terça-feira, 31 de março de 2015

Dia da Saúde e Nutrição é comemorado em 31 de março


O Dia da Saúde e da Nutrição, 31 de março, é uma data comemorativa criada no Brasil para conscientizar a população para a importância da saúde e boa alimentação. Celebrar esta data é lembrar que uma alimentação adequada é fundamental para promover saúde.
A data, que faz parte do calendário do Ministério da Saúde, destaca a importância de conscientizar as pessoas para que repensem seu estilo de vida e adotem hábitos saudáveis visando prevenção de doenças e a busca de qualidade de vida.

Os nutricionistas recomendam o consumo de menos alimentos processados e mais alimentos naturais e frescos. Ações como estas, aliadas a atividade física regular, são benéficas para a saúde.

Uma referência para a saúde é a nova edição do Guia Alimentar para a População Brasileira. Esta publicação se constitui como instrumento para apoiar e incentivar práticas alimentares saudáveis no âmbito individual e coletivo, bem como para subsidiar políticas, programas e ações que visem a incentivar, apoiar, proteger e promover a saúde e a segurança alimentar e nutricional da população.

Conheça os dez passos para uma Alimentação Adequada e Saudável:
1) Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação
2) Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias
3) Limitar o consumo de alimentos processados
4) Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados
5) Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia 
6) Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados
7) Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias
8) Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece
9) Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora
10) Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais

Diferentes tipos de alimentos:
Alimentos in natura: essencialmente partes de plantas ou de animais. Ex: carnes, verduras, legumes e frutas.
Alimentos minimamente processados: quando submetidos a processos que não envolvam agregação de substâncias ao alimento original, como limpeza, moagem e pasteurização. Ex: arroz, feijão, lentilhas, cogumelos, frutas secas e sucos de frutas sem adição de açúcar ou outras substâncias; castanhas e nozes sem sal ou açúcar; farinhas de mandioca, de milho de tapioca ou de trigo e massas frescas.
Alimentos processados: são fabricados pela indústria com a adição de sal ou açúcar a alimentos para torná-los duráveis e mais palatáveis e atraentes. Ex: conservas em salmoura (cenoura, pepino, ervilhas, palmito); compotas de frutas; carnes salgadas e defumadas; sardinha e atum de latinha, queijos e pães.
Alimentos ultraprocessados: são formulações industriais, em geral, com pouco ou nenhum alimento inteiro. Contém aditivos. Ex: salsichas, biscoitos, geleias, sorvetes, chocolates, molhos, misturas para bolo, “barras energéticas”, sopas, macarrão e temperos “instantâneos”, “chips”, refrigerantes, produtos congelados e prontos para aquecimento como massas, pizzas, hambúrgueres e nuggets.


Fonte: CRN2. Disponível em: http://www.crn2.org.br/index.php?pagina=noticia&&id=1771

segunda-feira, 30 de março de 2015

Mulher trabalhadora que amamenta


A estratégia de Apoio à Mulher Trabalhadora que Amamenta consiste em criar nas empresas públicas e privadas uma cultura de respeito e apoio à amamentação como forma de promover a saúde da mulher trabalhadora e de seu bebê, trazendo benefícios diretos para a empresa e para o país.

Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2008 revelou que 34% das mães brasileiras que trabalhavam fora de casa naquele ano e que tinham bebê menor de um ano não amamentavam mais a criança, enquanto que entre as mães que não trabalhavam fora de casa esse índice era de 19%. Os dados mostram que as condições de trabalho da mulher e o nível de sensibilidade da empresa implicam diretamente no tempo em que o bebê é amamentado e, consequentemente, na saúde da criança.

Oficinas de capacitação

O Ministério da Saúde vem realizando oficinas de capacitação de tutores nos estados e municípios que tenham interesse em adotar a ação de Apoio à Mulher Trabalhadora para Manter a Amamentação para levá-las às instituições tanto públicas quanto privadas. A oficina tem carga horária de 16 horas e é realizada com orientação, apoio e sob supervisão de técnicos da Coordenação-Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno.

As capacitações consistem em formar profissionais de saúde e de outras áreas sensíveis ao tema do aleitamento materno com vínculo com as secretarias estaduais e/ou municipais de saúde para sensibilizarem gratuitamente gestores e patrões sobre as variadas formas de se apoiar a amamentação no ambiente profissional. Esses profissionais são capacitados para apoiar, orientar e supervisionar a implementação de salas de apoio à amamentação nas empresas; a adesão ao programa Empresa Cidadã com a ampliação da licença maternidade para seis meses; possibilitar o acesso a creches no local de trabalho ou conveniadas; o cumprimento das leis que protegem a amamentação entre outras ações.

Como levar a oficina para seu município/empresa?

O Estado ou Município que tiver interesse em realizar oficina da ação de Apoio à Mulher Trabalhadora que Amamenta deve entrar primeiramente em contato com a Coordenação-Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde por meio do endereço de e-mail: renara.araujo@saude.gov.br ou crianca@saude.gov.br

O Ministério da Saúde, por sua vez, auxiliará o estado/município a realizar a primeira oficina formando multiplicadores da estratégia no território. Ficará sob responsabilidade do Estado/Município coordenar as demais oficinas com o apoio didático do MS e da Sociedade Brasileira de Pediatria local.

O Estado/Município deverá comunicar o Ministério da Saúde sobre as capacitações que serão realizadas. A referência para a ação no município é a Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Todo o monitoramento da oficina MTA é feito através do Sistema de Monitoramento da Miulher Trabalhadora (http://www.mta.saudedacrianca.net/)

Salas de Apoio à Amamentação

As salas de apoio à amamentação são espaços dentro da empresa em que a mulher, com conforto, privacidade e segurança, pode esvaziar as mamas, armazenando seu leite em frascos previamente esterilizados para, em outro momento, oferecê-lo ao seu filho. Esse leite é mantido em um freezer a uma temperatura controlada até o fim do dia, com uma etiqueta identificando o vidro com o nome da mãe, a data e a hora da coleta. No fim do expediente, a mulher pode levar seu leite para casa para que seja oferecido ao seu filho na sua ausência, e também se desejar, doá-lo para um Banco de Leite Humano.

Geralmente o término da licença maternidade implica em separação da dupla mãe/bebê por um determinado número de horas por dia, fazendo com que esse processo de volta ao trabalho se torne muitas vezes doloroso para a mulher, sobretudo para as que amamentam. Nesse sentido, a sala de apoio é um incentivo para que a mulher trabalhadora siga amamentando seu filho, sentindo-se ao mesmo tempo mais tranqüila e disposta para realizar suas tarefas profissionais.

As empresas que aderem a essa iniciativa tendem a ter menos problemas com a ausência de funcionárias para tratar de problemas de saúde dos filhos, pois como o leite materno possui anticorpos que previnem doenças, as crianças amamentadas no peito adoecem menos. Funcionários e sociedade também passam a ter uma imagem mais positiva da instituição, que por sua vez, ganha em reputação.

