sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Fome Invisível !!!


Este problema afeta a saúde de cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo. Fome invisível trata-se de um distúrbio, que nem sempre apresenta sintomas aparentes, em um primeiro momento, daí o nome. Ele está relacionado à má nutrição e à deficiência de micronutrientes, ou seja, vitaminas e minerais, especialmente zinco, ferro, iodo, vitaminas A e do complexo B. E exatamente por ser “invisível” é que merece atenção especial!
Em primeiro lugar, é importante entender que o distúrbio não está relacionado ao peso, pois esse não é um indicativo de que a pessoa está em boas condições nutricionais. As crianças são o principal alvo para esse tipo de problema, mas qualquer pessoa que não consuma alimentos variados pode apresentar deficiências nutricionais.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Internacional de Pesquisas sobre a Alimentação mostra que a fome invisível causa impactos negativos não apenas para a saúde como um todo, mas também para a produtividade. Isso mostra que a economia de um país está relacionada também com o estado nutricional de sua população!
Os países que mais sofrem com esse tipo de problema estão localizados na África e na região sul da Ásia, principalmente porque outros países, como o Brasil, já adotaram em sua política algumas estratégias de fortificação de itens básicos da alimentação, como, por exemplo, a adição de iodo no sal e ácido fólico na farinha de trigo.
De qualquer forma, é importante ficar ligado nesse assunto, pois o distúrbio se não diagnosticado e tratado corretamente pode levar a problemas sérios de saúde, como alta da mortalidade materna e infantil, além do enfraquecimento do sistema imunológico.
Então, para se prevenir da fome invisível o melhor remédio é adotar hábitos saudáveis e apostar em pratos variados e coloridos! 
  • Misture vegetais ou especiarias no arroz ou até mesmo no macarrão;
  • Varie nos itens básicos da sua alimentação, como arroz e feijão! Existem diversas qualidades no Brasil, como os feijões fradinho, preto, carioca, branco, bolinha ou jalo e arroz parboilizado, integral, vermelho, dentre outros. Vá ao mercado da sua cidade e pesquise sobre outras opções;
  • Eventualmente, você também pode substituir o feijão por outras leguminosas, como grão de bico, lentilha, soja ou ervilha;
  • Varie as formas de preparo dos alimentos para conseguir diferentes texturas e sabores: no vapor, grelhados, cozidos, assados, etc.;
  • Faça recheios diferentes para tortas, pizzas, omeletes e panquecas! Para aqueles que têm dificuldade em experimentar novos alimentos, essa é uma ótima estratégia, principalmente para incluir vegetais como escarola, abobrinha e espinafre.
Em uma alimentação saudável não há complicações, basta usar a imaginação, comer de forma equilibrada e sempre VARIAR!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A importância da Nutrição na terceira idade


Os primeiros registros de associação de alimentação à saúde datam de cerca de 2500 anos atrás. "Que o teu alimento seja o teu remédio e que teu remédio seja o teu alimento" pregava o filósofo Hipócrates, pai da Medicina e pioneiro na utilização de alimentos no tratamento e prevenção de doenças.

A alimentação do idoso deve ser diferenciada, sob o ponto de vista fisiológico, pois o  idoso tem uma redução de diversas propriedades do organismo. Além de alterações na dentição, que dificultam a mastigação; e de locomoção, um obstáculo para a busca de alimento; as funções digestiva, absortiva, gástrica e intestinal estão reduzidas.

No Brasil é freqüente a interferência da questão financeira. Com os baixos valores das aposentadorias, há a dificuldade de aquisição de maior variedade alimentar, o que reduz as chances do indivíduo ter acesso a todos os nutrientes necessários.

Em qualquer faixa etária, é importante a atenção à variedade na hora das refeições. O prato típico nacional, composto de arroz, feijão, carne, salada e vegetais, é um bom começo. Na terceira idade, a receita não é diferente. Os idosos devem ter cuidado para não restringir a alimentação a carboidratos, como pães e massas; e às formas líquida ou pastosa, como as sopas. Embora mais fáceis de ingerir e preparar, devem estar sempre acompanhadas de frutas, verduras, salada e proteína.

As proteínas são encontradas especialmente nas carnes. Se houver dificuldade de mastigação, o leite, ainda que o de soja em caso de intolerância à lactose; bem como peixes ou ovo, são ótimas fontes. No caso dos legumes, para facilitar devem estar bem cozidos e macios. Quanto às frutas e vegetais, podem ser ingeridos sob a forma de sucos.

