quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Planejar a montagem do prato antes evita exagero no restaurante por quilo


Grande parte das pessoas costuma comer fora de casa – 30% dos brasileiros, por exemplo, come fora pelo menos uma vez por semana e desse grupo, 60% estão acima do peso. Isso acontece porque nos restaurantes por quilo, as opções de comida e as variedades são sempre muito maiores do que as disponíveis em casa, o que pode levar ao exagero. A primeira dica para evitar excessos é olhar todas as opções do buffet antes de se servir.
Todo empenho para reduzir as calorias no prato

Esse hábito é bom porque às vezes a pessoa começa a pegar a comida desde o começo e depois, quando chega no fim, encontra o que mais gosta e acaba pegando a mais. A sugestão é que o prato tenha de 300 a 400 calorias, fora a sobremesa. Além disso, é preciso tomar cuidado com o tamanho do prato que costuma ser maior nesses restaurantes – a dica, portanto, é colocar comida apenas na região central e deixar as bordas livres. Porém, não adianta preencher essa parte do prato apenas com opções calóricas, esses buffets têm várias opções de salada e elas devem ocupar metade do prato, principalmente as folhas. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, milho, ervilha, azeitona, palmito, batata palha e alimentos em conserva não são saladas e, se forem consumidos, devem ser em pequenas quantidades.

A outra metade do prato pode ter uma carne, por exemplo, mas muita gente costuma pegar mais de uma, o que é um erro. A dica é ingerir cerca de 100 gramas de carne por refeição. Fora isso, é bom evitar as opções empanadas e fritas, que são muito mais calóricas.

As frituras, inclusive, são um perigo nesses restaurantes por quilo porque, apesar de serem pequenas e ocuparem pouco espaço no prato, têm um valor alto de calorias. De acordo com os especialistas, é melhor evitar os salgadinhos, os frios e também os molhos cremosos para a salada, opções que podem dobrar o valor calórico de um prato.
Na sobremesa não dispensar uma fruta

Depois de montar o prato, chega a hora de passar pelas sobremesas. As opções são muitas, de tortas e bolos recheados a frutas. No entanto, muita gente sente aquela necessidade de comer um doce depois do almoço e isso pode ser um perigo. A dica dos especialistas é, se for muito necessário, pegar uma sobremesa e dividir com outras pessoas para evitar excessos. Porém, a melhor dica mesmo é escolher uma fruta.

Fonte: Alimentação Fora do Lar

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Atividade de Natal realizada com os alunos da Escola de Educação Infantil Jardim dos Lagos




A Nutricionista Patricia Streb desenvolveu com os alunos da Escola de Educação Infantil Jardim dos Lagos, a atividade nutricional relacionada ao Natal.
Na atividade foram confeccionados palitinhos de frutas em formato de Papai Noel.

Para saber mais detalhes e desenvolver este tipo de atividade na sua escola, contate-nos!!!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Hospital de SP abre centro de tratamento da obesidade infantil





O Hospital Infantil Sabará, de São Paulo, inaugurou um centro de tratamento de obesidade infantil, o primeiro do gênero em instituições privadas do país.
No Brasil, uma em cada três crianças está obesa, segundo o IBGE. Com isso, apresentam problemas antes restritos ao mundo adulto, como hipertensão e diabetes tipo 2. 
Levantamento do ambulatório de obesidade infantil do HC de São Paulo mostra que 30% das crianças atendidas têm triglicérides elevados e 21% apresentam hipertensão. 
O ambulatório atende 50 crianças por mês e há uma fila de 300 à espera de vaga. 
"No SUS praticamente não há nada, nem para adulto nem para criança. O tratamento é esperar que a pessoa vire obesa mórbida e seja operada", diz a médica do HC Maria Edna de Melo. 
A proposta do Sabará é concentrar profissionais como endocrinologista, nutricionista, psicóloga e educador físico, para que cuidem da criança em conjunto. 
Segundo Paulina Basch, diretora médica do hospital, na primeira consulta, os profissionais propõem um "plano de cuidado", que pode ser intensivo, moderado e leve. 
O diferencial de cada um está no número de consultas com cada especialista. 
O tratamento dura três meses, com consultas semanais. "É o tempo mínimo para qualquer resultado na mudança de hábitos", diz Basch. 
Atingida a meta, o paciente passa por uma manutenção, com consultas uma vez a cada três ou seis meses. 
O hospital negocia com operadoras de saúde para que o tratamento seja coberto. O custo para três meses vai de R$ 1.440 a R$ 2.040. 


