorre mais na ponta e inverte a projeção”.
 
A FAO considera que a população mundial está em elevado nível de insegurança alimentar, uma vez que um terço do que é produzido é perdido. Isso corresponde a cerca de 1,7 bilhão de toneladas de alimentos. Na África, as perdas alcançam 60%. “São 50% só na fase de produção. Perdem mais 5% na distribuição, que eles não têm, e 5% na parte do consumidor”, disse o pesquisador. Na Alemanha, o desperdício é mínimo.
 
Uma lei em tramitação no Congresso há dez anos – a chamada Lei do Bom Samaritano - penaliza o doador de alimentos. Um industrial, produtor ou mesmo restaurantes não podem doar alimentos porque, se alguém passar mal, o doador acaba acusado de ser o responsável. “Isso ocorre aqui no Brasil. Nos outros países, não”, disse Freire.
 
“Não há armazenamento adequado para grãos e hortaliças no Brasil”. Freire criticou o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a obras que melhorem a infraestrutura em outros países, em detrimento de projetos necessários no Brasil. Em relação à tecnologia, disse que existem muitas disponíveis no país, como a refrigeração, por exemplo, cujo uso é conhecido, mas não é adotado.
 
Outra falha apontada é na embalagem dos produtos. A atenção a esses fatores pode diminuir as perdas no final da cadeia. Falta informação que chegue ao produtor, ao atacadista e ao consumidor, disse Murilo Freire. Se tudo que é desperdiçado fosse aproveitado, haveria maior oferta, o produtor ganharia mais e o consumidor pagaria menos pelos alimentos.

Fonte: Revista Época

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Unilever indenizará adolescente que ficou surda ao tratar intoxicação causada por alimento com insetos


A Unilever Brasil Industrial foi condenada a indenizar uma adolescente e os pais dela por ter fornecido alimento infantil contaminado com insetos vivos, larvas e fragmentos de insetos mortos. A menina comeu a papinha em 1999, quando tinha um ano e quatro meses de idade, e ficou surda ao ser medicada contra uma infecção intestinal grave e progressiva ocasionada pelo produto. A decisão foi tomada pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A deficiência auditiva foi causada pelo tratamento de saúde. A filha do casal foi alimentada com creme de arroz fabricado pela Unilever. Depois, a perícia constatou mais tarde que a contaminação por insetos vivos, larvas e fragmentos de insetos mortos atingira várias unidades do produto.

Por causa da infecção intestinal, cuja causa ainda era desconhecida, o pediatra restringiu diversos alimentos e concentrou a nutrição do bebê no creme de arroz, de modo que houve ingestão continuada do produto e consequente piora do quadro clínico. Ela ficou desnutrida e desidratada. Com isso, quase morreu.

Como a menina não melhorava, foi necessário usar um antibiótico agressivo que acabou com a infecção, mas ocasionou a perda da audição da paciente, reação adversa mais grave indicada na bula do medicamento.

O processo

Em primeira instância, a Unilever e o mercado no qual o creme de arroz havia sido adquirido foram condenados, solidariamente, a indenizar em R$ 1,5 milhão por danos morais: R$ 300 mil pela intoxicação alimentar, R$ 600 mil pela perda auditiva e R$ 300 mil a cada um dos pais, por terem vivenciado momentos de sofrimento com a filha.

Devido às eventuais dificuldades de inserção futura no mercado de trabalho, a juíza determinou o pagamento de pensão à garota, no período de 18 a 60 anos de idade, no valor de R$ 1.100 por mês.O juízo ainda definiu o reembolso das despesas com o tratamento.

Posteriormente, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) alterou a condenação para retirar a responsabilidade solidária do mercado e para tornar vitalícia a pensão mensal.

No STJ, os valores da indenização foram revistos. O colegiado fixou a reparação em R$ 400 mil, sendo R$ 200 mil pela infecção intestinal, R$ 100 mil pela surdez e R$ 50 mil para cada um dos pais, além de correção monetária e juros moratórios.

Procurada, a Unilever Brasil afirmou "que cumprirá a decisão e ressalta que cumpre todas as leis aplicáveis no país, conduzindo suas operações com integridade, honestidade e transparência".