Familiares e cuidadores devem estar sempre atentos aos hábitos alimentares dos idosos, verificando quantidades e variedades ingeridas a cada refeição, bem como sua freqüência. Em caso de visível perda ou ganho de peso repentinos, é necessária avaliação médica para investigação das causas. Muito mais que um sinal de alimentação inadequada, tais sintomas podem advir de doenças graves. A depressão é outro problema freqüentemente refletido na alimentação. A perda do cônjuge ou de pessoa próxima é um dos principais fatores desencadeantes. Tendência ao isolamento e perda de apetite são alguns dos sintomas.

Fonte: Nutrição em Pauta

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CRN-2 concede Selo de Qualidade a 18 estabelecimentos gaúchos




O Selo de Qualidade para Serviços de Alimentação do CRN-2, lançado em abril de 2014, já foi concedido para dezoito estabelecimentos. O local a ser certificado pelo CRN-2 precisa ter nutricionista, profissional habilitado para promover controle das condições higiênico-sanitárias da refeição servida, desde o fornecimento da matéria-prima até o seu consumo, como armazenamento, conservação, manipulação e distribuição.

   As organizações que tiverem interesse em aderir ao Selo de Qualidade, precisam solicitar para o CRN-2. Para a concessão, os estabelecimentos são avaliados pela equipe de nutricionistas fiscais e pela Comissão de Fiscalização do CRN-2, segundo critérios estabelecidos pelo Conselho com base em requisitos de segurança alimentar e nutricional.

   Atendidos estes requisitos de concessão do Selo, a entrega é oficializada com a presença do nutricionista e do responsável pelo estabelecimento, ocasião na qual é realizada a assinatura de um termo de compromisso. O período de reavaliação é anual, entretanto, caso necessário, poderá ocorrer antes.

   Em 2014, o CRN-2 recebeu 29 solicitações e concedeu o selo para 18 estabelecimentos. Os locais que não alcançaram a porcentagem mínima de comprovações solicitada pelo CRN-2 podem fazer nova solicitação a fim de ser verificado se as atividades não comprovadas anteriormente foram realizadas.

Abaixo a lista dos estabelecimentos contemplados:

1.       JAPESCA DISTRIBUIDORA DE PESCADOS LTDA – EPP - Unidade: Mercado Público
2.       RESTAURANTE GOTTERT LTDA – ME/Temakeria Japesca -Unidade: Siqueira Campos
3.       PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Siqueira
4.       CONFEITARIA DONA IGNES LTDA
5.       CELIA SANTOS DA COSTA-FI/Unidade: Ministério da Fazenda
6.       PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Moinhos
7.       PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Walling
8.       PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Filé
9.       PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Barra Shopping
10.   PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Praia de Belas
11.   PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Canoas
12.   JACQUES RESTAURANTE LTDA / Unidade: Justiça Federal
13.   NUTRITECNICA GOURMET LTDA
14.   F & M PANIFICAÇÃO LTDA/PADARIA CONFEITARIA BRASIL
15.   F.S. REFEICOES LTDA/Unidade: HOSPITAL DE CLÍNICAS
16.   PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Petiskeira Grill
17.   PETISKEIRA ALIMENTOS LTDA/ Unidade: Bourbon Ipiranga
18.   BECCO RESTAURANTE LTDA/ Unidade: BLUE TREE TOWER

Novidade para 2015

   Em 2015 mais uma inovação: será lançado o Selo de Qualidade para Cantinas Escolares e para as Concessionárias de Alimentos.

Fonte: site do CRN²

domingo, 25 de janeiro de 2015

Alimentos orgânicos contém mais antioxidantes



Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores.

A demanda por orgânicos é, em parte, impulsionada pela percepção dos consumidores de que esses alimentos são mais nutritivos que os produzidos de forma convencional, apesar de não haver consenso científico a respeito. Mas um novo estudo sugere uma diferença clara entre os dois processos: o de que cultivos orgânicos possuem maior concentração de compostos antioxidantes.

Segundo a pesquisa, produzida pela Universidade de Newcastle, no Reino Unido, o nível de antioxidantes nos alimentos produzidos sem pesticidas sintéticos é 19% a 69% maior que nos cultivos que usam agrotóxicos. É uma diferença significativa em se tratado de compostos comumente associados a riscos reduzido de doenças crônicas, incluindo as neurodegenerativas e cardiovasculares, e certos tipos de câncer.