A sala não exige uma estrutura complexa. Por isso, sua implementação e manutenção são de baixo custo. Além disso, todos são beneficiados: mães, bebês e empresas.

Fonte: Ministério da Saúde. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/515-sas-raiz/dapes/saude-da-crianca-e-aleitamento-materno/l3-saude-da-crianca-e-aleitamento-materno/12878-mulher-trabalhadora-que-amamenta

sexta-feira, 27 de março de 2015

Dicas e cuidados na hora de comprar peixes



A Páscoa é uma data tradicional para o consumo peixe. Mas antes de comprar, o consumidor deve observar alguns itens:
 
- Peixes frescos devem estar conservados em gelo. A higiene e o armazenamento são itens importantes: no supermercado, devem estar em balcão frigorífico e na feira é necessário ter gelo picado por cima, estar exposto em balcão de aço inox inclinado e protegido do sol e de insetos, além de ser obrigatório que o feirante use luvas descartáveis.
 
- No caso do peixe congelado e aqueles que são vendidos em embalagens, o balcão onde estiver armazenado não pode estar superlotado. Isso impede a circulação do ar frio e compromete a qualidade. O produto congelado deve estar conservado sempre a temperaturas inferiores a -18 °C, e o resfriado abaixo de 0 °C.
 
- Na embalagem deve constar as seguintes informações: peso líquido, identificação do país de origem e do produtor, lote, registro no órgão de fiscalização competente, indicação de temperatura para conservação, data de acondicionamento e prazo de validade, além do carimbo do Serviço de Inspeção Federal. Em São Paulo, este carimbo pode ser substituído pelo do Serviço de Inspeção de São Paulo ou Serviço de Inspeção Municipal.
 
 
 
- Quanto ao bacalhau, procure conhecer a procedência. Uma boa pesquisa de preços e tipos de qualidades pode levar a uma compra mais acertada. Não adquira se ele estiver com manchas avermelhadas ou pintas pretas no dorso, sinais que indicam a presença de bolor ou deterioração.


Fonte: Procon-SP. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=27849

quinta-feira, 26 de março de 2015

Nutrição e sustentabilidade: alimente essa ideia, o planeta agradece!



Esta é a temática que os Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas – CFN/CRN abordarão na campanha nacional que será desenvolvia este ano, com o objetivo de conscientizar a população, nutricionistas e técnicos em Nutrição e Dietética sobre a importância das escolhas alimentares. As ações a serem promovidas pelos conselhos terão o propósito de mostrar para esses públicos que as escolhas alimentares devem estar conectadas a um projeto de construção de um mundo mais saudável, humano e sustentável.

A população deve ter acesso a informações sobre a qualidade dos alimentos que está ingerindo em toda a cadeia, desde a produção até o ponto de venda, exigindo um alimento seguro no aspecto biológico, livre de contaminantes químicos e produzido de forma sustentável por meio da produção agroecológica.A dimensão educacional é fundamental nesse processo de conscientização. Os nutricionistas e técnicos em Nutrição e Dietética devem realizar orientação alimentar e nutricional com a visão ampliada da compreensão do fenômeno alimentar, respeitando as especificidades individuais, culturais e sociais como facilitadores na construção de práticas alimentares adequadas e equilibradas.As primeiras ações da campanha nacional serão realizadas no período de 31 de março – Dia Nacional da Saúde e da Nutrição e 7 de abril – Dia Mundial da Saúde. Veja as atividades nas cidades:

CRN-2: RS
No Dia Mundial da Saúde – 7 de abril, o Regional integra o V Circuito da Saúde, ação organizada pela Câmara de Saúde do Fórum dos Conselhos Profissionais do Rio Grande do Sul. A atividade ocorre no Shopping Total, em Porto Alegre, com prestação de diversos serviços de saúde, entre eles avaliação nutricional, testes de glicemia, verificação de pressão arterial e quiropraxia. O CRN-2 vai prestar informações sobre alimentação orgânica e segurança alimentar e nutricional. Contato: Janice Benck - 51 3330-9324 e imprensa@crn2.org.br

CRN-3: SP e MS
Equipe do Regional estará na estação Pinheiros da CPTM, das 9 às 15 horas, no Dia Nacional da Saúde e da Nutrição - 31 de março. Conselheiros e estagiários da Universidade São Camilo vão atender a população em um lounge montado no local. Contato: 11 3474-6157 / 6159 / 6190 e comunicacao@crn3.org.br

CRN-8: PR
O Conselho Regional de Nutricionistas promove dois eventos nos dias 31 de março e 7 de abril, ambos em parceria com a Secretaria Municipal de Abastecimento de Curitiba (SMAB) e com o auxílio de estudantes de Nutrição para orientar a comunidade quanto às propriedades e aos benefícios dos alimentos in natura e do chocolate. O primeiro vai ser realizado, no Mercado Municipal, das 13 às 17 horas. Já no Dia Mundial da Saúde, a equipe vai promover o mesmo trabalho em uma das feiras livres da capital, localizada no Bairro Rebouças, das 9 às 11 horas. Contato: Karina Ernsen - 41 9905-3060 / 41 3224-0008 ramal 218 e comunicacao@crn8.org.br

CRN-9: MG
No dia 7 de abril, em parceria com as Escolas Superiores de Nutrição de Belo Horizonte, o Conselho Regional de Nutricionistas fará uma ação no Terminal Rodoviário da cidade. Contato: Antônio Coquito - 31 3226-8403 e assessoriadecomunicacao@crn9.org.br

Fonte: CFN

quarta-feira, 25 de março de 2015

Procon-RJ autua 13 filiais da rede de supermercados Pão de Açúcar



O Procon Estadual, ligado à Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor, realizou nesta segunda-feira (23/03) a Operação Cara de Cão, em bairros da Zona Sul, além de Barra, Recreio dos Bandeirantes e Tijuca. O objetivo da operação é vistoriar filiais da rede de supermercados Pão de Açúcar. A ação vistoriou 13 estabelecimentos que haviam sido alvo de denúncias no Procon Estadual e todos foram atuados. A principal irregularidade encontrada foi adivergência de preço entre o que está exposto nas gôndolas e o cobrado no caixa.

No Pão de Açúcar da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 109, os fiscais encontraram divergência entre os preços do caixa e da gôndola em quatro produtos. Um consumidor que comprasse um pacote de lichia, uma caixa de bombom, uma Colomba Pascoal e um sabonete íntimo neste supermercado, sem comparar o preço ofertado com o valor a pagar no caixa, teria um prejuízo de R$ 6,74.Além disso, o estabelecimento não conta com um exemplar do Livro de Reclamações, instituído pela Lei Estadual 6.613/2013.