Fonte: Portal do Consumidor - Procon


domingo, 26 de abril de 2015

26 de abril - Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial


PRINCIPAIS DADOS:

A gravidade da doença:
Anualmente, quase trezentas mil pessoas morrem no Brasil de doenças cardiovasculares, mais da metade decorre da pressão alta.
As doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior número de óbitos no Brasil, seguido por mortes por câncer e causas externas (como violência).
A pressão alta é uma doença democrática que não discrimina sexo, faixa social ou idade.
A pressão alta atinge 30% da população adulta brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil.
A pressão alta é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.
A pressão alta é grave, também, por ser uma "inimiga silenciosa", pois muitas vezes o paciente não sente nada. As manifestações mais comuns a ela atribuídas, entre as quais dor de cabeça, cansaço, tonturas, sangramento pelo nariz podem não ter uma relação de causa e efeito com a elevação da pressão arterial.
A pressão alta não tem cura.

A importância da conscientização do controle e tratamento:
As graves conseqüências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento.
Em apenas 29% das consultas médicas no Brasil se faz a medição da pressão.
Apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença. 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento, após melhora inicial da pressão arterial.

Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Anvisa proíbe venda de um lote de azeite de oliva extra virgem Olivenza




Após dois laudos de laboratórios diferentes identificarem problemas na qualidade e possibilidade de adulteração no alimento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do lote 13F19 do produto Azeite de Oliva Extra Virgem da marcar Olivenza.
Segundo a reguladora, dois laudos indicaram que o produto pode ter sofrido adulterações. Um desses documentos foi emitido pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). O outro, pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL). A empresa não interpôs recurso ou requereu perícia de contraprova. As amostras foram colhidas durante fiscalização da Anvisa.
De acordo com a Funed, o produto apresentou resultado insatisfatório em um ensaio, que revelou problemas na qualidade. Já o laudo emitido pelo IAL indica que o azeite possuía substâncias não características ao óleo padrão.
A medida da Anvisa está na Resolução 1241, publicada na última segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU).
Procurada para comentar o assunto, a Olivenza ainda não se manifestou.

Fonte: Portal do Consumidor. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=28029

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Glutamato monossódico: o sabor que mata


Comumente encontrado em comidas prontas, fast-foods e em inúmeros restaurantes, eles são utilizados em diversos alimentos a fim de melhorar o sabor. GMS, glutamato de sódio ou realçador de sabor são alguns dos nomes utilizados para se referir ao Glutamato Monossódico.

A matéria tem o intuito de apresentar esse ingrediente e alertá-los sobre todos os perigos que ele oferece aos seus consumidores. Fique atento!

O abuso de qualquer tipo de alimento tende a causar danos à saúde, mas o efeito do GMS (glutamato monossódico) no organismo é ainda pior. Vamos entender o porquê.

Quimicamente falando, o GMS é aproximadamente composto de 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio e até 1% de contaminantes. De acordo com pesquisas, ele pode ser classificado como uma excito-toxina, ou seja, é uma substância que estimula as células a ponto de danificá-las ou matá-las. Isso se torna extremamente perigoso se associado ao glutamato, principal neurotransmissor estimulante do cérebro.

Esta danificação pode levar a efeitos como dores de cabeça, aceleração dos batimentos cardíacos, dores no peito, dormência ou formigamento no rosto e pescoço, asma, palpitações e sudorese. Além disso, pode desencadear ou contribuir para piorar outras disfunções já existentes, como por exemplo, Alzheimer, dificuldades de aprendizado e Doença de Parkinson. Já em longo prazo, complicações como obesidade, enxaquecas crônicas e lesões oculares podem ser relacionadas ao consumo do ressaltador de sabor.

Além disso, receptores glutâmicos têm sido encontrados tanto no sistema de condução elétrica do coração, quanto no músculo do coração. Quando há excesso de excito-toxinas de origem alimentar como o GMS, os receptores glutâmicos são super-estimulados, produzindo arritmia cardíaca. Isto pode ser bem danoso ao coração.
Como ele age?