A explicação é de que os cultivos produzem mais antioxidantes como defesa natural contra pragas, e o uso de agrotóxicos, portanto, inibiria a concentração desses compostos. Os pesquisadores sugerem que os maiores níveis de antioxidantes equivalem à quantidade presente em uma ou duas das cinco porções de frutas e vegetais recomendadas para o consumo diário. Outra constatação é de que a frequência de ocorrência de resíduos de pesticidas e a quantidade se mostrou quatro vezes maior em culturas convencionais.

Essas culturas convencionais também continham concentrações significativamente mais elevadas de cádmio, um metal tóxico. Na agricultura, uma fonte direta de contaminação pelo cádmio é a utilização de fertilizantes fosfatados. Os resultados são baseados em uma análise de 343 estudos revisados por especialistas de todo o mundo e que analisam as diferenças entre alimentos orgânicos e convencionais, como legumes, frutas e cereais.

Fonte: CFN

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Dietas funcionam: sim, desde que seguidas corretamente


De tempos em tempos, uma nova dieta ganha adeptos com a promessa de ser mais eficaz do que as conhecidas até então. De acordo com um novo estudo, porém, qualquer regime funciona – desde que seguido da forma correta.
A pesquisa, feita na Faculdade de Medicina da Universidade McMaster, no Canadá, se baseou em uma análise de 48 estudos clínicos realizados com mais de 7 200 adultos obesos ou com sobrepeso. Esses trabalhos olharam para o impacto de dietas que restringem carboidratos, como a do Dr. Atkins, e das que cortam o consumo de gordura em um período de até um ano. 
Os pesquisadores concluíram que a diferença entre as duas estratégias é "relativamente pequena". A análise revelou que, em comparação com pessoas que não seguem nenhuma dieta, aquelas que reduzem o consumo de carboidratos emagrecem, após seis meses, 8,6 quilos; e as que seguem a dieta com pouca gordura, 7,7 quilos. No entanto, após um ano, essas duas abordagens parecem surtir os mesmos efeitos (contanto que sejam seguidas corretamente): perda de 7,2 quilos.
Auxílio — Ainda de acordo com a pesquisa, participar de grupos de apoio ao fazer dieta pode ajudar a diminuir o peso em até 3 quilos em seis meses. Já a prática de exercício físico pode colaborar com mais 2 quilos perdidos em um ano. Os resultados foram publicados na edição desta semana da revista médica JAMA.
"Nossos achados são importantes porque muitos pacientes podem ter dificuldade em aderir a dietas restritivas e muito difíceis de serem mantidas. 
Erros na hora de emagrecer:
- dietas muito restritivas
- ter obsessão com a balança
- não procurar apoio profissional adequado
- traçar objetivos impossíveis
- ignorar o fator genético
- pular refeições
- contar somente com os remédios
- relaxar depois de emagrecer
- exagerar nas atividades físicas.
Fonte: Revista Veja


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Caldo de osso, o novo substituto do suco verde nos EUA


Esqueça o suco verde. O "superalimento" da vez nos Estados Unidos, que promete oferecer quantidades enormes de nutriente a seus adeptos, é o caldo de ossos. Apesar de, hoje, ser vendido como uma nova promessa para o estilo de vida saudável, o caldo nada mais é que água fervida com ossos de diferentes animais. Às vezes, a refeição é incrementada com ervas e legumes.
Em algumas culturas asiáticas, especialmente em culinárias asiáticas, beber um copo de caldo animal como fonte de nutrientes não é novidade. No entanto, a recente propagação da dieta paleolítica aumentou a procura pelo alimento. Essa dieta é baseada na alimentação dos homens pré-históricos e propõe o consumo de alimentos crus e de carne e restringe itens processados e açúcares refinados. 
Segundo os defensores desse caldo, um longo período de fervura – no mínimo quatro horas, mas em algumas receitas esse tempo pode chegar a 48 horas – faz com que a água extraia os nutrientes presentes nos ossos dos animais, como o colágeno e o magnésio. Com isso, os consumidores obtêm benefícios que vão desde diminuição de dores nas articulações até cabelos e pele com aspecto mais saudável.
Lucro — Em diferentes cidades americanas, estabelecimentos começaram a vender a bebida como um substituto mais nutritivo para o chá verde ou o café, por exemplo. A rede americana de carnes Belcampo parece ter encontrado um destino lucrativo para os ossos que sobram de sua produção: nas lojas da empresa, espalhadas por cidades da Califórnia, cada copo de caldo sai por 3,50 dólares (cerca de 9 reais).
“Todos os chefs sabem como fazer o caldo, todos o utilizam como ingrediente, mas ninguém nunca pensou que poderia vender isso”, disse, em entrevista ao jornal The New York Times, o chef Marco Canora. Adepto da dieta paleolítica, ele é dono do Brodo, pequeno restaurante em East Village, Nova York, que serve caldos de osso de peru, frango e carne bovina. 
Especialistas em nutrição, embora assumam que o caldo de ossos de animais tem seu valor nutricional, refutam a ideia de tratar-se de um “superalimento”. “Mas, sem dúvidas, é uma boa opção de sopa para dias frios”, disse Lisa Young, nutricionista da Universidade de Nova York, em entrevista ao Huffington Post dos Estados Unidos.
Fonte: Revista Veja