ABORDAGEM LÚDICA


A nutricionista Alessandra Coelho, do Sabará, lembra que a adesão da criança às dietas não é tarefa simples.
"A abordagem deve ser lúdica. Ela aprende que pode comer de tudo, ao fazer escolhas e trocas. Assim, cai o peso de ter que fazer dieta." 
O engajamento da família é fundamental. Foi o que aconteceu na casa de Daniel dos Santos. Há dois anos, com 13 anos, ele estava com sobrepeso. Tinha 27% de gordura corporal. Após a reeducação alimentar, reduziu esse índice para 18%. 
"Trocamos o leite integral pelo semidesnatado, o queijo amarelo pelo branco e o pão branco pelo integral. Toda a família ganhou", conta a mãe, Sandra Caron. 
Daniel passou a comer de três em três horas, intensificou a natação e reduziu guloseimas como pães de queijo. 
"Antes, ele comia uns seis ou sete. Agora, come dois."


Acesse o site do hospital: http://www.hospitalinfantilsabara.org.br/


Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Diabetes Mellitus Gestacional

Diabete Melito Gestacional (DMG) é definida como qualquer grau de intolerância à glicose, de início ou primeiro reconhecimento na gravidez,tem como uma das estratégias de tratamento o adequado acompanhamento nutricional. A incidência da diabetes entre as gestantes gira em torno de 3 a 8%, devendo ser diagnosticada e tratada o quanto antes para garantir a saúde da gestante e do bebê. De acordo com estudo recente, a intervenção nutricional é uma aliada no controle do DMG, trazendo benefícios à saúde materno-fetal. Na avaliação do estado nutricional materno devem ser empregados os indicadores antropométricos, dietéticos, bioquímicos e clínicos. A avaliação dietética deve ser detalhada, destacando o fracionamento e composição das refeições. O acompanhamento nutricional no diabete gestacional tem como objetivo alcançar a normoglicemia e prevenir os riscos metabólicos e cardiovasculares em médio e longo prazo, para as mães e seus filhos. Outro estudo na mesma área foi realizado através de revisão da literatura científica sobre a terapia nutricional no Diabetes Mellitus Gestacional, sendo destacada a intervenção nutricional como uma importante aliada no controle do Diabetes Mellitus Gestacional, trazendo potenciais benefícios à saúde materno-fetal. Destaca-se ainda que no planejamento nutricional a distribuição de macronutrientes em relação ao consumo energético diário deve ser 45-65 por cento de carboidratos, 15-20 por cento de proteínas e 20-35 por cento de lipídeos. Quanto a recomendação dos edulcorantes, são liberados para gestantes acesulfame K, aspartame, neotame, sacarina e sucralose. A atividade física também deve fazer parte da estratégia de tratamento, mas com cautela. Por fim, é relatado que para o sucesso no controle do DMG são necessários: a participação da equipe inter e multidisciplinar, o cuidado pré-natal precoce, com assistência nutricional oportuna e a garantia da assistência de qualidade ao longo da gestação. Os dados dos estudos destacam a necessidade de tratamento e acompanhamento de gestantes com diabetes, destacando formas e benefícios de tratamento, devendo estas condutas serem introduzidas e disponibilizadas para todas as gestantes, tanto para diagnóstico, como para tratamento precoce.


Fontes: Reis, Lilian Barros de Sousa Moreira; Silva, Adriana Pederneiras Rebelo da; Paranhos Calderon, Iracema de Mattos. Acompanhamento nutricional no diabete melito gestacional. Comun. ciênc. saúde; 22(supl. 1): 93-100, 2011. Padilha, Patricia de Carvalho; Sena, Ana Beatriz; Nogueira, Jamile Lima; et al. Nutritional therapy in gestational diabetes. Rev. nutr; 23(1): 95-105, jan.-fev. 2010. Nutrição Clínica - 29/nov/2013


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Trabalho de análise sensorial desenvolvido com os alunos da Escola de Educação Infantil Jardim dos Lagos




A Nutricionista Patricia Streb desenvolveu com os alunos da Escola de Educação Infantil Jardim dos Lagos, o trabalho de análise sensorial.
Na atividades foram utilizadas as frutas para que as crianças estimulassem os 5 sentidos.