Os outros endereços da rede que também apresentavam divergência nos preços foram os localizados na Av. N. S. Copacabana,1017 e Rua Barata Ribeiro,189, em Copacabana e os localizados na Rua Marquês de Abrantes, 165, e Voluntários da Pátria, 311, em Botafogo.Na ação da segunda-feira foram descartados um total de 26kg e 534g de alimentos impróprios ao consumo.

Balanço da Operação: Cara de Cão:

1 - Pão de Açúcar (Rua Dr. Satamini, 164 – Tijuca): Havia produtos sem especificação na área de manipulação da padaria: 5kg e 300 g de nozes e 400g de linguiça toscana. Produtos vencidos na área de manipulação da câmara fria: 2kg e 600 g de massa de pizza e 2kg e 200 g de miolo de alcatra.Ausência do Livro de Reclamações.Ausência do certificado do CBMERJ. Foi dado prazo de 48h sob pena de interdição. Certificado de potabilidade da água vencido em 28/01/15.

2 - Pão de Açúcar (Rua Marquês de Abrantes, 165 – Botafogo): Havia divergências de preços entre o exposto nas prateleiras e o cobrado nos caixas (o sabão de 1kg na prateleira custava R$7,69 e no caixa custava R$8,25)e (oaçúcar de 1kg na prateleira custava R$2,35 e passando no caixa custava R$2,49).Ausência do Livro de Reclamações. Ausência do cartaz do Disque 151.

3 - Pão de Açúcar(Rua José Linhares, 245 -Leblon): Ausência do Livro de Reclamações.

4 - Pão de Açúcar (Av. N. S. Copacabana, 1017): Havia divergência de preço nas prateleiras e o cobrado no caixa (caixa de bombom na prateleira custava R$ 13,90 e passando no caixa custava R$ 15,55).Ausência do Livro de Reclamações.

5 - Pão de Açúcar (Av. N. S. Copacabana, 749):Ausência do Livro de Reclamações.

6- Pão de Açúcar (Rua Voluntários da Pátria, 311- Botafogo): Havia divergência de preçoentre o produto exposto na prateleira e o cobrado no caixa (bebida à base de soja na prateleira custava R$ 6,59 e passando no caixa custava R$ 6,99). Ausência do Livro de Reclamação.

7- Pão de Açúcar(Rua Senador Vergueiro, 135 - Flamengo): Produto vencido:800 g de cobertura. Produto sem especificação: 6kg de carne. Ausência do Livro de Reclamações. Ausência do cartaz do Disque 151.

8- Pão de Açúcar (Av. das Américas, 19019, lj 108 - Recreio dos Bandeirantes): Produtos sem especificação na área de manipulação do açougue: 754g de coxão mole e 602g de coxa de frango. Produto vencido encontrado na câmara congelada: 300g de sopa de abóbora. Os peixes eram expostos para manipulação direta do consumidor: 1kg e 290 g de tambaqui e 1kg e 188g de acará. Porta de câmara resfriada danificada, prazo de 20 dias para conserto, sob pena de interdição. Ausência do Livro de Reclamações. Ausência do certificado de potabilidade da água, prazo de 15 dias para apresentação.

9- Pão de Açúcar (Rua Jardim Botânico, 674 - Jardim Botânico): Ausência do cartaz do Disque 151. Ausência do Livro de Reclamações. Foram encontrados 1Kg e 6kg de carne moída na bandeja junto à máquina, sem pedido prévio do consumidor. Prazo de 48h para apresentação do certificado do CBMERJ sob pena de interdição.

10- Pão de açúcar (Av. das Américas, 900 - Barra da Tijuca): Foram encontrados 3kg e 500 g de corvina expostos e manipulados diretamente pelo consumidor. Ausência do certificado de potabilidade da água, prazo de 15 dias para apresentação. Ausência do Livro de Reclamações.

11- Pão de Açúcar (Av. N. S. Copacabana, 109 lj A): Havia divergência de preçosentre os produtos expostos nas prateleiras e os cobrados nos caixas (lichia na prateleira custava R$ 9,99 e passando no caixa custava R$ 10,99); (caixade bombom na prateleira custava R$ 13,90 e passando no caixa custava R$ 15,55); (colomba na prateleira custava R$ 14,90 e passando no caixa custava R$ 15,99); (sabonete íntimo na prateleira custava R$ 14,90 e passando no caixa custava R$ 17,90). Ausência do Livro de Reclamações.

12- Pão de Açúcar (Rua Barata Ribeiro,189 - Copacabana): Havia divergência de preçoentre o produto exposto na prateleira e o cobrado no caixa (lichia na prateleira custava R$ 9,99 e passando no caixa custava R$ 10,99). Ausência do Livro de Reclamações.

13- Pão de Açúcar (Av. N. S. Copacabana, 493): Havia divergência de preços entre os produtos expostos nas prateleiras e os cobrados nos caixas (lichia na prateleira custava R$ 9,99 e passando no caixa custava R$ 10,99); ( Colomba na prateleira custava R$ 14,99 e passando no caixa custava R$ 15,99). Ausência Livro de Reclamação.

Fonte: Procon-RJ. Disponível em: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=27827

terça-feira, 24 de março de 2015

Alimentação da mulher em toda a faixa etária



1) A cada faixa etária o organismo feminino tem necessidades diferentes?
De acordo com a idade, a mulher precisa de uma alimentação rica em determinados alimentos e com restrições de outros para funcionar bem e garantir a boa forma.

As vitaminas e os minerais exercem um papel fundamental em todas as fases da vida, já que são nutrientes essenciais na formação de ossos, dentes, cartilagens, no desenvolvimento mental e atuam como substâncias reguladoras para o bom funcionamento do organismo.

A atenção e os cuidados com a alimentação da mulher devem ser redobrados nos momentos de transição, como gravidez e menopausa, em que o corpo precisa se adaptar a uma nova realidade.

2) Como deve ser a alimentação dos 15 aos 25 anos?
Fase da puberdade, primeira menstruação e também finalização de crescimento.
O cálcio é a substância que garante o crescimento saudável e a resistência dos ossos. Também ajuda a prevenir a osteoporose.

Já a proteína é importante para o crescimento dos músculos que estão sendo estruturados nessa idade.
Fontes de cálcio:

Leite
Queijo
Manteiga
Sardinha
Espinafre
Fontes de proteínas:

Carnes
Peixes
Ovos
Feijão
Açaí
3) Como deve ser a alimentação dos 25 aos 35 anos?
Por volta dos 25 anos de idade a produção interna de colágeno começa a diminuir, e aos 50 anos, o corpo só produz em média 35% do colágeno necessário, e por isso a suplementação de colágeno é essencial nesta fase da vida.
Os alimentos mais ricos em colágeno são as proteínas de origem animal, como carnes vermelhas ou brancas e a gelatina convencional.