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Sedentarismo mata 2 vezes mais que a Obesidade


Pesquisa da Universidade de Cambridge constatou ainda que caminhar 20 minutos por dia diminui em até 30% risco de morte prematura!!!

O número de mortes relacionadas ao sedentarismo é duas vezes maior do que as ligadas à obesidade, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Cambrigde, na Inglaterra, publicada no periódico American Journal of Clinical Nutrition. O estudo ainda constatou que caminhar 20 minutos por dia pode reduzir a mortalidade em pessoas com menos de 65 anos, uma vez que diminui o risco de desenvolvimento de doenças do coração e câncer.

Para entender a ligação entre sedentarismo, morte prematura e obesidade, os pesquisadores analisaram dados de 334.161 europeus. Eles mediram altura, peso, circunferência abdominal e frequência de atividade física das pessoas ao longo de doze anos.

Conclusões — O estudo relata que apenas um quarto dos participantes era sedentário, isto é, não praticava nenhuma atividade física ou recreacional. Os pesquisadores também visualizaram que fazer 20 minutos de caminhada por dia pode reduzir o risco de morte prematura em 16 a 30%. O impacto é maior nos indivíduos com peso normal, mas também foi observado em pessoas com alto índice de massa corpórea.
De acordo com os autores, 337.000 das 9.2 milhões de mortes na Europa foram atribuídas à obesidade e o dobro desse número, 676.000, ao sedentarismo.
“Um pouco de atividade física diária já beneficia a saúde. A prática de exercícios físicos deve ser uma parte importante da nossa vida diária”, diz Ulf Ekelund, coautor do estudo e pesquisador da Universidade de Cambridge.
Conheça a pesquisa:
Título original: Physical activity and all-cause mortality across levels of overall and abdominal adiposity in European men and women: the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition Study (EPIC)

Onde foi divulgada: periódico American Journal of Clinical Nutrition

Quem fez: Ulf Ekelund, Heather A Ward, Teresa Norat, Jian'an Luan, Anne M May, Elisabete Weiderpass, Stephen S Sharp e colegas.

Instituição: Universidade de Cambrigde, na Inglaterra.

Resultado: O sedentarismo causa duas vezes mais mortes do que a obesidade. Exercitar-se 20 minutos por dia reduz em até 30% risco de morte prematura.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Colágeno - Suplementar ou não ?


O colágeno é uma proteína que representa de 25 a 30% de toda proteína corporal.

É uma proteína estrutural que assegura a coesão, a elasticidade e a regeneração da pele, da cartilagem e dos ossos.

A perda do colágeno pelo organismo é uma das principais características do envelhecimento.
Nas pessoas sedentárias, após os 30 anos , observa-se a perda em torno de 1% do tecido muscular a cada ano.

Existem diferentes tipos de colágeno, dependendo dos tecidos dos quais são retirados. Todos tem a sua importância, mas para suplementar escolha sempre o Colágeno Hidrolisado do tipo I.

O colágeno para as pessoas sedentárias que possuem uma alimentação inadequada em proteínas, este tipo de suplementação tem um efeito positivo.

Já para as pessoas com uma alimentação balanceada, principalmente em proteínas e demais nutrientes que atuam na síntese do colágeno se torna desnecessária.

Procure sempre ajuda de um profissional da Nutrição para avaliar a qualidade da sua dieta e ver se realmente precisa suplementação !!!


