domingo, 12 de agosto de 2012

Azeite de oliva


 
O azeite de oliva, conhecido pelos benefícios que promove á saúde, além de ser um produto que fornece sabor aos alimentos, é definido como sendo óleo comestível obtido diretamente do fruto Olea europea L. (oliveira), através de processos tecnológicos adequados.

Pesquisa recente foi desenvolvida com o objetivo de avaliar o efeito específico do consumo de azeite de oliva sobre o risco de desenvolver diabetes melitus tipo 2. De acordo com os resultados, não foram encontrados associação entre o consumo de azeite de oliva e a incidência de diabetes na população estudada, sendo considerado que deveria haver um seguimento mais prolongado de uma  amostra maior para obter mais resultados.

Outra pesquisa foi desenvolvida baseada nos mecanismos de ação dos compostos fenólicos, verificando que seus efeitos poderiam dever-se não só a eliminação dos radicais livres, mas modular processos de sinalização celular ou agir-se como moléculas de sinalização. Através da administração de refeições contendo azeite de oliva e compostos fenólicos, foi avaliada a expressão genética pós prandial, sendo que os resultados sugerem que o consumo de azeite de oliva, no caso, no café da manhã, sendo este rico em compostos fenólicos, reduz os processos de proliferação celular mononucleares, o que poderia ser um mecanismo de proteção no desenvolvimento de arteroesclerose.

Os dados dos estudos expõem benefícios que podem ser obtidos pelo consumo de azeite de oliva. Seu consumo deve ser orientado, uma vez que apesar dos benefícios que oferece á saúde, também possui alta densidade calórica.

Fontes:

A. Marí-Sanchis, J. J. Beunza, M. Bes-Rastrollo, et al. Consumo de aceite de oliva e incidencia de diabetes mellitus en la cohorte española seguimiento Universidad de Navarra (SUN). Nutr Hosp. 2011;26(1):137-143.

Camargo, Antonio; Ruano, Juan; Fernández, Juan M; et al. Interacción de los compuestos fenólicos del aceite de oliva virgen con las rutas de señalizacion celular. Clín. investig. arterioscler; 23(6): 262-268, nov. -dic. 2011.

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