O colágeno é importante para manter a pele firme, prevenindo ou retardando o aparecimento das rugas e da flacidez natural do processo de envelhecimento. Por melhorar a aparência e a elasticidade da pele, o colágeno também é indicado para ajudar no tratamento da celulite.

Mas, para melhorar a absorção do colágeno presente nos alimentos, é importante o consumo de alimentos ricos em vitamina C (como laranja e abacaxi) na mesma refeição, pois eles potencializam a absorção do colágeno em 8 vezes, conferindo assim resultados melhores na redução da flacidez.

4) Como deve ser a alimentação dos 35 aos 45 anos?
Não dispensar o uso do colágeno, mas também se preocupar com a queda de metabolismo que fica cada vez mais evidente. As mulheres acima de 40 precisam de uma ingestão calórica menor, portanto um controle alimentar mais restrito. Mas é importante que esse cardápio seja composto de alimentos ricos em proteínas magras, vitaminas, minerais e carboidratos integrais em pouca quantidade.

Para diminuir os efeitos da pré-menopausa, procure por linhaça, que tem lignana, composto químico semelhante ao estrógeno. Os probióticos, além de darem uma mãozinha para as funções intestinais, contribuem para a melhor absorção de nutrientes, evitando deficiências de vitaminas e minerais típicas dos 40.

5) Como deve ser a alimentação dos 45 aos 55 anos?
Acontece a queda de hormônios. Aumente o consumo de frutas, chás anti-inflamatórios, como o verde, de romã e de amora, e proteínas magras, como peixes, frango, soja, cogumelos, iogurte e queijos magros.
O consumo de mais proteínas é fundamental para ganhar massa muscular e consequentemente aumentar o metabolismo. os derivados da soja podem ajudar a normalizar os níveis de estrógeno, que bagunça a vida de mulheres sobretudo após a menopausa.

6) Como deve ser a alimentação dos 55 adiante?
É um mix de todas as idades, porém se preocupar mais com a pele é uma maneira boa de mentir a idade... abuse de frutas vermelhas, principalmente as berries que tem os antioxidantes mais potentes do mundo... quem não conseguir consumir das berries, devido a seu custo elevado, abuse do açaí, consuma todos os dias, mas apenas 3 col de sopa por dia. ele é nossa gogiberry brasileira.


Fonte: Autor Dra. Paula Fernandes Castilho. Nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Nutrição Clínica pelo GANEP Capacitada em Fitoterapia em Nutricosméticos. Diretora da Sabor Integral Consultoria em Nutrição. Disponível em: http://www.nutricaoempauta.com.br/lista_artigo.php?cod=2588

segunda-feira, 23 de março de 2015

Aperte o cinto, faz bem para o coração


1) A barriga aumenta na fase adulta?
Quase não se percebe, mas a barriga costuma aumentar aos poucos na fase adulta e é preciso avançar alguns furos no cinto. Algumas pessoas nem ligam; afinal, deve ser resultado da cervejinha do happy hour, somada com essa rotina de chegar a casa, assistir tevê, sem nenhum tipo de exercício, só as atividades corriqueiras – ou seja, sedentarismo puro.

E, de repente, o susto: não é apenas a barriguinha de cerveja, mas um cinturão de gordura que agora envolve o abdômen - e continua a crescer. Nem precisa que o cidadão seja obeso; talvez por isso mesmo não tenha dado importância para o crescimento. Brasileiro se preocupa mais com o peso – sempre de olho na balança - e esquece o resto. Enfim, faz parte da nossa cultura não dar a essa “barriguinha” a importância que merece. Às vezes, vira até motivo de piada. 

2) A cintura aumentada pode ser perigosa para saúde?
É preciso esclarecer que essa cintura dilatada pode se transformar numa bomba-relógio em sua vida, pois aí se concentram sérias ameaças. A obesidade abdominal é um perigo e está relacionada a vários fatores de risco para o coração, como níveis de colesterol, resistência à insulina, diabete tipo 2, síndrome metabólica, hipertensão e trombose. Um caminho curto para o enfarte.

Pegue a fita métrica e confira: para os homens, o ideal é uma circunferência abdominal inferior a 94 cm. De 94 cm a 102 cm, encontra-se na zona de alerta. Acima, estado de atenção. As mulheres ocidentais devem ter essa circunferência abaixo de 88 centímetros e as orientais não podem passar de 80 cm. De todo modo, medidas além desses limites significam que o pavio está aceso – o que não se pode prever é o tempo que o organismo suportará a carga até explodir. Mas convém não arriscar e agendar logo uma consulta com seu médico. As medidas são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde. 

Essa gordura visceral, que mascara doenças metabólicas, é responsável por uma alta taxa de mortalidade entre os homens; enfim, um tipo de excesso de peso que favorece problemas cardíacos. Ela não se acumula apenas na parte inferior do abdômen - ataca as vísceras. 

Até determinado nível, a gordura visceral cumpre a sua missão de proteger os órgãos do aparelho digestivo. O problema surge quando ultrapassa os limites e não se armazena apenas na região subcutânea, mas nos órgãos internos como fígado, intestino e estômago. 

Apesar do nome, nem sempre a cerveja é a responsável por isso, se consumida de forma moderada. Influenciam mais fatores como má alimentação, comer fora de hora e alimentos gordurosos em excesso, esses maus hábitos da vida moderna. Além do cigarro, evidentemente. Não faz muito tempo, a atenção estava voltada apenas para o IMC – o índice de massa corpórea. Comprovou-se que o perigo não se resume à obesidade, mas também aos magros e seus costumes pouco saudáveis. 

3) Como pode ser definida a síndrome metabólica?
A Síndrome Metabólica é definida por fatores clínicos, fisiopatológicos, bioquímicos e metabólicos; interligados, aumentam o risco de doenças ateroscleróticas cardiovasculares e DM2. Os médicos têm pelo menos três critérios confiáveis para fazer seu diagnóstico: da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Third Report of the Nacional Cholesterol Education Program (NCEP – Adult Treatment Panel III) e da International Diabetes Federation (IDF). 

Um estudo da Federação Mundial de Cardiologia revelou que 66% dos brasileiros se cuidam com base no peso, 6% calculam o IMC e apenas 1% dá importância à saliência anormal da barriga. Pior: nessa pesquisa, 58% dos médicos não reconheciam a importância da medida na prevenção de doenças cardíacas, 45% afirmaram jamais terem medido a circunferência da cintura dos pacientes e 59% confessaram: nunca foram informados sobre a relação entre a barriga e o coração. 

A distribuição da gordura no corpo pode ser em forma de “pêra”, quando o acúmulo se dá ao longo do quadril, ou em forma de “maçã”, em que a gordura se concentra no abdômen. É nesse padrão que a pessoa atinge o nível de obesidade “andróide”, que pode causar a síndrome metabólica com maior freqüência.