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Atividade física e benefícios do consumo de ovos


Uma das melhores fontes proteícas de origem animal disponíveis em nossa alimentação são os ovos!

Um ovo inteiro possui cerca de 6g de proteínas de alto valor biológico. Na clara do ovo esta cerca de 60% do peso do ovo, onde encontramos água e albumina, proteína essencial para o crescimento muscular, sendo duas vezes menos calórica que a gema. Antes a ingestão diária de ovos tiveram uma reputação ruim, em função da gema do ovo ser rica em colesterol. Mas o problema só existe para aquelas pessoas que possuem problemas em relação a isso. A gema também contém vitaminas do complexo B e outros minerais.

A maior parte das gorduras do ovo são insaturadas. Os esportistas preferem a clara em função de ter o teor menor em gorduras, para garantir um equilibrio calórico e adequado balanceamento de proteínas e gorduras.

No mercado hoje em dia, existe os ovos líquidos pasteurizados, sendo possível encontrar gemas, claras e ovos inteiros dessa forma. Para quem consome os ovos em função da atividade física o melhor é esta opção, pois o consumo de ovos crus existe o risco de haver contaminação por Salmonela.

Dieta balanceada

Não é saudável, tem poucos benefícios, mas que ovo frito é uma delícia, é!
Infelizmente, por causa da fritura, o ovo tem uma fonte extra de gordura saturada - aquela que aumenta o mau colesterol (LDL) por causa do óleo que você adiciona para fritá-lo. Além disso, você perde os antioxidantes e algumas vitaminas que são mais sensíveis ao calor, como a vitamina E. 
Prefira-o cozido - dá para colocar na salada e comer frio - mexido, omeletes ou poché. O colesterol contido no ovo é importante para sintetizar hormônios como a testosterona, que é um anabolizante natural do organismo, e a vitamina D que mantém as células saudáveis.

Pós-treino 

Apesar de tantas qualidades, a principal delas é garantir a reposição da proteína e carboidrato após a atividade física. Aproveite os benefícios – e o fato de ser um alimento leve para comer à noite – e coma o ovo (cozido, poché ou mexido) depois de treinar.




segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Tapioca a grande aliada das dietas


A tapioca é um alimento feito com a fécula da mandioca, substância farinácea fina extraída de raízes tuberculosas, que dá origem ao polvilho doce (goma de mandioca). É parecida com uma panqueca, também conhecida como beiju.

É um alimento prático, com poucas calorias e não contém glúten. 
Composição nutricional da tapioca
Por ser feita a partir da fécula de mandioca, tem como principal nutriente o carboidrato (amido), além de baixo teor proteico e de fibras. Uma porção de 50 gramas tem cerca de 70 calorias, 14 gramas de carboidrato e 1,6 grama de proteína. Contém vitamina B1, B6, B9, cálcio, ferro, teor de sódio baixo. Como não tem glúten, pode ser consumida por pessoas portadoras de doença celíaca.

Alimento especial
Como a tapioca é feita à base de polvilho e água, podem ser adicionados diversos recheios, fazendo dela um alimento prático e saboroso. Como não contém muitas calorias é um alimento mais leve e fácil de ser digerido.

OITO razões para comer tapioca
1 – Prática - Basta apenas hidratar o polvilho e a massa, quando aquecida, já está pronta.
2 – Versátil - Permite diversos tipos de recheios e sabores. É possível transformá-la em panquecas e até em pizzas.
3 – Substitui o pão - Fonte de carboidratos, ela pode ser uma aliada no café da manhã em substituição ao pão. Basta escolher o recheio mais adequado ao seu plano alimentar e necessidades nutricionais.
4 – Não contém glúten - Por ser feita a partir da mandioca, favorece na redução dos efeitos colaterais presentes no glúten a quem tem doença celíaca.
5 – Tem pouca caloria - 50g de tapioca corresponde a metade das calorias de duas fatias de pão.
6 – Alternativa de refeição pré-treino e pós-treino - Por ser digerida mais rápido, fornece energias mais rapidamente para o corpo, ideal durante a prática do exercício físico. E também como recuperação rápida de energia no pós-treino.
7 – Baixo teor de sódio - Tem menos teor de sódio do que alimentos industrializados, como pães, biscoitos.
8 – Livre de gorduras e açúcar - Como sua preparação é feita a partir de farinha e água, não possui, áçucar e nem gorduras.

