sábado, 28 de abril de 2012

Estudo mostra que comer frutas vermelhas pode retardar o declínio cerebral


Mulheres que consomem grande quantidade de blueberries (mirtilo) e morangos sofrem um declínio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomem poucas frutas ricas em flavonoides, afirma um estudo americano nesta quinta-feira.
Baseados em uma pesquisa com mais de 16 mil mulheres que responderam a questionários regulares sobre seus hábitos de saúde de 1976 a 2001, os resultados mostram que as que comiam mais destas frutas atrasaram o declínio cognitivo em até 2,5 anos.
A cada dois anos de 1995 a 2001 os pesquisadores mensuraram as funções mentais de pessoas com mais de 70 anos, de acordo com o estudo publicado nos Anais de Neurologia.
"Fornecemos as primeiras evidências epidemiológicas de que as 'berries' (frutas vermelhas) podem atrasar o avanço do declínio cognitivo em mulheres idosas", afirma Elizabeth Devore, médica do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina de Harvard em Boston, Massachusetts.
"Nossas descobertas têm implicações significantes para a saúde pública, já que aumentar a ingestão de frutas vermelhas é uma modificação bastante simples para testar a proteção da cognição em adultos mais velhos".
Devore acrescenta que as descobertas são de importância particular para a população idosa, que está crescendo.
O número de americanos com 65 anos ou mais aumentou 15% de 2000 a 2010, de acordo com o censo dos Estados Unidos.
Robert Graham, médico do Hospital Lenox Hill, em Nova York, que não estava envolvido no estudo, disse que comer mais frutas vermelhas é uma boa ideia para pessoas de qualquer idade.
"Muitos estudos epidemiológicos, como este, acrescentam à pesquisa científica básica que as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias das frutas vermelhas têm um papel benéfico no declínio cognitivo relacionado à idade", explica Graham.
"Eu aconselharia todos os meus pacientes, de qualquer idade, a comer mais frutas vermelhas. As 'berries' são uma forma fácil, nutritiva e deliciosa de preservar a função cerebral".
Flavonoides são oxidantes encontrados em 'frutas vermelhas, maçãs, frutas cítricas, chá, vinho tinto e cebolas, e pesquisas anteriores mostraram que podem reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer.
"O atual estudo mostra que mulheres que consumiram mais flavonóides, especialmente frutas vermelhas, tiveram um declínio cognitivo mais lento com o passar do tempo do que mulheres com menor ingestão", ressalta Nancy Copperman, diretora de iniciativas de saúde pública do Sistema de Saúde Judaico de North Shore-Long Island, em Nova York.
"Aumentar nosso consumo de frutas e vegetais é uma das melhores formas de viver uma vida saudável", completa.
 


Fonte: veja online

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Conheça os diferentes tipos de panelas e como usá-las adequadamente



Antes de comprar, veja quais são as vantagens e desvantagens de cada material
Antes de preparar uma boa refeição, o consumidor deve estar atento na hora de escolher onde o alimento será feito. Hoje a indústria oferece panelas de alumínio, vidro, cerâmica, aço inox, antiaderente (teflon), etc. Como existem tantos modelos, dos mais diversos materiais, o consumidor precisa saber que a escolha de cada um pode variar de acordo com o tipo de alimento. 
Necessidade nutricional
O consumidor pode escolher o tipo de panela mais adequado de acordo com o alimento e a necessidade nutricional de cada um. No caso das mulheres que precisam ingerir mais ferro devido ao funcionamento de seu organismo, seria interessante o preparo de alguns alimentos em panelas de ferro. Vale lembrar que o consumo excessivo da substância não é recomendado. 
Alimentos como espinafre, couve e brócolis, por exemplo, não são recomendados para serem feitos em panelas de aço inox, pois essa combinação pode gerar subprodutos tóxicos. Já alimentos ácidos, como tomates e geleias, quando cozidos em panelas de ferro, aumentam a liberação das substâncias componentes do ferro.
Uma outra dica importante é utilizar utensílios de madeira ou plástico para manipular alimentos. Colheres de metal não são recomendadas. Esponjas de aço também devem ser evitadas.
Tipos de panela
Atualmente as panelas com antiaderente conquistaram a preferência de donos e donas de casa devido a sua facilidade e preço acessível, porém não são recomendadas - seus subprodutos, como o alumínio, são liberados durante o preparo dos alimentos e podem ser prejudiciais à saúde. Mesmo que os estudos ainda não estejam comprovados, não há garantia de que esse material é completamente seguro.
Embora existam muitos opções no mercado, não existe uma panela ideal para uso contínuo e para o preparo de todos os tipos de alimento. Por isso, antes de comprar, saiba quais são as vantagens e desvantagens de cada material e tente encontrar o mais adequado para cada alimento.
- Alumínio: vendida por um preço acessível, aquece rapidamente a comida, é leve e fácil de manipular. Por outro lado, com o tempo, sua forma pode se alterar e, com o uso, ocorre a liberação de alumínio, material suspeito de estar ligado a doenças como o Alzheimer;
 