E não adianta forçar os abdominais durante os exercícios, isso não seca a barriga e o resultado é quase nulo. Daí a importância de procurar um médico para o tratamento que, em geral, inclui exercícios aeróbicos (caminhadas, de preferência) e uma reeducação alimentar. Quando o paciente não apresenta resultados satisfatórios, pode haver a recomendação de cirurgia bariátrica. E nesse caso não será um procedimento voltado para a estética, mas à qualidade de vida. 

O exercício abdominal serve para fortalecer a musculatura do abdômen, mas não faz a barriga sumir, pois esses músculos ficam abaixo da gordura. Para queimar gordura, o metabolismo pede abundância de oxigênio, o que ocorre com exercícios aeróbicos. 

Lipoaspiração e abdominoplastia podem eliminar a gordura subcutânea (debaixo da pele); ajuda na parte estética, mas não chegam perto da gordura visceral, que é o grande risco cardíaco. Por isso, dieta balanceada, exercícios aeróbios e séries localizadas, como a musculação, combatem o mal de forma mais eficaz. Deve-se consumir menos do que se gasta e ter balanço energético negativo para perder gordura. 

Mais importante de tudo é viver bem, sem sobressaltos. E o melhor remédio sempre será a prevenção.


Fonte: Autor Dr. Américo Tângari Junior - especialista em cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e Associação Médica Brasileira. Integra a equipe de Cardiologia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Disponível em: http://www.nutricaoempauta.com.br/lista_artigo.php?cod=2587
 

domingo, 22 de março de 2015

22 de março - Dia Mundial da Água

Dia Mundial da Água foi criado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 21 de Fevereiro de 1993, declarando todo o dia 22 de Março de cada ano como sendo o Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 1993, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.
Nesse período vários Estados foram convidados, como se fosse mais apropriado no contexto nacional, a realizar no Dia, atividades concretas que promovam a conscientização pública através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas à conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos e/ou a implementação das recomendações proposta pela Agenda 21. A cada ano, uma agência diferente das Nações Unidas produz um kit para imprensa sobre o DMA que é distribuído nas redes de agências contatadas. Este kit tem como objetivos, além de focar a atenção nas necessidades, entre outras, de:
  • Tocar assuntos relacionados a problemas de abastecimento de água potável;
  • Aumentar a consciência pública sobre a importância de conservação, preservação e proteção da água, fontes e suprimentos de água potável;
  • Aumentar a consciência dos governos, de agências internacionais, organizações não-governamentais e setor privado;
Os temas dos DMA anteriores foram:
  • 2015: Água e desenvolvimento sustentável
  • 2014: Água e Energia
  • 2013: Cooperação pela água
  • 2012: Água e segurança alimentar
  • 2011: Água para cidades: respondendo ao desafio urbano
  • 2010: Água limpa para um mundo saudável
  • 2009: Águas Transfronteiriças: a água da partilha, partilha de oportunidades.
  • 2008: Saneamento
  • 2007: Lidando com a escassez de água
  • 2006: Água e cultura
  • 2005: Água para a vida
  • 2004: Água e desastres
  • 2003: Água para o futuro
  • 2002: Água para o desenvolvimento
  • 2001: Água e saúde
  • 2000: Água para o século XXI
  • 1999: Todos vivem rio abaixo
  • 1998: Água subterrânea: o recurso invisível
  • 1997: Águas do Mundo: há suficiente?
  • 1996: Água para cidades sedentas
  • 1995: Mulheres e Água
  • 1994: Cuidar de nossos recursos hídricos é função de cada um.
A partir de 2001 ficou restrito a cada país a adoção da Agenda 21.
Em Portugal foi criado o Dia Nacional da Água, comemorado a 1 de outubro de cada ano.

Fonte: Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_da_%C3%81gua

quinta-feira, 19 de março de 2015

Tipos de Sal

Chamado popularmente de “sal de cozinha”, ele é extraído da água do mar por meio de um processo de evaporação e, depois, refinado. Formado por cloreto de sódio (mistura de cloro e sódio), ele é muito usado no dia a dia como condimento, realçando o sabor dos alimentos, e também como conservante.
De acordo com a legislação brasileira, é obrigatório incluir iodo ao sal. A medida tem como objetivo evitar que a população apresente deficiência desse mineral, responsável por prevenir problemas como bócio e cáries. Em 1g há 400mg de sódio.
GROSSO
Trata-se do produto bruto da cristalização da salmoura concentrada vinda da água do mar. Ao contrário do sal comum, ele só passa pelo processo de extração, ou seja, não é refinado. Por isso, seus grãos são grandes e disformes.
Ele pode ser moído ou utilizado em cristais mesmo (neste caso, é muito requisitado para temperar carnes para churrasco). Só é preciso tomar cuidado para não deixar a preparação muito salgada! Vale dizer que a composição química do sal grosso é a mesma do sal comum. Em 1g de sal grosso há 400mg de sódio.
LIGHT
Comparado ao sal comum, tem menor teor de sódio. É composto por 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Ao contrário do que o nome sugere o condimento não é indicado para quem deseja emagrecer, e sim àqueles que têm restrição em relação ao consumo de sódio (como indivíduos com pressão alta).
Por outro lado, deve-se lembrar de que ele não é uma boa pedida para pessoas com problemas nos rins, já que o aumento da ingestão de potássio pode causar um acúmulo do mineral no organismo, elevando o risco de complicações cardiovasculares. De gosto mais amargo, pode ser utilizado da mesma forma que o sal comum. E atenção: apesar de ter menos sódio, não vale exagerar nas pitadas. Em 1g de sal light há 197mg de sódio.
ROSA DO HIMALAIA
Está localizado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar. Considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos, fica depositado a centenas de metros de profundidade. Tem quase metade de sódio encontrado no sal comum e é muito rico em minerais (são mais de 80), tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro.
Por causa desses compostos, os cristais ganham um tom rosado e um sabor com toque metálico agradável e suave. Pode ser empregado em carnes, aves e peixes, além de saladas e legumes. Também cai muito bem na finalização e decoração de alguns pratos. Em 1g de sal Rosa do Himalaia há 230mg de sódio.
NEGRO
Trata-se de um sal não refinado procedente da Índia. Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição tem um forte sabor sulfuroso. Outra coisa que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica.
Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. Pode temperar receitas com carne, aves e peixes e também ser utilizado na finalização de pratos. Em 1g de sal negro há 380mg de sódio.
HAVAIANOEssa variedade de sal não é refinada e tem uma coloração avermelhada por causa da presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada a várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum. Portanto, nada de mão pesada no saleiro!
Em 1g de sal Havaiano há 390mg de sódio.
MARINHO
Comparando quimicamente, o sal refinado e o marinho (também chamado de sal Azul) são iguais, ou seja, ambos são formados por mais de 99% de sódio. A principal diferença entre eles está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro facilmente, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares (não tanto quanto os do sal grosso). 
Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma “explosão de sabor salgado” na língua.
Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos. Como a quantidade de sódio é alta, deve ser usado com muita moderação.
Em 1g de sal marinho há 420mg de sódio.
DEFUMADO
Existem diversos tipos de sais defumados. O francês, por exemplo, é produzido com cristais de flor de sal. Os sais são defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho Chardonnay. Já o dinamarquês é feito segundo a tradição Viking. Isto é: após a evaporação da água do mar, o sal é seco em recipiente aberto sobre fogueira fumacenta feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.
Há ainda sais defumados de outros países, produzidos por defumação comum em fumeiros com madeiras. É possível também adicionar aromatizantes artificiais de fumaça e corantes de caramelo a cristais comuns de sal refinado ou grosso. No entanto, o sabor não fica tão delicado como o dos sais defumados de forma natural. Pode ser utilizado com carnes, peixes, saladas e também em coquetéis como o Bloody Mary. Em 1g de sal defumado há 395mg de sódio.
ROSA DO PERU
Tem como origem um oceano muito antigo que secou e ficou preso nos subterrâneos das montanhas no Vale Sagrado dos Incas. É colhido manualmente, tem um índice de umidade elevado, sua coloração é rosa clara e o sabor, forte. Quando comparado aos outros tipos de sal, é o que apresenta um dos menores teores de sódio.
Utilizado em um prato típico do Peru, o ceviche, também pode temperar aves, peixes, entre outras receitas. Em 1g de sal Rosa do Peru há 250mg de sódio.
FLOR DE SALSão os pequenos cristais retirados na camada mais superficial das salinas. Translúcidos, os grãos são conhecidos por conferir uma textura crocante às preparações. Essa variedade contém muito sódio, mas também carrega magnésio, iodo e potássio. Há vários tipos de flor de sal, sendo que o mais famoso é o da região de Guèrande, localizada no norte da França.
Para não perder sua capacidade de deixar os pratos crocantes, recomenda-se que seja adicionado após o preparo das receitas – ele combina perfeitamente com saladas. Em 1g de Flor de Sal há 450mg de sódio.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Dicas de como reduzir diariamente a ingestão de Sal