Como incorporá-la na dieta
Vem ganhando destaque no café da manhã, principalmente em dietas sem glúten, em substituição ao pão.
Em refeições pré-treinos, por ser fonte de carboidrato de alto índice glicêmico, acompanhada de recheios mais proteicos.

Auxilia no emagrecimento
Sim, pois não contém um valor calórico muito elevado e também por ser um alimento mais leve. Ajuda principalmente em dietas em que o foco seja redução da gordura da região abdominal.

Em excesso, engorda
Sim, em excesso pode engordar, ainda mais por ser um alimento fonte de carboidrato. Por isso, cautela.

Cuidados
Por ser um alimento feito a base de fécula de mandioca e água, é pobre em fibras e nutrientes como proteína, gordura, vitaminas e mineiras. Deve-se ter cuidado na hora da escolha do recheio.

Quantidade diária recomendada
Dependerá de qual a necessidade individual. Em média, uma tapioca por dia.

Diferença da tapioca para o pão branco
Possui uma digestibilidade mais fácil do que do pão, pois é um carboidrato com alto índice glicêmico. Ela eleva mais rapidamente a ação da insulina, sendo absorvida mais rapidamente.

Diferença da tapioca para o pão integral
Embora o pão integral tenha glúten e a tapioca não, ele possui mais fibras que proporcionarão maior saciedade do que ela, que que não possui fibras. Por isso, é importante consumi-lá em horários em que seja necessária uma digestão mais rápida do carboidrato (café da manhã, pré-treino e pós-treino).

Superdica :
Incremente a sua tapioca adicionando recheios como frutas, legumes e/ou verduras; proteínas como carnes, ovos, gorduras do bem como pasta de amendoim integral, nozes, castanhas, amêndoas. Além de torna-lá um alimento completo você ainda deixá ela mais saborosa.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Inflação devora o prato preferido dos brasileiros


Após um longo período de preços comportados, o feijão e o arroz registraram elevação de 11,99% e 2,22%, respectivamente, no Índice de Preços por Atacado (IPA) de dezembro. Já os bovinos mantiveram a alta — que no acumulado de 12 meses os preços aumentaram 25% — e apontaram para avanço de 3,59% no mês. Tais itens registraram aumentos também no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de dezembro. As carnes bovinas subiram 4,38%, o feijão 13,01% e o arroz 0,79%.
Segundo André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), o arroz e o feijão vão aparecer como pontos de pressão na inflação ao consumidor em janeiro por questões de safra. “Ainda que oportunas, não se sabe ao certo até que ponto as chuvas no sertão da Bahia podem ter começado a atrapalhar a colheita do feijão, por exemplo”, aponta.
Para driblar os aumentos, a técnica de enfermagem Sônia de Souza, 60 anos, conta que precisará substituir alguns alimentos. “Fui ao mercado comprar um quilo de carne e saí com dois bifinhos. Está muito caro, vou comprar ovos e linguiça da próxima vez. Já o arroz e o feijão, eu vou trocar por macarrão ou polenta”, diz ela.
Consultor de varejo do Grupo AZO, Marco Quintarelli sugere que o consumidor aposte na variedade. “Quando se fala em arroz e feijão, é o básico do básico, por isso é difícil substituir. A lentilha, por exemplo, mesmo sem aumento é mais cara que o feijão. Mas existem outros alimentos, como o macarrão. No caso da carne bovina, a opção é o ovo, que tem grande valor nutricional, ou até mesmo a carne suína ou o frango, que continuam mais baratos”, avalia. 
Os hortifrutigranjeiros, especialmente a batata-inglesa, também devem continuar pressionando o bolso do consumidor em janeiro. Na última semana de dezembro, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apontou para uma variação de 19,44% do produto. Já no IPA, a alta foi de 41,43%. No Rio de Janeiro, técnicos da Ceasa (Central de Abastecimento) identificaram forte aumento no preço da batata já no segundo dia útil deste mês, assim como o tomate, que deve apontar alta nos preços em função de chuva de granizo em algumas regiões.
Empresários sofrem com os aumentos 
Proprietário do restaurante Miguelito, na Lapa, Miguel do Nascimento, 55 anos, disse que não vai repassar os aumentos para os clientes por enquanto, mas terá que encontrar outras formas de compensar a alta dos alimentos.
“Quando a gente aumenta o preço do prato, perde o cliente. Por isso, vou tentar segurar enquanto der. Minha saída para controlar os gastos é evitar o desperdício”, conta ele.
Segundo Miguel, a alta nos preços prejudica os empresários. “Quem faz compras todos os dias percebe que a inflação não está sob controle. Arroz e feijão estão muito caros, assim como o óleo. Carne ninguém mais consegue colocar na mesa”, critica.
Carne nunca esteve tão valorizada 
Para André Braz (FGV/Ibre), além da estiagem que reduziu pastos e afetou a produção de gado, a expansão das exportações brasileiras de carne bovina, especialmente para a Rússia, vem contribuindo para que o produto no mercado interno tenha preços mais elevados, o que deve se manter nos próximos meses.
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a carne bovina nunca esteve tão valorizada no mercado brasileiro. A média mensal da carcaça casada de boi atingiu, em dezembro, o maior valor em termos reais, de R$ 9,04/kg no atacado da Grande São Paulo.
Marco Quintarelli acrescenta que a alta do dólar também contribuiu para o aumento no preço da carne. “É mais vantajoso para os pecuaristas exportar do que vender no mercado interno”, diz.