Para desenvolver este tipo de atividade na sua escola, contate-nos!!!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Apenas oito marcas de azeite podem ser consideradas extravirgem, diz Proteste

Em uma análise da Associação de Consumidores Proteste com 19 marcas de azeite vendidas no Brasil como “extravirgem”, apenas 8 foram aprovadas dentro dessa denominação. As marcas Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real não podem nem ser consideradas azeite, segundo o estudo. Esses rótulos receberam adição de outros óleos e gorduras em proporções fora da legislação vigente.

Azeites reprovados serão retirados do mercado

Outras sete marcas (Gallo, Borges, Carbonell, Pramesa, Beirão, La Espanhola e Serrata) foram classificados como “apenas virgens”. As únicas marcas aprovadas pela Proteste foram Cardeal, Carrefour, Olivas do Sul, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor e Qualitá.
A entidade afirma que irá notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura sobre as irregularidades encontradas. “Cabe aos órgãos reguladores avaliar esta questão e retirar do mercado esses azeites que não condizem com as normas”, afirma Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

Metodologia utilizada nos testes

Uma das marcas classificadas como “apenas virgem”, a Borges contestou “de forma veemente a metodologia e os resultados divulgados.” A empresa afirma ter “todos os documentos oficiais que comprovam a qualidade do nosso produto” e acusa a Proteste de não divulgar informações sobre a metodologia utilizada nos testes, gerando dúvidas sobre a credibilidade do resultado.
A Proteste afirma que os parâmetros da análise foram rigorosos e divulgou que a Borges tentou censurar previamente, na Justiça, a divulgação do resultado.
Procuradas, as empresas responsáveis pelas marcas Figueira da Foz, Vila Real, e Quinta d’Aldeia não tiveram representantes localizados.

Fonte: alimentação Fora do Lar

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Atividade física


 
A alimentação equilibrada, quando associada à um estilo de vida adequado, no qual a atividade física regular é fundamental, colabora de forma direta para o bom estado nutricional e qualidade de vida. A prática de atividade física está presente na vida de várias pessoas que se preocupam em manter a saúde e evitar o desenvolvimento de doenças crônicas. De acordo com estudo recente, a atividade física apresenta efeito protetor contra doenças crônicas e fatores de risco cardiovascular; no entanto, o gasto calórico necessário para promover a prevenção do diabetes permanece especulativo. Deste modo, estudo foi realizado com o objetivo de analisar o gasto calórico dos diferentes domínios da atividade física (trabalho, deslocamento, atividade doméstica, tempo livre e atividade física total) como preditores da ausência de diabetes em adultos de ambos os sexos. De acordo com os resultados, a prática da atividade física deve ser sugerida em níveis adequados para indivíduos de ambos os sexos visando contribuir para a prevenção do diabetes. Outro estudo foi desenvolvido com o objetivo de determinar o gasto energético (GE) em termos de gasto calórico e equivalente metabólico (MET) de duas sessões de um protocolo de exercício. De acordo com os resultados, protocolo proposto atinge a atividade física necessária para adultos saudáveis, para melhorar e manter a saúde, por sua estrutura, intensidade moderada, duração, frequência e gasto calórico, sendo portanto possível este cálculo e sua realização. A prática de atividade física deve estar presente na vida de todos os indívíduos e deve ser feita de maneira orientada para conquistar os resultados desejados, uma vez que os grupos e indivíduos apresentam necessidades específicas, de acordo com suas características, assim como a existência de doenças de base.


Fontes: Almeida, Luiz Alberto Bastos de; Pitanga, Francisco José Gondim; Freitas, Marcela Mota; et al. Gasto calórico dos diferentes domínios de atividade física como preditor da ausência de diabetes em adultos. Rev. bras. med. esporte; 18(1): 17-21, jan.-fev. 2012. Coelho-Ravagnani, Christianne de Faria; Melo, Flávia Carolina Lemos; Ravagnani, Fabricio C. P.; et al. Estimativa do equivalente metabólico (MET) de um protocolo de exercícios físicos baseada na calorimetria indireta. Rev. bras. med. esporte; 19(2): 134-138, mar.-abr. 2013. Nutrição Esportiva - 21/nov/2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Idec volta a conferir rotulagem de queijos minas e constata as mesmas irregularidades de informação



Quase um ano após a pesquisa inicial de rotulagem, empresas não alteraram ou alteraram erroneamente a tabela nutricional dos produtos
 