  1. Atenção aos rótulos, não compre alimentos com valores de cloreto de sódio (NaCl) superiores a 0,6 gramas por 100 gramas de produto;
  2. Na compra de um produto, a lista de ingredientes deve ser a primeira a ser analisada, tenha em atenção aos ingredientes como o glutamato monossódico e o bicarbonato de sódio, estes acrescentam quantidades significativas de sódio aos alimentos;
  3. Diminua gradualmente a quantidade de sal que adiciona durante a confecção dos alimentos;
  4. Não leve o saleiro para a mesa à hora das refeições, assim evita adicionar sal fino aos pratos já cozinhados;
  5. Na confecção dos alimentos, substitua o sal usado por ervas aromáticas, especiarias, vinho ou sumo de limão;
  6. Deixar a carne e o peixe a marinar, antes de os confeccionar, em vinha de alhos ou com outros temperos, excepto o sal. Deste modo, o sabor e aroma dos temperos adicionados, ficarão mais intensos e o resultado final mais saboroso;
  7. Enriqueça os seus cozinhados, adicionando-lhes alimentos coloridos como tomate, cenoura, pimento verde, amarelo, vermelho ou laranja, brócolos, milho, feijão, beringela, couve roxa, beterraba, ananás, laranja, maçãs, etc.
  8. Evite consumir os alimentos como mais teor de sal: produtos de salsicharia, charcutaria, alimentos fumados, sopas instantâneas, caldos concentrados (carne, peixe, etc.), intensificadores de sabores (glutamato monossódico ou bicarbonato de sódio), rissóis, croquetes, panados, alimentos enlatados, molhos (ketchup, maionese, mostarda, etc.), determinados tipos de queijos (os mais curados e amarelos), refeições congeladas prontas a comer (pizzas, lasanhas, bacalhau à Brás, etc.), batatas fritas de pacote e outros aperitivos salgados (amendoins salgados, cajuzinho, etc,), azeitonas e água gaseificada;
  9. Evite as carnes mais gordas, vísceras (coração, rim, fígado) e frutos do mar (camarão);
  10. Coma no máximo um alimento com alto teor de sal por dia (citados em cima.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Começa hoje a Semana Mundial pela Conscientização do Sódio


O brasileiro consome duas vezes mais sódio que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e, nas Américas, o país é o segundo que mais ingere sal, atrás apenas do Paraguai. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (16), foram  levantados pela pesquisa “O sódio que você não vê”, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
A publicação traz orientações sobre o consumo de sódio e alerta os consumidores para o aumento desse nutriente em alimentos ultraprocessados no Brasil. Em conjunto com outros hábitos alimentares não saudáveis, este é um dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis relacionadas à alimentação, como a hipertensão (pressão alta).
Com uma média de 4,1 gramas por dia, o brasileiro só fica atrás do Paraguai em quantidade de consumo de sódio. Na terceira posição, está a Colômbia, com 4,0 gramas por dia. “Vale lembrar que o limite máximo de consumo de sódio recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 2,0 gramas por dia. Portanto, o brasileiro consome o dobro do recomendado, o que pode trazer uma série de riscos para saúde”, explicou Ana Paula Bortoletto, nutricionista do Idec.
Muita gente não sabe, mas o sódio está presente naturalmente em alguns alimentos, como o sal de cozinha, mas é também muito utilizado na produção de comida ultraprocessada, que é elaborada a partir de ingredientes industriais e vendida pronta para comer ou aquecer. “Atualmente, as pesquisas indicam que o consumo de sódio adicionado em alimentos processados como pães, embutidos e comidas prontas congeladas está aumentando. Números que trazem um alerta para os consumidores já que o excesso de sódio é o principal fator de risco para a hipertensão, ou seja, pressão alta. Essa doença aumenta o risco de outras doenças graves como Acidente Vascular Cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e infarto, e insuficiência renal”, complementa.
O especial do Idec também traz a página Cadernos do Idec, com a publicação “Redução de Sódio em Alimentos – uma análise dos acordos voluntários no Brasil”, que pode ser baixada gratuitamente, além de uma página com dicas para o consumidor fazer escolhas alimentares mais saudáveis e ficar atento ao sódio que ele não vê, metas de redução no consumo de sódio propostas pelo governo brasileiro e links para pesquisas e artigos sobre o assunto. O especial apoia a divulgação da Semana Mundial da Conscientização sobre o Sal, promovida pela ALASS (Acción Latino-Americana de Sal y Salud), no período de 16 a 22 de março de 2015.
Exemplos de alimentos que contém o sódio ‘que você não vê':
Exemplos do valor médio de sódio das categorias de alimentos pesquisadas pelo Idec e que fazem parte dos acordos voluntários para redução desse nutriente:
– Caldos e temperos prontos: 3,15 média de sódio (g/100g)
– Macarrão instantâneo: 1,75 média de sódio (g/100g)
– Mortadela: 1,40 média de sódio (g/100g)
– Salsicha: 1,28 média de sódio (g/100g)
– Maionese: 1,09 média de sódio (g/100g)
– Biscoito salgado: 0,80 média de sódio (g/100g)
Fonte: Idec

Chocolate, pizza e batata frita viciam como álcool e nicotina




O chocolate foi apontado como o alimento mais viciante entre 35 itens 

Gosta de pizza, chocolate ou batata frita? E nunca percebeu por que é tão difícil resistir a eles? Então não se sinta culpado. O consumo exagerado pode estar ligado à dependência. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, defendem que este tipo de alimento, altamente processado e rico em gordura e açúcar, causa efeito semelhante às drogas.