- Aço inox: fácil de limpar, mantém o calor do alimento e tem maior durabilidade. No entanto, são panelas mais caras, que liberam níquel nas primeiras vezes em que é usada e o material risca e escurece com o tempo;
 
- Pedra-sabão: naturalmente antiaderentes, libera cálcio, magnésio e ferro. Mantém o aquecimento, porém cozinha lentamente. Os problemas desta panela são seu peso, fragilidade e a dificuldade de ser encontrada;
 
- Vidro: boas por serem atóxicas e aquecerem rapidamente os alimentos, elas são caras, frágeis e seu uso requer habilidade para não queimar a comida;
 
- Ferro: preço baixo, durabilidade, mantém o calor do alimento e é fácil de limpar. Porém, elas são pesadas e podem interferir na cor e no sabor dos alimentos;
 
- Antiaderentes: rápido aquecimento, fácil de limpar e possibilita menor uso de gordura. Com o tempo, o antiaderente se desgasta e isso pode promover a formação de substâncias pouco seguras -  não deve ser usada para preparar alimentos protéicos como carne, ovo, leite e iogurte;
 
- Barro: essas panelas mantêm o alimento aquecido por mais tempo e podem ser usadas tanto na chama do fogão como no forno. Porém, são pesadas, o aquecimento é lento e a adesão de sujeira é maior.


Fonte: IDEC

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Dia Nacional do Combate à Hipertensão alerta para importância de manter um estilo de vida saudável

Doença crônica silenciosa, hipertensão pode levar à morte por infarto e AVC

Caracterizada pelo aumento sustentado da pressão arterial, a hipertensão pode levar à morte por consequência de complicações renais, infarto ou derrame. Como os sintomas são silenciosos, muita gente só descobre que tem o problema quando ocorre um episódio como esse.

— É comum a pessoa ser hipertensa e não saber, por isso esse tipo de campanha é importante, pois estimula as pessoas a verificarem a pressão arterial — destaca o cardiologista Sérgio Vasconcelos Dornelles, mencionando o Dia Nacional de Combate à Hipertensão, lembrado nesta quinta-feira, 26 de abril.

Dornelles explica que a hipertensão não se caracteriza por um episódio isolado de pressão elevada.

— Trata-se de um aumento sustentado, onde a pessoa tem pressão alta por uma porcentagem significativa das 24 horas do dia — esclarece.

Para confirmar o diagnóstico, pode ser feito um monitoramento com aparelho 24 horas no braço do paciente. Foi o que ocorreu com a professora aposentada Marisa Cohen, 68 anos. Cuidando do marido adoentado, frequentemente sua pressão arterial chegava perto dos 21.

— Era nervosismo. Depois que me acalmei, minha pressão continuou um pouco elevada, mas não tanto. Mesmo assim, faz três anos que tomo dois remédios para pressão alta — conta Marisa.

Além do uso continuado de medicamentos, o estilo de vida também tem interferência sobre a redução dos níveis de pressão: sedentarismo, consumo excessivo de sal, estresse e tabagismo são alguns dos fatores de risco mencionados por Dornelles. Histórico familiar de hipertensão é outro agravante, conforme o médico.


Fonte: www.crn.org.br

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Como prevenir ou controlar a hipertensão arterial?