Entre os meses de dezembro de 2012 e janeiro de 2013, o Idec analisou em laboratório 15 marcas de queijo minas frescal tradicional, sendo que de nove destas marcas, foram avaliadas as versões integral e light, e das demais apenas a versão integral, totalizando 25 amostras. O teste verificou a quantidade dos principais nutrientes presentes nesse tipo de queijo: proteínas, gorduras (totais, saturadas e insaturadas) e sódio. Os valores detectados foram comparados com os declarados na tabela nutricional presente na embalagem dos produtos. Na análise, foi verificado que os teores de gorduras, proteínas e sódio presentes nos produtos eram diferentes daqueles declarados no rótulo. Todas as amostras informavam errado a quantidade de, pelo menos, um nutriente. As maiores variações entre o valor do rótulo e o real foram identificadas nos queijos light.
Em outubro de 2013, voltamos aos supermercados e encontramos 18 das 25 amostras estudadas anteriormente. Avaliamos se as empresas modificaram a informação da tabela nutricional, para corrigir os erros detectados pelo Idec no começo do ano. Confira o resultado:
- Das 18 amostras, apenas uma alterou corretamente as informações, a Vernizzi.
- As marcas Almeida, Almeida Light, Puríssimo, Puríssimo Light, Quatá, Quatá Light, Santa Clara SanBios, Santa Clara 85%, Tirolez, Tirolez Light, Fazenda Bela Vista, Ipanema e Dia% não fizeram nenhuma modificação na tabela nutricional.
- Já as marcas Cascata, Cascata Light, Dia% Light e Ipanema Light alteraram os valores da tabela, porém ao compará-los com os valores reais encontrados na análise de laboratório (feita na primeira fase da pesquisa), as amostras continuaram reprovadas. O Idec percebeu que as alterações realizadas tiveram o objetivo de aumentar as diferenças da quantidade de gordura total entre a versão tradicional e a light, para cumprir com a redução mínima necessária de 25%. Porém, as alterações realizadas, nesse caso, continuam informando o consumidor inadequadamente.
Cartas de notificação já foram novamente enviadas para os órgãos de defesa do consumidor e aos que regulamentam a rotulagem nutricional. As empresas também foram notificadas, mas até o momento o Idec não obteve resposta. “Para o Idec a não adequação da rotulagem nutricional por parte das empresas representa um descaso com relação à regulamentação e ao direito básico do consumidor de acesso à informação. Considerando que as informações apontadas induzem o consumidor ao erro e ainda podem prejudicar a saúde daqueles que optam por consumir o produto na versão light por, teoricamente, possuir menos calorias e gordura do que a versão tradicional”, explica a pesquisadora de alimentos do Idec Ana Paula Bortoletto.
Ainda, não houve nenhum tipo de ação fiscalizatória tomada pelas autoridades competentes em relação à denúncia realizada pelo Instituto, deixando que a impunidade prevaleça sobre os direitos do consumidor.
Veja abaixo a avaliação de cada marca:
Produto Rotulagem nutricional 
Almeida não mudou nada 
Almeida Light não mudou nada 
Cascata mudaram os valores,aumentando o teor de gordura total e proteínas que estavam corretos e agora estão acima de 20% valor real; o valor do sódio foi corrigido corretamente 
Cascata Light mudaram os valores,diminuindo o teor de gordura total, saturada e proteínas porém continuam errados; teor de sódio aumentou e continua fora do intervalo 
Dia % não mudou nada 
Dia % Light mudaram os valores, aumentando o teor de proteínas e gordura saturada e diminuindo a gordura total e o sódio, porém os valores estão errados em relação ao valor real. Teor de proteína estava correto anteriormente e não está mais 
Fazenda Bela Vista não mudou nada 
Ipanema não mudou nada 
Ipanema Light mudaram os valores,aumentaram valor de proteína e diminuiram de gordura total e saturada, porém valores continuam errados 
Puríssimo não mudou nada 
Puríssimo Light não mudou nada 
Quatá não mudou nada 
Quatá Light não mudou nada 
Santa Clara 85% não mudou nada 
Santa Clara SanBios não mudou nada 
Tirolez não mudou nada 
Tirolez Light não mudou nada 
Vernizzi todos valores corrigidos
 