O estudo, publicado recentemente pela revista “PlosOne”, sugere que itens com doses concentradas de substâncias potencialmente aditivas, e que são rapidamente absorvidas pelo corpo, viciam mesmo. E quanto mais concentradas essas doses, mais viciante.

Segundo Ashley Gearhardt, professora-assistente de Psicologia do Food and Addiction Science and Treatment (FAST), da Universidade de Michigan, a pesquisa indica que esses alimentos podem ter efeitos no cérebro que são semelhantes aos do álcool e da nicotina. Isso porque o “sistema de recompensa no cérebro”, ativado por essas drogas, pode ser desencadeado com o consumo desse tipo de alimento.

A opinião é compartilhada por Amélio Godoy, do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione, da Universidade Federal do Rio de Janeiro:

— Tanto o cigarro como a junk food ou o chocolate ativam áreas específicas do cérebro, e o prazer é imediato. Por isso o consumidor quer mais — explicou o endocrinologista, que defende campanhas de conscientização em relação aos alimentos altamente processados em âmbito mundial. — Como já aconteceu com o tabaco, igualmente viciante.

O chocolate lidera esse ranking, seguido por sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo. Da lista total, com 35 itens, os 15 mais viciantes são processados.

Feijão sem molho ficou em último, atrás de brócolis, pepino, água, arroz integral, cenoura, banana e salmão, nessa ordem.

Da lista total, 18 alimentos eram altamente processados, gordurosos, com farinha branca e açúcar refinado. E os outros 17, itens naturais como banana, cenoura e nozes.

O grupo recrutou 120 estudantes universitários e pediu para que preenchessem uma versão da Yale Food Addiction Scale, uma escala que mede os “comportamentos alimentares viciantes”. Eles tiveram de escolher aquelas comidas que estavam mais associadas a comportamentos aditivos. Numa segunda etapa, on-line, os cientistas decidiram confrontar voluntários, cerca de 400 participantes. E novamente os processados venceram.

— Como a absorção é rápida, o corpo precisa jogar muita insulina no sangue para dar conta do açúcar. Depois desse pico do hormônio, quando o sangue registra a queda brusca do açúcar, a pessoa fica com vontade de comer de novo e criar aquela mesma situação — explicou Thaianna Velasco, nutricionista funcional e membro do Conselho Regional de Nutricionistas RJ/ES.

Thaianna comentou que até pessoas saudáveis, que não costumam exagerar nas frituras, podem ter momentos viciantes. E, muitas delas, desconhecem o efeito dessa “bomba”.

— A nutrição é assunto recente. A população precisa de mais informação sobre os processados. E acho fundamental que se comece uma ofensiva a indústrias e grandes marcas para que comecem a produzir alimentos mais saudáveis — declarou, ao lembrar que há vários alimentos com açúcar oculto.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou novas diretrizes em relação ao consumo de açúcar pela população (até 10% da ração diária, o equivalente a um quarto de xícara). E alertou justamente para a ingestão de açúcares ocultos, em pães, molhos e bebidas com gás, por exemplo.

CHOCOLATE É O QUE MAIS VICIA

O psiquiatra Arthur Kaufman, docente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, responsável por uma pesquisa com um grupo de voluntários com compulsão por chocolate, afirmou que o vício no doce — líder da lista de Michigan — vai além do açúcar e do carboidrato refinado.

— O chocolate tem tiamina, uma das vitaminas do complexo B que é importante na produção de energia, e feniletilamina, um neuromodulador de sinapses do cérebro similar à anfetamina. Além disso, suas características sensoriais, como textura, aroma, cor, sabor e o fato de derreter na boca, além da sua composição de nutrientes (gordura e açúcar), leva ao craving (desejo) — detalhou Kaufman.

Erica Schulte, doutoranda em Psicologia Química da Universidade de Michigan, uma das coautoras da pesquisa, lembrou que o chocolate, apesar que conter várias outras substâncias que dão prazer, se encaixa no grupo dos processados que, segundo ela, “são feitos exatamente para causar essa compulsão”.

— Não temos certeza como a cafeína ou outras substâncias podem ter contribuído para o chocolate estar associado a um comportamento alimentar viciante. Mas é altamente processado, assim como outros itens que causam dependência — explicou Erica, por e-mail, ao GLOBO. — Ao mesmo tempo, os participantes desse estudo não informaram consumo viciante de itens não transformados. Na natureza, não há alimentos com níveis elevados de açúcar e gordura. Ou são ricos em gordura (o pistache, por exemplo) ou açúcar (caso das bananas). Nunca juntos. Isso ressalta que o chocolate, a batata frita e seus semelhantes podem ser transformados exatamente com esse objetivo.


Fonte: IDEC. Disponível: http://www.idec.org.br/em-acao/noticia-consumidor/chocolate-pizza-e-batata-frita-viciam-como-alcool-e-nicotina

sexta-feira, 13 de março de 2015

Mel brasileiro sob ameaça de contaminação transgênica


Idec e demais organizações da sociedade civil alertam, em manifesto, sobre risco de cultivo de eucalipto transgênico no país. Espécie é capaz de prejudicar desde a produção de mel até plantações de alimentos. Proposta será votada e pode afetar mercado e consumidores que serão expostos a um produto potencialmente inseguro 


Foi encaminhado ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo e à Presidente substituta da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) Maria Lucia Zaidan Zagli, um manifesto contra a liberação da comercialização de eucalipto transgênico (variedade H421) no Brasil, considerando os grandes riscos relacionados à contaminação genética de plantações convencionais, perdas econômicas na produção de mel, ameaças à saúde e comprometimento de recursos naturais. 