Nosso cérebro é enganado pelo Glutamato Monossódico, ele faz com que cada vez mais optemos por alimentos com esses determinados sabores, consequentemente aumentamos o consumo destes para nos satisfazer-nos. Porém, problemas são criados com o uso em excesso, acarretando em complicações na saúde, como depressão, transtornos alimentares e dietas radicais.

O FDA (Agência regulatória para alimentos, Medicamentos e Cosméticos dos Estados Unidos) é um entre os muitos órgãos responsáveis pela administração de alimentos e medicamentos dos EUA. Segundo ele, o glutamato monossódico foi considerado como seguro, porém muitos sintomas, que já foram aqui apresentados, foram reportados ao FDA ao longo dos anos. Atualmente, existe uma síndrome conhecida como “complexo dos sintomas do GMS” que a FDA identifica como “reações de curto-prazo”.
Quais alimentos devo evitar?

-Molhos e condimentos prontos, enlatados ou instantâneos;
-Alimentos em conserva;
-Salgadinhos industrializados;
-Comida congelada;
-Ketchup;
-Realçadores de sabor;
-Comidas prontas diet;
-Sopas em pó ou enlatadas;
-Caldos para carnes, aves e peixes;
-Carnes e linguiças curadas e defumadas;
-Temperos e especiarias prontos e industrializados;
-Proteína vegetal hidrolisada.

Na maioria dos países, o glutamato monossódico é obrigado a aparecer na lista de ingredientes dos alimentos industrializados. Procure no final da lista. No Brasil ele aparece como ressaltador de sabor.

Ele deve ser evitado, confira sempre os ingredientes dos produtos que você compra, opte por comidas feitas por você, ou preparadas em um restaurante saudável. Deixe de comer ou coma menos enlatados, comidas prontas, congeladas, instantâneas ou em conserva, isso fará uma enorme diferença para a sua saúde. Você vai sentir-se melhor e contribuir para um bem-estar diário.

Fontes de pesquisa:
FAO Nutrition Meetings -Report Series No. 48A WHO/FOOD ADD/70.39 TOXICOLOGICAL EVALUATION OF SOME EXTRACTION SOLVENTS AND CERTAIN OTHER SUBSTANCES” – Link: http://www.inchem.org/documents/jecfa/jecmono/v48aje09.htm

Fonte: Disponível em: http://vidasim.com.br/saude/glutamato-monossodico-o-sabor-que-mata/?sp

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Suplemento fabricado pela Neonutri é suspenso por não ser biodisponível e seguro


A Anvisa determinou proibição da fabricação, distribuição e comercialização de todos os lotes do produto Suplemento de Creatina para atletas Insanefabricado pela Neonutri Suplementos Nutricionais Ltda.

O suplemento apresenta em sua composição zinco arginina quelato e magnésio arginina quelato, cuja segurança não está comprovada pela Anvisa.

A medida está na Resolução nº 1155, publicada nesta sexta-feira (17/4) no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Anvisa

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Procon descarta 53 quilos de alimentos em restaurantes de luxo na zona sul do Rio


O Procon Estadual autuou sete restaurantes na Zona Sul, na Operação Ratatouille, que fiscaliza estabelecimentos requintados no Estado do Rio. Foram descartados pelos fiscais 53kg e 115g de alimentos impróprios ao consumo. O caso mais grave foi do Restaurante Oro, no Jardim Botânico, em que os fiscais descartaram cerca de 30kg de produtos vencidos. Mesmo assim, o restaurante sofisticado cobra entre R$ 120 a R$ 395 pelos pratos em formato de degustação. O prazo para a correção das infrações é de 48 horas, sob pena de interdição.
O Anna Ristorante, em Ipanema, foi autuado por lixeira sem pedal na área de cozinha; extintor sem especificação de data de validade, além da ausência do certificado do corpo de bombeiros.
Também em Ipanema, o Garden apresentou freezer da cozinha em más condições de higiene com produtos armazenados sem a devida proteção. A geladeira da cozinha não estava funcionando, de acordo com o Procon. Além disso, o Procon encontrou 14kg de produtos sem o prazo de validade especificado na embalagem.
O Artigiano, Ipanema, foi autuado por falta de especificação de 8,6kg de alimentos. Também não foi encontrado o certificado do Corpo de Bombeiros.
Ainda no mesmo bairro, o Margutta tinha lixeiras sem pedal; extintor vencido; ausência do certificado de dedetização; certificado de potabilidade da água vencido e ausência do certificado do Corpo de Bombeiros.
Em Botafogo, o Entretapas estava com o piso quebrado. Já o Lasai, os fiscais encontraram seis produtos vencidos, além do alvará fora do prazo.
No Oro, no Jardim Botânico, encontraram os seguintes produtos vencidos: 1kg castanha de caju; 27kg de hambúrguer; 1kg e 300g de recheio de carne seca e 200 gramas de carne de porco.