Fonte: Idec

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

14/11 - Dia Mundial do Diabetes


A cada ano, o Dia Mundial do Diabetes é centrado em um tema relacionado, direta ou indiretamente, ao diabetes. Os tópicos abordados em anos anteriores e que estarão em pauta até 2013 é a educação. Por enquanto, o foco central em 2013 continua igual ao de 2012, sob o tema "Diabetes: Proteja Nosso Futuro", tendo como meta a necessidade de educação sobre diabetes e o aumento de programas de prevenção.
Para as pessoas com diabetes, esta é uma mensagem sobre a capacitação através da educação. Para os governos, é uma chamada para implementar estratégias e políticas eficazes para a prevenção e tratamento do diabetes. Para os profissionais de saúde, é uma chamada para melhorar o conhecimento de maneira que as recomendações baseadas em evidências possam ser postas em prática. Para o público em geral, é uma chamada para entender o impacto grave do diabetes e saber, sempre que possível, como evitar ou retardar essas complicações.
Em 2013, a SBD começou a divulgação mais cedo e, regularmente, matérias são publicadas sobre atividades, propostas de campanhas, iniciativas populares, ações em redes sociais e promoções da International Diabetes Federation são publicadas. 

Objetivos gerais da campanha mundial 
  • Incentivar os governos a implementar e fortalecer políticas para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações
  • Disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações
  • Destacar a importância da educação baseada em evidências na prevenção e controle do diabetes e suas complicações
  • Aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações para incentivar o diagnóstico precoce
  • Promover ações para reduzir os principais fatores de risco para o diabetes tipo 2
  • Promover ações para prevenir ou retardar as complicações do diabetes.

Fonte: http://www.diamundialdodiabetes.org.br/

terça-feira, 12 de novembro de 2013

8 erros comuns que podem levar seu filho à obesidade, já no primeiro ano de vida


8 erros de alimentação (Foto: Thinkstock)
Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.
Dois fatores contribuem com o sobrepeso infantil: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança. Um estudo do Jornal de Pediatria, do Brasil, revelou que, a partir dos 6 meses, 79,3% das crianças já comiam bolachas e 20,7% consumiam sucos artificiais. É motivo de sobra para se preocupar, já que a obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça outros 7 erros comuns na dieta das crianças e evite-os:
1 - Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta. “Nós nascemos com a saciedade regulada, então, é muito difícil um bebê mamar mais do que precisa, a ponto de ganhar peso excessivo”, conta Renata Maria de Noronha, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP).

2 - Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.

3 - Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.

4 - Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.

5 - Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: “Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança”, explica Renata. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.

6 - Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. “Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições”, reprova Renata.

7 - Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. “As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar”, conclui Renata. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.

8 - Comer por dois quando grávida
Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo.

Fonte: Artur Delgado, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Importância do café da manhã


 
O café da manhã, primeira refeição do dia, é de extrema importância, uma vez que, além de repor o que for necessário para suprir o sono noturno, deve fornecer ao organismo parte dos nutrientes e energia para o desempenho das atividades do dia. Estudo recente foi desenvolvido com o objetivo de analisar as associações entre café da manhã, ingestão e adequação de nutrientes em um grupo de adultos. De acordo com os resultados do estudo, o café da manhã, especialmente o que contenha cereais em sua composição, está associado com a melhoria da adequação de nutrientes de grande importância no consumo diário como fibras, vitaminas e minerais. Outro estudo foi desenvolvido com o objetivo de determinar a ingestão de vitamina D na dieta de grupos de norte americanos e canadenses. De acordo com os resultados, a maioria não atingiu o consumo adequado de vitamina D, sendo que aumentar o consumo de cereais do café da manhã, pode ser uma estratégia útil para aumentar a ingestão dietética deste nutriente, destacando ainda que a provável fortificação de alimentos ou suplementação seria necessária para atingir a RDA (Recommended Dietary Allowance). Os dados dos estudos evidenciam a importância do consumo de um café da manhã completo, na presença de cereais matinais, para auxilar no consumo alimentar adequado, colaborando para que as necessidades nutricionais diárias sejam supridas.