Fonte: O Dia

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

TOP 10 pegadinhas sobre alimentação saudável

Diariamente somos bombardeados com informações e propagandas sobre alimentos benéficos para a saúde ou lançamentos que prometem facilitar o dia a dia na cozinha. E na verdade, muitos dados são contraditórios ou até mesmo modismos sem fundamento. Confira as dicas da PROTESTE e saiba como escapar destas pegadinhas.
1. Parece com aquele feito em casa, sabe? Só que não!
A indústria, através da publicidade, faz você acreditar que não tem tempo para nada e que precisa de suas invenções milagrosas: refeições congeladas, pó para empanar frango, sobremesa na caneca, molho pronto para salada, caldo de carne (de feijão ou picanha), sopa em saquinhos etc. Não se iluda, eles não são iguais às receitas caseiras.
Dica: Faça você mesmo! Alimentos prontos “parecem” com os caseiros, porém são repletos de aditivos alimentares para deixar o sabor semelhante ao alimento fresco. Além disso, podem ter mais gordura, açúcar e sódio.
2. Alimento enriquecido com 2548 vitaminas e minerais. Ótimo para a saúde!
Cereais matinais, achocolatados, biscoitos recheados, sobremesas lácteas. A lista de produtos voltados para o público infantil é extensa e em geral possuem um valor nutricional muito baixo e são repletos de calorias vazias. Isso quando não trazem um brinquedo de brinde ou o personagem da moda estampado no rótulo para cativar a criança.
Dica: que tal reduzir esses produtos e priorizar frutas, verduras e legumes? Esses alimentos oferecem as vitaminas e minerais que precisamos, sem sal, açúcar ou gordura.
3. Este produto é sem glúten e sem lactose? Então é saudável!
Tirar glúten e lactose da alimentação sem possuir nenhum tipo de intolerância ou sensibilidade é puro modismo. Não há comprovação científica de que a retirada destes componentes pode ajudar a emagrecer. Porém, a justificativa em caso de perda de peso é obvia: tire ou modere o consumo de pizza, pães, bolos, massas, chocolate, etc. Esse processo não é um milagre, é chamado balanço energético negativo, ou seja, consumir menos calorias do que gasta.
Dica: não se deixe enganar pelas argumentações “sem glúten” e “sem lactose”. Atualmente até mesmo produtos que naturalmente não contém glúten e lactose divulgam esta informação.
4. Lojas de produtos naturais são um paraíso!
Não sabemos de onde saiu a ideia de que as lojas de produtos naturais (só este nome já é suspeito, não acham?) vendem “saúde”. Podem até oferecer opções interessantes, mas a maioria são alimentos “disfarçados” de saudáveis. É muito comum encontrarmos nestes locais opções de lanches e petiscos – biscoito salgado, cookie, barra de cereal - cheios de substâncias artificiais. Isso quando nessas lojas não são vendidossuplementos para atletas. Uma opção nada "natural".
Dica: leia a lista de ingredientes e fuja dos alimentos ricos em sódio e substâncias artificiais como corantes, aromatizantes e adoçantes artificiais. E lembre-se, a melhor opção para os lanches são as frutas acompanhadas ou não de granola ou iogurte, por exemplo.
5. Eu não bebo mais refrigerante, agora só tomo suco (de caixinha)!
Não se engane. Esta substituição é quase trocar seis por meia dúzia. Isto por que a maioria dos sucos de caixinha contém praticamente a mesma quantidade de açúcar dos refrigerantes. E ainda contém bem menos fruta do que deveria haver em um suco.
Dica: os sucos integrais são ótimas opções, pois não tem açúcar e são feitos 100% de fruta (esta informação é encontrada no rótulo). E claro, o suco fresco, in natura, é a melhor escolha! Outra alternativa são as águas saborizadasalém de refrescantes são super em conta e fácil de preparar.
6. Olha, diz no rótulo que é natural. Que maravilha!