RESPOSTAS DAS EMPRESAS
Anna Ristorante
“Compramos três lixeiras e um novo extintor. Nós temos todos os documentos, mas não estavam no restaurante”.
Garden
“A dedetização está em dia, o certificado apenas não estava disponível quando eles foram. Os produtos estavam à espera de identificação".
Artigiano
“Os documentos já foram apresentados ao Procon após a fiscalização”.
Margutta
“O extintor avaliado pelo Procon era um provisório, que a fornecedora deixou no restaurante quando levou o nosso para manutenção”.
Entretapas
A reportagem não obteve resposta até o fechamento desta edição.
Lasai
A reportagem não obteve resposta até o fechamento desta edição.
Oro
“Os produtos encontrados fora da validade eram reservados para um outro restaurante, que fechou no mês passado. No Oro sequer usamos hambúrguer nos nossos pratos”.


Fonte: Portal do Consumidor. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=28001

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Brasil lidera consumo de agrotóxicos no mundo e Inca pede redução do uso


Relatório divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer, o Inca, pede a redução do uso de agrotóxicos no país. O texto cita que o Brasil se tornou o maior consumidor desses produtos no planeta, ultrapassando a marca de 1 milhão de toneladas em 2009, equivalente a um consumo médio de 5,2 kg de veneno agrícola por habitante. A informação é do estudo "Agrotóxicos no Brasil: um guia para ação em defesa da vida", publicado em 2011 pela pesquisadora Flavia Londres.

A instituição afirma que a liberação do uso de sementes transgênicas no país foi uma das responsáveis por colocar o Brasil no primeiro lugar deste ranking, "uma vez que o cultivo dessas sementes geneticamente modificadas exige grandes quantidades destes produtos".


O documento indica também que a venda de agrotóxicos tem registrado constante aumento no país, saltando de US$ 2 bilhões para US$ 7 bilhões entre 2001 e 2008, e alcançando valores recordes de US$ 8,5 bilhões em 2001.


Risco à saúde
De acordo com o Inca, as atuais práticas de uso de produtos químicos sintéticos usados para matar insetos ou plantas no ambiente rural e urbano oferecem risco à saúde.
A instituição afirma que essas substâncias geram grandes problemas como poluição ambiental e intoxicação de pessoas, como trabalhadores e moradores dos arredores de plantações e criações. "As intoxicações agudas (...) são caracterizadas por efeitos como irritação da pele e olhos, coceira, cólicas, vômitos, diarreias, espasmos, dificuldades respiratórias, convulsões e morte", explica a nota do instituto, sediado no Rio de Janeiro.
"Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer", destaca o documento.

Contaminação indireta

Citando análises realizadas por órgãos oficiais, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, o Inca afirma que a presença de agrotóxicos "não ocorre apenas em alimentos "in natura", mas também "em muitos produtos alimentícios processados pela
indústria, como biscoitos, salgadinhos, pães, cereais matinais, lasanhas, pizzas e outros
que têm como ingredientes o trigo, o milho e a soja, por exemplo".