Fontes: Barr SI; DiFrancesco L; Fulgoni VL. Consumption of breakfast and the type of breakfast consumed are positively associated with nutrient intakes and adequacy of Canadian adults. J Nutr; 143(1): 86-92, 2013 Jan. Hill KM; Jonnalagadda SS; Albertson AM; et al. Top food sources contributing to vitamin D intake and the association of ready-to-eat cereal and breakfast consumption habits to vitamin D intake in Canadians and United States Americans. J Food Sci; 77(8): H170-5, 2012 Aug. Nutrição Clínica - 7/nov/2013

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Suplementação na infância



A suplementação alimentar deve ser feita com orientação médica e nutricional, quando não há o aporte nutricional adequado para o crescimento e desenvolvimento, por motivo de doenças ou demais complicações de saúde. Estudo recente foi desenvolvido com o objetivo de estimar a prevalência do uso de suplementos em recém-natos e analisar os fatores associados a este. De acordo com os resultados, a suplementação ao leite materno vem sendo amplamente utilizada, sendo ainda destacado que rotinas hospitalares devem ser revistas para que o aleitamento materno exclusivo converta-se em norma. Outro estudo foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o impacto da suplementação na dieta de gestantes e de lactantes com ácidos graxos ômega-3 docosahexaenoico, sob a forma de óleo de peixe, e sua influência na composição do leite humano. De acordo com os resultados, entre o grupo sujeito à dieta suplementada (cápsulas de óleo de peixe) e o grupo controle (cápsulas contendo amido de milho como excipiente), não se constatou diferença estatística quanto aos valores totais de lipídeos. Entretanto, no leite das mães do primeiro grupo, a suplementação com óleo de peixe mostrou teores mais elevados na concentração dos ácidos docosahexaenoico e eicosapentaenoico, nos tempos 30 e 60 dias, demonstrando que um maior consumo de ômega-3 pode influenciar na sua concentração no leite humano. Os dados dos estudos evidenciam dois momentos relacionados à suplementação, destacando que há momento e modo certo de suplementação desde a gestação a início da infância. Deste modo a suplementação deve ser realizada de forma adequada, sob orientação médica e nutricional.

Fontes: Lopes, Fernanda de Oliveira; Oliveira, Maria Inês Couto de; Brito, Alexandre dos Santos; et al. Fatores associados ao uso de suplementos em recém-natos em alojamento conjunto no município do Rio de Janeiro, 2009. Ciênc. saúde coletiva; 18(2): 431-439, Fev. 2013. Bortolozo, Eliana Aparecida Fagundes Queiroz; Sauer, Elenise; Santos, Marli da Silva; et al. Suplementação com ácido graxo ômega-3 docosahexaenoico: influência sobre a composição lipídica e perfil de ácidos graxos no leite humano. Rev. nutr; 26(1): 27-36, Jan.-Feb. 2013. Nutrição e Pediatria - 31/out/2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Anvisa vai monitorar alimentos quem devem reduzir presença de sal


O Ministério da Saúde assinou, nesta terça-feira (5), mais um acordo para a redução do teor de sódio nos alimentos industrializados. Este é o quarto acordo do tipo, que desta vez prevê a redução do ingrediente nos laticínios, embutidos e refeições prontas. A meta é de baixa a quantidade de sódio em até 68% em quatro anos.
O cumprimento do acordo será acompanhado pela Anvisa, por meio das informações nutricionais do rótulo e análises em laboratório dos produtos coletados. Este trabalho já vem sendo feito os alimentos de acordo anteriores que já estão reduzindo a quantidade do sódio em suas composições.
Em julho deste ano, a Anvisa divulgou uma pesquisa que aponta os alimentos com os maiores teores de sódio. Entre os principais estão as misturas para sopas, macarrão instantâneo, massa alimentícia, biscoitos de polvilho e biscoito salgado.
O sódio está presente no sal de cozinha e em produtos industrializados. Seu consumo em excesso está associado a uma série de doenças, sobretudo à hipertensão arterial. Segundo a última Pesquisa do Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o brasileiro consome, em média, 12 gramas de sódio por dia, considerando o sal de mesa e o sódio obtido dos alimentos. A marca é mais que o dobro do que os 5 gramas recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Com o novo termo, assinado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, Edmundo Klotz, chega a 16 o número de categorias de alimentos atingidas, que somadas representam 90% dos alimentos industrializados.