A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente, mas além dos medicamentos disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida saudável:
- acompanhamento médico periódico;
- manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
- não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
- praticar atividade física regular;
- aproveitar momentos de lazer;
- abandonar o fumo;
- moderar o consumo de álcool;
- evitar alimentos gordurosos;
- controlar o diabetes.


Fonte: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=36873&janela=1

terça-feira, 24 de abril de 2012

Conheça as seis frutas que ajudam a evitar doenças

Elas são ricas em antioxidantes que combatem os radicais livres
 
As frutas promovem milagres à saúde. Ricas em antioxidantes ajudam a combater os radicais livres causadores de doenças e do envelhecimento celular. As frutas devem ser consumidas pelo menos duas vezes por semana e de preferência entre as refeições. Consumi-las como sobremesa, dizem especialistas, pode atrasar a digestão das proteínas e favorecer a formação de gases.
Veja as frutas que fazem milagres à saúde:
Laranja
É rica em vitamina C e atua no sistema imunológico ajudando a diminuir o risco de câncer. Seus gomos possuem pectina, uma fibra que ajuda a controlar o nível do colesterol.
Uva, ameixa e morango
São ricas em antioxidantes, as antocianinas. Elas protegem os órgãos vitais conta a ação dos radicais livres, que prejudicam às células saudáveis.
Banana
Fonte de potássio, esse mineral garante o bom funcionamento dos músculos e produz energia no organismo.
Mamão
Possui substâncias laxativas que evitam a prisão de ventre. Também é excelente fonte de vitamina C, de potássio, cálcio e outros minerais importantes que controlam a pressão e previnem assim problemas no coração.


Fonte: R7 Notícias

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dieta saudável inclui cereais integrais

Seis porções diárias de cereais integrais, ricos em fibras, ferro e vitamina E, ajudam na perda de peso e na prevenção do diabetes.
Cereais
Muitas pessoas procuram adotar uma dieta saudável, mas esquecem de incluir os cereais integrais no cardápio diário. Esses alimentos são compostos por carboidratos, proteínas, lipídios e fibras e formam uma mistura de nutrientes essenciais ao organismo. Entre os exemplos mais comuns de cereais estão o trigo, o centeio, o sorgo, a cevada, o arroz, a aveia e o milho.
Com a ingestão diária de cereais integrais, você terá, dentro de uma dieta saudável, um importante aliado na perda de peso, já que possuem baixo teor de gordura, estimulam o funcionamento do intestino e dão a sensação de saciedade. Além isso, reduzem os níveis de colesterol e as chances de surgimento de diabetes.
A quantidade de calorias é quase a mesma de um alimento não integral e você ainda consome mais minerais, vitaminas do complexo B, fibras, antioxidantes, entre outros nutrientes. Estes variam conforme o tipo e a espécie do grão, as condições climáticas e geográficas, o grau de beneficiamento, dentre outros.
É importante lembrar as diferenças entre cereais. Há os beneficiados, em que a casca e a entrecasca são retiradas, e os integrais, que mantêm sua película externa. Por isso possuem mais fibras, vitaminas do complexo B e minerais.
Cereais vão bem em todas as refeições
Não é difícil incluir cereais na alimentação, basta distribuí-los entre as refeições. No café da manhã, tente consumir aveia e cereais matinais à base de milho ou trigo – de preferência, sem açúcar – e troque o pão branco pelo integral. Pela tarde, adote alimentos preparados com grãos integrais, como pães. Já no almoço e no jantar, procure comer arroz ou massas integrais, no lugar dos tradicionais.


Fonte: http://www.proteste.org.br

sábado, 21 de abril de 2012

Papinha e purezinho: praticidade para as crianças




Jasmine lança produtos orgânicos em cinco sabores, para bebês a partir de 6 meses de idade
Quem tem filhos pequenos sabe como pode ser difícil alimentá-los durante uma saída ou passeio. De olho neste público, a Jasmine lançou uma linha de papinhas e purês orgânicos. Além de não possuir aditivos químicos em sua composição, os produtos não levam açúcar e possuem um baixo teor de sódio.
São cinco sabores, sendo três salgados (abóbora, batata e milho, macarrão com vegetais (abóbora, batata, milho e brócolis) e vegetais com arroz e quinoa) e dois doces (mix de frutas (maçã, pera e banana) e maçã). As papinhas e purês vêm em potes plásticos, que podem ser levados direto ao micro-ondas, com preço de referência R$5,95 por unidade (113g).
Embora as papinhas e purês sejam uma alternativa prática e interessante nos momentos mais corridos, não devem ser consumidos diariamente, já que uma alimentação fresca, variada e balanceada é o mais indicado para o crescimento e desenvolvimento dos pequenos.