Segundo o instituto, a preocupação com os agrotóxicos não pode significar a redução do consumo de frutas, legumes e verduras, que são considerados alimentos fundamentais em uma alimentação saudável e de grande importância na prevenção do câncer.
"O foco essencial está no combate ao uso dos agrotóxicos, que contamina todas as fontes de recursos vitais, incluindo alimentos, solos, águas, leite materno e ar", ressalta a nota.
O Inca finaliza o documento citando que o Brasil precisa mudar sua política de incentivo à produção de agrotóxicos, como a isenção de impostos ao setor – o que, segundo o relatório, é algo que vai na contramão das medidas protetoras recomendadas –, e a liberação de tipos de substâncias que são proibidas em outros países.
Além disso, pede que marcos políticos para o enfrentamento do uso de agrotóxicos sejam cumpridos para que ocorra “redução progressiva e sustentada” desses produtos no país.
Fonte: Portal do Consumidor. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=27984

terça-feira, 14 de abril de 2015

Graças a denúncia de consumidora, mais de 22 toneladas de feijão são apreendidas



Seguindo a denúncia de uma consumidora que encontrou em pacotes de feijão insetos conhecidos popularmente como "carunchos", comprados no supermercado Assaí, localizado em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária apreenderam 23 toneladas de feijão.
Diante da denúncia feita, a Vigilância Sanitária, investigadores da Polícia Civil e técnicos da vigilância foram até o supermercado colher amostras dos produtos e avaliar as condições do alimento. O resultado da vigilância foi reprovação do lote inteiro por conter os insetos dentro dos pacotes. Na manhã de hoje, em sequência à operação, policiais e fiscais apreenderam 22,6 mil quilos do feijão da marca Catame no depósito do supermercado e outros 450 quilos no depósito da própria fabricante.

Ainda de acordo com Galindo, equipes da vigilância e policiais estão percorrendo estabelecimentos comerciais para verificar se o mesmo lote chegou a ser distribuído para outros mercados. O número do lote não foi divulgado.
No primeiro momento, a responsável será a Catame, mas vamos apurar dentro do inquérito policial se o estabelecimento poderá ser responsabilizado”, disse o delegado.
O supermercado Assaí não deu um parecer sobre o ocorrido. A Catame, marca fabricante também não se posicionou.

Fonte: Portal do Consumidor. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=27969

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Extra frauda embalagem e validade de mais de 100 quilos de produtos, tudo foi apreendido



Policiais do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) apreenderam 100 kg de alimentos vencidos na unidade Aeroporto (zona sul de São Paulo) da rede de supermercado Extra. Alimentos como carne seca, provolone, leite, doce de leite e farinha de mandioca estavam entre os alimentos fora das especificações de armazenamento e fora do prazo de validade. As irregularidades foram constatadas após denúncia de um consumidor, que adquiriu produtos fora do prazo de validade.

Como funcionava a fraude

De acordo com o delegado titular da 1ª delegacia de Saúde Pública do DPPC, Fernando Bardi, a carne seca, o leite e o queijo provolone, originalmente comprados em grandes quantidades e posteriormente fracionados para venda ao consumidor final, tinham as etiquetas com o prazo de validade adulterados antes de serem colocados nas gondolas.

Segundo Bardi os produtos eram reembalados e seus prazos de validade eram trocados repetidamente: "Eles eram embalados à vácuo e o prazo de validade era até cinco dias após a abertura. Como eram fracionados, eram colocados em outras embalagens com outro prazo de validade. Se não vendiam, mudavam de novo o prazo", explicou o delegado. As informações são do site Ig.

Posição Extra

"O Extra informa que pauta suas ações no respeito ao cliente e possui rigorosos procedimentos para garantir a qualidade e validade dos produtos comercializados em suas lojas. A rede informa que os produtos apontados pelo órgão estavam fora da área de venda e já foram imediatamente descartados. A rede reorientou seus colaboradores com relação à excelência na operação exigida pela companhia e tomou medidas para os pontos não voltem a ocorrer."

No Reclame AQUI

Nos últimos seis meses, o Extra (lojas físicas) recebeu 2.558 queixas de seus consumidores, atendeu a 95,6% delas com um índice de solução de 67,7%. Pouco mais da metade, 55,9% dos seus clientes voltaria a fazer negócio com a companhia. Como nota do consumidor, o Extra alcançou 4,84, nota baixa, já que pode alcançar 10. 