Fonte: Imprensa/Anvisa – com Agência Saúde

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

EUA alerta sobre uso de OxyElite Pro e casos de hepatite aguda


Os Estados Unidos divulgaram um alerta sobre a ocorrência de 56 casos de hepatite aguda que podem estar relacionados ao consumo do OxyElite. De acordo com o FDA, órgão norte-americano de alimentos e medicamentos, até esta quinta-feira (31/10) já havia sido registrado naquele país, 22 hospitalizações, duas indicações de transplante de fígado e uma morte.O alerta diz ainda que os produtos Oxyelite e Versa – 1 foram adulterados pela empresa produtora devido ao uso de uma substância não autorizada e conhecida como Aegeline.No Brasil, o produto já havia sido proibido, pois utiliza substâncias não autorizadas para suplementos alimentares no país. Entre as substâncias está o DMAA, que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, podendo levar a morte. No país, o comércio de suplementos alimentares com DMAA é proibido.Apesar disso, o produto ainda é encontrado em sites de venda, trazendo riscos para seus usuários. O consumo do Oxyelite Pro e do Versa – 1 deve ser interrompido.


Fonte: Imprensa / Anvisa

domingo, 3 de novembro de 2013

Ter produto 'saudável' exige mais esforço



Os fornecedores de produtos que levam sal, açúcar e gordura estão tentando limpar suas imagens.
 
 
Batatas fritas com baixos teores de gordura. Bebidas diet com adoçantes naturais sem açúcar. Frutas e legumes servidos nas refeições das crianças. Os fornecedores de produtos que levam sal, açúcar e gordura estão tentando limpar suas imagens.
 
Com os consumidores mais atentos aos produtos que compram, as companhias de alimentos e bebidas aceleram esforços para acabar com a reputação de vender produtos pouco saudáveis, e capturar e manter clientes em busca de alternativas à alimentação tradicional. "Estamos vendo uma mudança fundamental nos hábitos e comportamentos do consumidor", disse Indra Nooyi, CEO da PepsiCo, a investidores dias atrás.
 
Ela estava falando sobre "um declínio acelerado das bebidas diet", à medida que os consumidores ficam mais cautelosos com o aspartame e outros substitutos artificiais do açúcar e exigem produtos adoçados naturalmente.
 
Esse esforço também está por trás da iniciativa da Coca-Cola de substituir a Sprite, no Reino Unido e na França, por uma versão de baixas calorias e adoçada com açúcar e estévia - adoçante derivado de uma planta -, e do lançamento da "Coca-Cola Life", formulada de maneira parecida, na Argentina.
 
Recentemente, a Coca-Cola também patenteou um produto com estévia que, segundo analistas, poderá ser usado em bebidas de zero caloria, enquanto a Pepsi está trabalhando em seu próprio adoçante natural.
 
Indra Nooyi disse que as vendas de bebidas açucaradas vêm caindo há anos, com os refrigerantes respondendo hoje por 40% do mercado dos Estados Unidos, em comparação a mais de 50% uma década atrás. E agora, até as versões diet estão tendo problemas.
 
As vendas da Diet Coke caíram 3% no ano passado, em comparação à queda de 1% da Coca-Cola normal, enquanto que a queda nas vendas da Diet Pepsi, de 6,2%, foi quase duas vezes maior que a da Pepsi normal, de 3,4%, segundo dados da "Beverage Digest".
 
A Diet Coke e outras bebidas e alimentos similares estão "sob uma certa pressão, na medida em que as pessoas questionam seus ingredientes e sua segurança", diz Steve Cahillane, que comanda as operações da Coca-Cola na América do Norte e América Latina.
 
A atenção a opções mais saudáveis está se espalhando pelo setor de alimentos. Multinacionais como General Mills e Danone estão tentando acompanhar o passo da iniciante Chobani, que deu início à febre do iogurte grego.
 
Dan Wald, da Boston Consulting Group (BCG), diz que o setor de alimentos industrializados tem, sozinho, uma oportunidade de vendas anuais de alimentos mais saudáveis nos EUA de US$ 150 bilhões, que deverá aumentar 4% ao ano.
 
As redes de fast-food não estão imunes. Em meio às críticas por sua participação na epidemia de obesidade que assola os EUA, o McDonald's informou no mês passado que só vai fazer propaganda de leite, sucos e água na promoção McLanche Feliz, e oferecer frutas, saladas e legumes como alternativas às batatas fritas. A rede acompanha o lançamento pelo Burger King de batatas fritas com baixos teores de gordura e calorias.
 
As lanchonetes estão em parte respondendo à perda de clientes de maior poder aquisitivo para redes como a Chipotle, especializada em burritos e que vem crescendo em ritmo acelerado, tendo hoje mais de 900 lojas que servem alimentos percebidos como mais saudáveis. A ação da Chipotle acumula uma valorização de 75% no ano, em comparação a 6,8% da ação do McDonald's.
 
