terça-feira, 14 de agosto de 2012

Escolares e alimentação


 
Durante a fase escolar, as crianças estão em intenso crescimento e desenvolvimento e em contato direto com novas experiências, incluindo novos alimentos, os quais influenciam seu consumo alimentar e formação de hábitos alimentares para a vida adulta.

A preocupação com a alimentação nesta fase da vida é objeto de diversos estudos, assim como pesquisa recente, a qual foi realizada com o objetivo de descrever os ítens alimentares mais representativos para o consumo total de energia, carboidratos, proteínas e lipídeos de crianças de 7 a 10 anos de idade. De acordo com os resultados, é evidente a participação do arroz no consumo de energia e carboidratos; do feijão em relação a  carboidratos e proteínas; do leite em energia, proteínas e lipídios; carnes em energia, proteínas e lipídios; e pão em energia e carboidratos. Destaca-se ainda as bebidas doces no consumo total de energia e carboidratos e das guloseimas no consumo total de lipídios.

Outra pesquisa foi desenvolvida para verificar a efetividade de intervenções nutricionais na modificação do consumo alimentar entre escolares, de 6 a 10 anos, de escola privada. De acordo com os resultados, as intervenções nutricionais, apesar do curto período de tempo, foram efetivas na modificação do consumo de alguns alimentos e/ou grupos alimentares, reforçando a necessidade de realização de intervenções com maior frequência, e por período prolongado, para promover modificações efetivas no consumo alimentar.

Os dados dos estudos destacam a preocupação com a alimentação de escolares, destacando métodos de conhecer melhor o consumo e assim aplicar intervenções nutricionais mais efetivas.

Fontes:

Patrícia de Fragas Hinnigi; Denise Pimental Bergamaschi.Itens alimentares no consumo alimentar de crianças de 7 a 10 anos. Rev. bras. epidemiol. vol.15 no.2 São Paulo June 2012.

Anzolin, Carolina; Ouriques, Camila Marcon; Höfelmann, Doroteia Aparecida; et al.Intervenções nutricionais em escolares/ Nutrition intervention in scholars. Rev. bras. promoç. saúde (Impr.); 23(4)out.-dez. 2010.

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