Fonte: Procon. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=27964

sexta-feira, 10 de abril de 2015

França aprova lei que restringe consumo de refrigerantes em restaurantes


Os deputados franceses aprovaram uma lei que restringe a venda de refrigerantes no país. Algumas redes de "fast food" e restaurantes propõem um sistema de consumo à vontade, conhecido como "free refil". Ou seja, o cliente paga uma vez e toma quantos copos quiser. As autoridades querem combater a obesidade e, além dos refrigerantes, poderão banir outras bebidas com alto teor de açúcar.

Para as autoridades sanitárias francesas, o consumo "à vontade" de refrigerantes deve ser combatido com firmeza. O Programa Nacional de Nutrição estabeleceu a meta de reduzir em ao menos 25% o número de crianças que consomem mais de meio copo de refrigerantes ou sucos com altas doses de açúcar por dia.

Deputados que analisaram o projeto argumentam que “apenas o consumo de água à vontade deve ser estimulado". Água é a única bebida "indispensável”, endossa o governo francês.

Além dos refrigerantes, outras bebidas estão na mira dos legisladores. Uma emenda parlamentar à Lei da Modernização da Saúde, atualmente em tramitação no Parlamento francês, considera que as bebidas com adoçantes também devem ser alvo de controle “por desenvolverem e manterem o apetite dos consumidores por produtos com sabor doce”. A ministra da Saúde, Marisol Touraine, apoia as propostas dos deputados.

Fonte: RFI. Disponível em: http://www.portugues.rfi.fr/franca/20150402-franca-aprova-lei-que-limita-consumo-de-refrigerantes-em-bares-e-restaurantes

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Alimentos : o que considerar saudável ou não ???

O Ministério da Saúde acaba de lançar uma cartilha que promete revolucionar a forma como o brasileiro vê a alimentação. Em vez de classificá-los simplesmente como carboidratos, proteínas e lipídeos, o novo Guia Alimentar para a População Brasileira faz uma divisão entre alimentos naturais, processados e ultraprocessados. É nisso que as pessoas devem prestar atenção na hora de escolher o que vão pôr no prato.
 
Nem todo alimento de peixe, por exemplo, é saudável. O fresco é. Contém boas doses de proteína, vitaminas e minerais. O atum e a sardinha em lata estão um degrau abaixo. Eles recebem da indústria altas quantidades de sal e óleo para serem conservados. Apesar de manter parte dos nutrientes, o processamento altera o alimento original: o óleo aumenta a densidade calórica do peixe e o excesso de sódio é associado a doenças do coração. O peixe empanado já é outra história. Para fazer os nuggets, a indústria usa gordura vegetal hidrogenada, corantes, realçadores de sabor, ingredientes prejudiciais à saúde. São tantas adições, que, quando o alimento é ultraprocessado, não sobra praticamente nada do original — apenas o nome, o que dá uma falsa impressão a quem consome o produto.
 
O mesmo raciocínio vale para leite, queijo e bebida láctea; milho verde, em conserva e cereal matinal; trigo (em farinha ou em grão), pão caseiro e pão de forma (inclusive o integral).
 
Para manter a saúde, a regra de ouro do guia é priorizar os alimentos naturais ou minimamente processados, como o tradicional arroz com feijão. Óleos, sal e açúcar, com moderação, temperam sem alterar a qualidade nutricional do prato. As conservas, os queijos e os pães artesanais entram em pequenas quantidades, para compor pratos baseados em alimentos frescos. Já produtos como lasanha pronta, macarrão instantâneo e embutidos devem ser evitados.
Ricos em açúcares, gorduras, com teor elevado de sódio, pouca fibra e alta densidade energética, os ultraprocessados têm uma composição nutricional desbalanceada. Estão diretamente relacionados à obesidade e a outras doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e vários tipos de câncer.
 
Preocupados com o avanço da obesidade, os especialistas perceberam que não bastava só orientar ingerir mais ou menos carboidratos, proteínas, gorduras. Até porque isso pode levar a um pensamento errado de que basta consumir qualquer produto que tenha os nutrientes para estar bem alimentado.
Hoje é fácil encontrar embalagens de bebidas lácteas, achocolatados e barrinhas de cereais anunciando vitaminas, minerais e fibras. Esses nutrientes, porém, não têm os mesmos efeitos do que os encontrados, por exemplo, numa maçã. É o alimento em si — com toda a sinergia dos seus compostos — que faz a diferença para a saúde, e não o nutriente isolado.
 