Fonte: http://www.proteste.org.br

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Mulheres e álcool: perigo crescente



A droga lícita mais consumida no mundo, o álcool entra cada vez mais cedo na vida de seus usuários.
Pesquisa da Faculdade de Medicina da USP constatou que o uso dessa substância tem sido mais comum entre mulheres, o que favorece comportamentos de risco entre adolescentes, como sexo sem proteção.
A análise investigou a prevalência do uso do álcool - ou seja, o consumo desse produto em algum momento da vida - entre estudantes menores de 18 anos.
Comportamento de risco
Os dados pesquisados incluíram informações sobre aspectos sociodemográficos, uso de álcool por eles mesmos, por familiares e amigos, além do acesso a outras drogas e comportamentos de violência.
Já haviam tido contato com bebida 38,8% dos estudantes do ensino fundamental e 73,5% dos matriculados no ensino médio.
Já o uso da substância no último ano foi relatado por 8,5% dos alunos do ensino fundamental e 40,7% do ensino médio.
"Os jovens são os que apresentam maiores riscos em relação ao consumo do álcool, com consequências negativas diversas, como problemas nos estudos, problemas sociais, prática de sexo sem proteção, maior risco de suicídio ou homicídio e acidentes", frisa a pesquisadora Priscila Lopes Pereira.
Riscos do álcool para as mulheres
O contato com a bebida, segundo o estudo, é facilitado por fatores como pertencer à classe mais alta, estudar em escola pública e não ter prática religiosa.
Essa realidade provoca problemas como a maior propensão dos adolescentes para contrair DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). "Além disso, as mulheres que consomem álcool desenvolvem uma série de doenças graves mais rapidamente que os homens, tais como: fígado gorduroso, hipertensão e anemia", ressalta Priscila.
Para ela, a situação requer atenção da família e da sociedade: "É preciso estabelecer uma política de orientação sobre o álcool para os alunos, bem como programas de prevenção."
Álcool entre as mulheres
A maior propensão para o comportamento de "beber com embriaguez", conforme a pesquisa, está entre estudantes do sexo feminino.
Beber com embriaguez significa o consumo igual ou maior a 5 doses em uma única ocasião para homens, e igual ou superior a 4 doses para mulheres.
Uma dose equivale a 50 ml de destilado com teor alcoólico de 40%; 350 ml de cerveja (teor alcoólico de 4%-5%) ou 150 ml de vinho com teor de 12,5% de álcool.


Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Que erva tempera melhor qual prato?


A cada tipo de prato ou alimento correspondem determinadas ervas aromáticas e especiarias. Veja abaixo algumas sugestões:
Alimento Erva aromática/Especiaria
Queijo Cebolinha, alho, manjericão, manjerona, orégano, salsa, sálvia, tomilho.
Fruta Anis, canela, coentro, cravo-da-índia, gengibre, hortelã
Verduras Cebolinha, estragão, manjericão, manjerona, hortelã, salsa, pimenta, tomilho.
Ovos Alho, salsa, pimenta.
Peixe Coentro, estragão, alho, salsa, tomilho.
Carne bovina Louro, cebolinha, cravo-da-índia, cominho, alho, pimenta, alecrim, manjerona.
Carne de porco Coentro, cominho, alho, gengibre, pimenta, sálvia, tomilho.
Aves Alho, orégano, alecrim, sálvia.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Exposição “Emagrece, Brasil!” integra a I Semana Anvisa no Congresso Nacional