O pedido de autorização de plantio da espécie geneticamente modificada foi feito à CTNBio pela empresa FuturaGene/Suzano, com objetivo de aumento da produtividade do eucalipto para a indústria de papel e celulose. A autorização será votada em reunião da CTNBio e, se aprovada, levará ao descumprimento da legislação brasileira e de acordos internacionais, como a CBD (Convenção da Biodiversidade), que pede a realização de análises de riscos rigorosas quanto à liberação de OGMs (Organismos Geneticamente Modificados), como os transgênicos, no país e o estabelecimento de regras rigorosas que inviabilizem a contaminação genética de outras culturas pelos mesmos. 

Confira o manifesto, com a assinatura de várias organizações, AQUI.

Um dos grandes riscos da variedade transgênica em questão é a contaminação de plantios convencionais de eucalipto que subsidiam, seja em maior ou menor grau, praticamente toda a produção de mel no Brasil, com efeitos que a CTNBio alegou não serem possíveis de serem estudados. Segundo análise do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) apresentada durante uma Audiência Pública promovida pela CTNBio, os documentos fornecidos pela FuturaGene apresentam falhas que não permitem que se conclua se a planta modificada em questão é ou não segura para as abelhas. Um dos genes inseridos no DNA deste transgênico produz uma substância antibiótica e a presença desta substância nas colmeias poderá selecionar bactérias que causam doenças resistentes a antibióticos e que poderão causar a longo prazo doenças de difícil controle nas abelhas.

Além disso, o pólen produzido pelas árvores transgênicas, ao ser consumido e processado pelas abelhas pode vir a causar efeitos indesejáveis nestas e possivelmente nos seres humanos que se alimentarem de seus produtos, pois os genes inseridos artificialmente podem se expressar com erros, produzindo moléculas que o organismo não faz em condições naturais, inclusive toxinas e substâncias alergênicas. A ausência de certeza científica sobre efeitos do consumo de néctares, pólen e produtos semelhantes sob estas condições e a incapacidade de resguardar o mel de contaminação transgênica, portanto, agravam a possibilidade de riscos para a saúde humana e de organismos diversos no ambiente onde se plantará esta variedade.

O impacto na produção
O eucalipto é a principal fonte de néctar e pólen para a apicultura (produção de mel) no Brasil, principalmente nos Estados do Sul, Sudeste e Nordeste (Sul da Bahia). O mel contém cerca 1% de pólen e estima-se que quase todo o mel produzido possui pólen de eucalipto como dominante em sua origem. 

A apicultura é uma atividade econômica expressiva no Brasil, que consta como o décimo maior produtor de mel do mundo. Segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), metade da produção brasileira de mel é em grande parte vinda da agricultura familiar, envolvendo cerca de 500 mil apicultores, e destinada à exportação. Portanto, sua exposição à contaminação - que resultaria na necessidade de rotulagem do mesmo com o selo de transgênico ou a retirada dos mesmos da categoria de mel orgânico ou agroecológico - e a consequente desvalorização do produto, representaria um grande prejuízo para o país, produtores e também consumidores, que terão acesso a um produto de pior qualidade e potencialmente inseguro. 

Tendo em vista o conjunto de incertezas que a liberação representa à saúde dos consumidores, ao equilíbrio ambiental e possibilidade de ocorrência de sobreposição de interesses comerciais aos direitos dos consumidores, à proteção do meio ambiente e da saúde da população, o Idec entende que, no caso em questão, deva prevalecer o princípio da precaução, previsto na Constituição Federal, para análise desses casos de liberação comercial e ainda de garantia a produtos seguros como disposto no Código de Defesa do Consumidor.

Problemas aumentados
A cultura de eucalipto admite o uso de agrotóxicos em grande quantidade, como os à base de glifosato e de sulfluramida (cancerígeno), ambos alvo de acordo na Convenção de Estocolmo, da qual o Brasil é signatário, e que dispõe sobre os riscos da utilização e comercialização dos mesmos no país. Sabe-se que as abelhas são especialmente sensíveis aos efeitos de agrotóxicos durante o processo de polinização, levando ao declínio de enxames e da polinização natural em culturas que não só as produtoras de mel, como a produção agrícola de alimentos (feijão, abóbora, pepino, tomate e outros) e flora silvestre em geral, que dependem das mesmas para sua reprodução. 

Além disso, o cultivo de eucalipto, em especial desta variedade transgênica, promove um alto consumo de água, o que pode alterar o balanço hídrico da microbacia na região onde se realizar o plantio, fato que chama a atenção para o incentivo à expansão de um cultivo voltado para indústria em cenário de crise hídrica e possível escassez de água para consumo humano.

Mobilização no Brasil sobre o caso
Foi feito no mês passado pelo Idec, em conjunto com especialistas em biotecnologia consultados, um alerta em relação aos riscos ambientais, biológicos e econômicos do plantio do eucalipto geneticamente modificado do tipo H421. A solicitação - encaminhada por carta às empresas FuturaGene, ArborGen Tecnologia Florestal Ltda., International Paper do Brasil Ltda. e Fibria Celulose S. A.; e ao Ministério da Casa Civil (MCC), Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e à diretora executiva do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC) - pediu que todos os pedidos de liberação da espécie feitos junto à CTNBio fossem retirados, em especial o de liberação comercial. As empresas FuturaGene e Fibria responderam de forma evasiva, enquanto as empresas ArborGen e International Paper do Brasil sequer se pronunciaram.

Essa mobilização do Instituto, em oposição aos eucaliptos transgênicos, foi motivada após a visita do maior especialista em OGM da atualidade, o americano Jeffrey Smith, ao Idec no final do ano passado.

Fonte: IDEC. Disponível em: http://www.idec.org.br/em-acao/em-foco/mel-brasileiro-sob-ameaca-de-contaminaco-transgenica

quinta-feira, 12 de março de 2015

Abertas as inscrições para curso de alimentação e nutrição


A Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde (CGAN), em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz) e a Coordenação de Educação a Distância da ENSP/Fiocruz, promoverão a segunda turma do curso de especialização, na modalidade à distância, em Alimentação e Nutrição na Atenção Básica no SUS. O objetivo é qualificar a atuação dos profissionais quanto ao desenvolvimento das ações dessa área.

São 200 vagas e as inscrições podem ser feitas até 2 de abril de 2015. Os profissionais que atuam no SUS no âmbito da Atenção Básica (Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF, equipes Saúde da Família, AB tradicional, Academias da Saúde, equipes Saúde da Família Ribeirinhas e Fluviais, equipes de Consultórios na Rua e AB indígena), bem como professores e preceptores de cursos de graduação na área de saúde e residências multiprofissionais em saúde terão prioridade.

O curso é gratuito, mas os alunos deverão arcar com o custeio de sua participação nos dois encontros presenciais que acontecerão para a avaliação do processo de aprendizagem e do trabalho de conclusão do curso (TCC) na cidade do Rio de Janeiro/RJ. 
Mais informações em: http://www.ead.fiocruz.br/_downloads/edital1586v9.pdf

Fonte: CFN com informações da CGAN