Temos que não só apenas prestar atenção nos rótulos nutricionais, mas também tentar manter a percepção do que realmente é mais saudável ou não!!!
 
 
 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Intoxicação mata mais de 350 mil pessoas por ano, segundo OMS


Novos dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam o problema mundial e crescente da intoxicação alimentar. O órgão divulgou, nesta semana, números mostrando que, anualmente, 582 milhões de pessoas adoecem e, destas, 351 mil morrem por ingerirem alimentos contaminados. As regiões mais afetadas são África e o Sudeste Asiático. Mais de 40% dos doentes são crianças com menos de 5 anos.

“A produção de alimento foi industrializada e seu comércio e distribuição foram globalizados”, afirma a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em comunicado. “Estas mudanças trazem várias novas possibilidades de o alimento vir a ser contaminado com bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas. Um problema local de segurança alimentar pode rapidamente se tornar uma emergência global”.

A contaminação pode causar mais de 200 tipos de doenças, desde diarreia a câncer. Os principais agentes são Salmonella typhi, E. coli e norovírus. Exemplos de opções inseguras incluem alimentos de origem animal crus, frutas e vegetais contaminados com fezes e mariscos contendo biotoxinas marinhas. A insegurança alimentar também representa grandes perdas econômicas. A OMS citou um caso de 2011, quando houve um surto de E.coli na Alemanha, o qual provocou perdas de US$ 1,3 bilhão para agricultores e indústrias.

A OMS diz que governos precisam implementar medidas para se proteger contra a contaminação alimentar e responder rapidamente aos surtos.

Consumidores, por sua vez, deveriam ficar mais atentos à escolha dos produtos, à prática e à higiene no trato com o alimento. Em 7 de abril, a OMS celebra o Dia Mundial da Saúde, e este ano o órgão focou na segurança alimentar. Os números são iniciais e referentes a 2010, os mais recentes disponíveis por enquanto. Um relatório completo sairá em outubro.

Recomendações

Para ficar longe do problema, o mais indicado é sempre consumir alimentos preparados em casa e aqueles que você sabe que foram manipulados com total higiene.

No entanto, fazer refeições com comida caseira parece ser privilégio de poucos hoje em dia. A rotina diária força muitas pessoas a um cardápio recheado de opções como sanduíche natural, churrasquinho, cachorro-quente, pastel, enfim, alimentos encontrados facilmente nas lanchonetes, bares, barracas, quiosques, feiras e até mesmo nas ruas.

Como nem sempre é possível saber como os alimentos foram preparados e se os ingredientes estavam armazenados da maneira correta, é fundamental estar sempre de olho em tudo o que você come e tomar alguns cuidados para evitar a intoxicação alimentar.

Se precisar comer fora de casa, escolha sempre locais de confiança. Procure observar sempre as condições de higiene do ambiente e também do vendedor. A lata de lixo do local deve permanecer sempre fechada. Verifique se as roupas do vendedor estão limpas, se as unhas estão bem cortadas, se o vendedor manuseia os alimentos e recebe o dinheiro ao mesmo tempo, sem lavar as mãos.


Fonte: Rede Diário de Comunicação. Disponível em: http://new.d24am.com/noticias/saude/intoxicacao-mata-mais-350-pessoas-segundo/131739

terça-feira, 7 de abril de 2015

Dia Mundial da Saúde - Segurança Alimentar


A OMS escolheu a segurança alimentar como o tema do Dia Mundial da Saúde, celebrado nesta terça-feira . Segundo o órgão, enquanto a responsabilidade pela segurança alimentar recai principalmente sobre os produtores de comida e sobre os governos, que têm o papel de regulamentar a área, há medidas simples que podem ser adotadas em casa para prevenir contaminações.