O que é natural? E o que é um alimento natural? A resposta vai variar de acordo com quem estiver respondendo: um químico, um vegano, um nutricionista, um dicionário! Mas saiba que pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o uso deste termo nos rótulos dos alimentos é proibido – apesar de ser encontrado com certa facilidade numa ida ao mercado.
Dica: se um alimento se intitula natural, leia sempre a lista de ingredientes para saber se possui aditivos alimentares e transgênicos em sua composição. No caso de frutas e hortaliças, se não for orgânico, há risco de ter resíduo de agrotóxico. Ou seja, de “natural” não tem nada.
7. Estou de dieta e agora só como peito de chester ou blanquetde peru. Super saudável!
Ouvimos sempre de pessoas que fazem dieta: “não como presunto e mortadela, só como peito de peru”. Como todos os embutidos, estes frios “lights” possuem um alto teor de sódio (presente na composição do sal) e muitos aditivos alimentares.
Dica: recheie seu pão com pastinha caseira feita com queijos tipo ricota ou cottage e tempere com ervas como orégano ou alecrim e adicione cenoura e cebola raladas. Uma delícia!
8. Olha esse biscoitinho de presunto de Parma! Que chique!
É comum encontrar nas prateleiras dos supermercados produtos completamente artificiais que confundem os consumidores com sabores falsos ou mirabolantes. Biscoito de presunto de Parma sem presunto, torrada sabor pão na chapa, maionese sabor filé grelhado, queijo processado sabor tipo cheddar, batata frita sabor mediterrâneo, sorvete de pistache sem pistache, cerveja de tequila sem tequila.
Dica: é só ler a lista de ingredientes e descobrir se o alimento daquele sabor exótico, apetitoso, que te deu vontade de comprar aquele produto, está lá de verdade.
9. Estou de dieta, vou almoçar uma saladinha!
Não se deixe enganar! Ainda mais nestes restaurantes especializados em saladas. É mais comum do que se imagina salada preparadas com maionese, alimentos fritos e super calóricos. Além disso, é preciso ficar atento à porção; não é por que está comendo salada que a quantidade não importa. A Ceasar Salad, por exemplo: folhas de alface boiando no molho e bacon frito. Não é de todo ruim, mas para quem está de dieta, pode ser um perigo. Outro ponto importante são os molhos prontos. A maioria é cheio de aditivos alimentares e tem bastante gordura e sódio.
Dica: atenção aos molhos e aos ingredientes. É sempre melhor fazer a salada em casa, com hortaliças e frutas escolhidas por você e molhinho caseiro preparado na hora, a base de iogurte e queijo cottage, por exemplo.
10. Quero emagrecer, por isso só compro alimentos diet e light!
Esse é um dos maiores erros de quem está tentando emagrecer: se encher de alimentos industrializados diet e light. Pode até ajudar a perder peso, mas dificilmente consegue mantê-lo (não dá para passar uma vida toda comendo esses produtos). Isso quando não engorda ainda mais. Por quê? Você pode não estar proporcionado ao seu corpo o que ele realmente está pedindo, desta forma pode gerar ansiedade. Além disso, para compensar a falta de açúcar ou gordura nestes produtos, é comum consumi-los em maior quantidade para conseguir o mesmo poder de saciedade de um alimento tradicional. E muitas vezes um alimento diet sem açúcar tem mais gordura que o tradicional, caso de alguns chocolates.
Dica: Alimentos lights contém o teor de calorias, gordura, sódio ou açúcar reduzidos. Já os diet, não apresentam algum nutriente com açúcar ou sal, por exemplo. Os diet são direcionados para pessoas com necessidades nutricionais específicas, como os diabéticos.  Se você não tem nenhuma restrição alimentar, o ideal é comer o alimento tradicional em menor quantidade.

Fonte: Proteste. Disponível em: http://www.proteste.org.br/alimentacao/nc/noticia/top-10-pegadinhas-sobre-alimentacao-saudavel