quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Dia nacional do combate ao colesterol







O aumento do colesterol na infância:

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou uma pesquisa sobre a dieta alimentar dos brasileiros que em seu resultado mostrou que os jovens ingerem uma quantidade excessiva de alimentos com colesterol, aqueles de origem animal, como carnes, leite, queijos, manteiga ou iogurte. O problema está mais presente na faixa etária de 14 a 18 anos.

A má alimentação e o sedentarismo são considerados os principais vilões, pois estão relacionados à maioria dos casos de colesterol alto na infância. Doença genética e histórico familiar (como pais e avós que tenham tido infarto ou derrame) também são fatores que podem acarretar o problema.

Entre os meninos, a média de consumo foi de 282,1 miligramas por dia e, entre as meninas, de 237,9 miligramas – as maiores médias em comparação às faixas etárias analisadas dos dois sexos. O recomendado é ingerir de 200 a 300 miligramas de colesterol por dia. A ingestão de alimentos que aumentam o colesterol, deixando o sangue com uma alta concentração de gordura, não leva problemas imediatos de saúde aos jovens, porém, a manutenção dos maus hábitos ao longo da vida prejudica a ponto de ser responsável por potencializar o risco de doenças cardíacas na fase adulta. 

Existem dois tipos de colesterol. O HDL, chamado colesterol bom, reduz o risco de acúmulo de gordura nas artérias. O LDL, colesterol ruim, deposita gordura nas artérias e dificulta o fluxo sanguíneo.

Crianças que apresentam obesidade tem a maior probabilidade de possuir uma alta taxa de colesterol, porém deve-se ficar de olho nos hábitos das crianças de um modo geral para garantir que as elas não desenvolvam doenças. O acompanhamento é fundamental porque índices altos de colesterol não causam sintomas que possam ser verificados sem exames. A taxa elevada é identificada somente por meio de um exame de sangue.
O colesterol é uma substância que ajuda na formação de uma capa protetora nos nervos e na produção da vitamina D, da bile e de hormônios. A maior parte (cerca de 70%) é produzido pelo fígado e o restante vem da ingestão de alimentos.

Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam ter uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas e carnes magras. Pode ajudar também a substituição do leite e derivados integrais por produtos desnatados; o consumo de alimentos que não contenham gordura saturada ou hidrogenada; o controle da pressão arterial; o abandono do cigarro; a manutenção do peso; e a periodicidade dos exames clínicos.

A prática regular de exercícios físicos é uma das grandes aliadas de uma vida saudável. Segundo dados do Ministério da Saúde, a inatividade física é responsável por 54% dos riscos de morte por distúrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de câncer.

Alimentação saudável

Os alimentos ricos em colesterol ruim são: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta.

Já os alimentos que ajudam a reduzir o colesterol são: aipo, couve-de-bruxelas, ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, aveia, farelo de aveia, pêra, cenoura, farelo de trigo, pêssego, cereais integrais, feijão, quiabo, cevada, figo e vegetais folhosos. Devemos aumentar o consumo de alimentos integrais e também a oferta de frutas e legumes in natura.

Fonte: Brasil.gov.com




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