Existem mais de 200 doenças que podem ter origem no consumo de alimentos contaminados, desde diarreia até câncer. Elas podem ser provocadas por micro-organismos presentes nas comidas como bactérias, vírus e parasitas, ou por substâncias químicas prejudiciais.

Manter a limpeza


Lavar bem as mãos antes de cozinhar é essencial. Além disso, para garantir a limpeza dos vegetais, como verduras, frutas e legumes, é preciso lavá-los para retirar as sujeiras e deixá-los de molho por 30 minutos em uma solução com hipoclorito de sódio.
Carnes cruas ou vegetais crus ainda não lavados não devem ser misturados com alimentos cozidos, prontos para consumo. De acordo com Nídia, todo alimento tem bactérias, mas enquanto os cozidos têm uma quantidade de bactérias não patogênicas, os crus podem ter bactérias que provocam doenças.
O cozimento em temperaturas acima de 100ºC é capaz de matar bactérias patogênicas. Para evitar contaminações, o ideal é evitar o consumo de carnes cruas ou mal passadas ou ovos com gema mole. Nídia lembra que a recomendação vale especialmente para gestantes e idosos, mais vulneráveis a esse tipo de infecção.
Na hora de comprar os produtos, é preciso ter cuidados especiais, segundo Nídia. No caso de carnes, frios e laticínios, o consumidor deve observar a temperatura da geladeira do mercado. No caso de alimentos congelados, a presença de pedras de gelo soltas dentro da embalagem pode indicar que o alimento descongelou e voltou a ser congelado, o que não é seguro.


Muita gente acha que o vinagre faz a desinfecção e isso é um erro. O vinagre só ajuda as partículas maiores a sedimentarem na água, mas não mata os micro-organismos mais nocivos à saúde.
Não misturar alimentos crus e cozidos 
Recorrer aos mesmos utensílios para preparar carnes cruas e outros alimentos pode gerar uma contaminação cruzada. “As bactérias que são do frango cru, por exemplo, podem passar para uma verdura. Por isso deve-se preparar um de cada vez e lavar a tábua e a faca antes de preparar o próximo alimento.
Outra dica é evitar a tábua de madeira, já que ela torna mais difícil a limpeza e eliminação de possíveis bactérias. A tábua de acrílico é uma opção mais segura.
Cozinhar bem para matar micro-organismos
De acordo com a OMS, os microorganismos presentes em comidas que mais provocaram mortes em 2010 foram as bactérias Salmonella typhi, que levou a 52 mil mortes e a E. coli, responsável por 37 mil mortes, além do norovírus, causador de 35 mil mortes.
Manter temperaturas seguras
Para prevenir o crescimento de micro-organismos, é importante observar a temperatura de armazenamento dos alimentos. O ideal é mantê-los em uma temperatura menor do que 5ºC ou maior do que 60ºC. A nutricionista observa que é importante ficar atento à regulação da geladeira em casa: no verão, ela deve ser ajustada para trabalhar com uma potência maior.
Usar água e alimentos crus seguros
Carnes com coloração marrom ou acinzentada e frios com coloração esbranquiçada podem indicar que, mesmo estando dentro de prazo de validade, o resfriamento pode não ter sido adequado.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Anvisa suspende produtos fitoterápicos e saneantes sem registro da Agência


A Anvisa suspendeu, em todo o território nacional, a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso dos produtos Espinheira SantaMenoflora,Anti-depressivoEnergiflora30 Ervas Emagrecedor.
Os produtos foram fabricados por Flora Brasil Produtos Naturais. A empresa não possui Autorização de Funcionamento na Anvisa. Por isso, todos os produtos comercializados por ela estão irregulares. 
A Anvisa determinou a apreensão e inutilização das unidades encontradas no mercado dos produtos citados.
A medida está na Resolução nº 981, publicada nesta segunda-feira (30/3) no Diário Oficial da União (DOU).

A Anvisa também determinou a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto 100 Fórmiguinha baratas e lesmas, conteúdo 30 ml, fabricado por empresa desconhecida.

Foi identificado em estabelecimento agropecuário da região da cidade de Cascavel/PR o produto sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa.
A medida está na Resolução nº 979, também publicada nesta segunda-feira (30/3) no DOU.


Fonte: Anvisa