"O que eles querem é aumentar a percepção entre os consumidores, de seu envolvimento com ingredientes saudáveis e de qualidade uma vez que isso que atrai as pessoas para os restaurantes", diz Dylan Bolden do Boston Consulting Group.
 
Esta não é a primeira vez que a indústria de alimentos faz um esforço de promoção da saúde. Os biscoitos com baixo teor de gordura da SnackWells, hoje controlada pela Mondelez, foram lançados há 21 anos. Alimentos congelados de baixas calorias como os da LeanCuisine existem há mais tempo ainda.
 
No entanto, alguns dos produtos que faziam parte desse esforço inicial do setor não eram realmente saudáveis, segundo Bob Goldin, da consultoria Technomic, especializada na indústria alimentícia. Eles tinham baixos teores de gordura, mas altos teores de açúcar ou sódio, que lhes realçava o sabor.
 
Hoje, porém, não basta criar versões com "menos gordura" ou "pouco sal" dos produtos. "Ultimamente, as inovações estão crescendo muito, com benefícios nutricionais positivos, em vez de os fabricantes tornarem produtos já existentes menos ruins", diz Wald, citando a Chobani e os pistaches Wonderful da Roll Global. Eles estão sendo bem sucedidos porque estão empenhados no compromisso envolvendo o sabor, a conveniência e a saúde, acrescenta ele.
 
Para Indra Nooyi da PepsiCo, não há dúvida de que o setor está passando por uma grande mudança. Ela adotou um tom urgente em uma conferência proferida em Nova York este ano, em que enfatizou a necessidade de uma solução que traga os clientes de volta. "Acreditamos de fato que se deixarmos isso ir longe demais, em três ou cinco anos o consumidor deixará de beber refrigerantes [gaseificados]", disse ela. (Neil Munshi e Shannon Bond | Financial Times, de Chicago e Nova York)

Fonte: Valor Econômico 

sábado, 2 de novembro de 2013

Alimentação da criança: creche e escola



Durante a infância, deve haver cuidado em relação à alimentação, uma vez que o gasto energético geralmente é elevado e a criança está em pleno crescimento e desenvolvimento, passando grande parte do dia em creches ou escolas, as quais devem fornecer refeições adequadas e completas. Estudo recente foi desenvolvido com o objetivo de descrever e avaliar a introdução de alimentos na dieta de crianças de 5 a 38 meses, frequentadoras de creches públicas e filantrópicas de São Paulo. De acordo com os resultados, constatou-se introdução precoce de leite não materno, principalmente o leite de vaca, líquidos e semissólidos, erros de consistência e introdução tardia da alimentação da família. Ainda de acordo com o estudo é fundamental a educação dos funcionários em relação à alimentação de crianças menores de dois anos, além de difundir estes conhecimentos para os familiares, propiciando alimentação adequada para este publico. Outro estudo foi desenvolvido com o objetivo de avaliar qualitativamente a composição das lancheiras de crianças do segundo ao quinto ano do ensino fundamental de escolas privadas de São Paulo. De acordo com os resultados, a composição das lancheiras dos escolares, apesar de alguns aspectos positivos, mostrou-se inadequada, apresentando excesso de alimentos industrializados, geralmente ricos em açúcares, gorduras e sódio e baixa presença de frutas, verduras e legumes. Os dados dos estudos evidenciam que desde cedo deve haver cuidados e orientação nutricional aos funcionários e todos os profissionais envolvidos na alimentação de creches e escolas, devendo ser também elaboradas orientações para os familiares, para que a alimentação consumida por estes publicos seja adequada na escola ou creche e em casa, colaborando para a formação de bons hábitos alimentares, influenciando de maneira positiva o estado nutricional e saúde das crianças. 


Fontes: Viana, Kelly de Jesus; Warkentin, Sarah; Toloni, Maysa Helena de Aguiar; et al. Alimentação de crianças matriculadas em creches públicas e filantrópicasda cidade de São Paulo-SP. Nutrire Rev. Soc. Bras. Aliment. Nutr; 36(3)dec. 2011. Matuk, Tatiana Tenorio; Stancari, Paula Cristina S; Bueno, Milena Baptista; et al. Composição de lancheiras de alunos de escolas particulares de São Paulo. Rev. paul. pediatr; 29(2): 157-163, jun. 2011. Nutrição e Pediatria - 16/out/2013