Logomarca do evento Emagrece Brasil 





De 23 de abril a 25 de maio, o bloco A da Anvisa, em Brasília, abriga a exposição “Emagrece, Brasil! A Obesidade pelo Olhar da Infografia”. O evento faz parte das ações organizadas pelas revistas Saúde e Boa Forma, da Editora Abril, que visam alertar o público sobre os perigos do excesso de peso, e integra a programação da I Semana de Vigilância Sanitária no Congresso Nacional.
A iniciativa também está de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde para uma alimentação saudável e combate às doenças crônicas. A exposição reúne os maiores infografistas da Editora Abril para explicar à população as consequências da obesidade no organismo e como ela pode ser debelada.
São 32 paineis de 1,25 por 1,05 metro, divididos em cinco estações, cada uma delas criada por um grande nome da infografia brasileira, como Luiz Iria, o designer pernambucano Thiago Lyra, Erika Onodera, Robson Quinafélix e outros - todos, sem exceção, vencedores do maior prêmio da infografia mundial, o Malofiej, concedido pela Universidade de Navarra, na Espanha.
O “Emagrece, Brasil!” tem buscado promover mudanças nos hábitos dos brasileiros, por meio da realização de eventos e divulgação de reportagens sobre alimentação balanceada e atividade física, para combater a crescente epidemia de obesidade no país. O projeto tem apoio do SESC e dos Ministérios da Saúde, da Educação e do Esporte.
A abertura oficial da exposição será na próxima terça-feira (24/12), às 12h, pelo diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, e os demais diretores: José Agenor Álvares e Jaime Oliveira, com a participação dos gerentes-gerais da agência e servidores. A exposição fica aberta ao público, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Visitas guiadas podem ser agendadas pelo telefone (61)3462-5312 ou 3462-5310.


Fonte: http://portal.anvisa.gov.br

terça-feira, 17 de abril de 2012

Anvisa suspende lotes de equipamento que mede gordura

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (17/4), no Diário Oficial da União (DOU), a suspensão de todos os lotes do produto Biomatrix, um analisador de percentual de gordura. O produto, fabricado pela empresa EMI Importação e Distribuição Ltda., não possui registro na Agência.
A suspensão é definitiva e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial.


Fonte: http://www.portal.anvisa.gov.br

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Limão & Nada: só o nome é 100% natural

Comercializado como suco de limão sem substâncias extras, novo produto da Del Valle tem aditivos alimentares.

O produto “Limão & Nada”, nova bebida da linha Del Valle, da Coca-Cola Brasil, pode até ser prático, mas ele não é 100% natural, como seu nome leva a acreditar.
Limão e nada A bebida lançada no país em setembro de 2011, sugere, como o nome do produto diz: “limão e mais nada”, o que é enfatizado pela frase “nada de conservantes”, que vem logo abaixo desse título.
Ou seja, seria um suco de limão natural, sem conservantes ou outros aditivos alimentares.
Há aditivos nos ingredientes
No entanto, a realidade e a mensagem que o nome “Limão & Nada” tenta passar são bem diferentes. A lista de ingredientes inclui água, açúcar, suco integral e concentrado de limão, acidulante ácido cítrico, aroma natural e antioxidante ácido ascórbico.


Fonte: www.proteste.org.br

domingo, 15 de abril de 2012

Você sabe o que está comendo?




Você sabia que a Anvisa criou o MANUAL DE ORIENTAÇÃO AOS CONSUMIDORES - EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO SAUDÁVEL?
Nele você aprende a interpretar melhor os rótulos dos alimentos, contribuindo com a melhoria de sua saúde e qualidade de vida.
Acesse o manual:


http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/662e6700474587f39179d53fbc4c6735/manual_consumidor.pdf?MOD=AJPERES



sábado, 14 de abril de 2012

Anemia em lactentes


  A anemia é uma doença que afeta a qualidade ou o número dos glóbulos vermelhos, que são células do sangue, as quais permitem levar o oxigênio aos diferentes tecidos do corpo, graças à hemoglobina que transportam. Existem alguns tipos de anemia e tratamentos, sendo que a alimentação, de forma adequada desde o início da vida, pode prevenir seu desenvolvimento. A anemia é problema comum entre as crianças brasileiras, sendo a anemia por deficiência de ferro elevada em lactentes, como pode ser observado em estudo recente, desenvolvido em lactentes de um hospital no estado do Rio Grande do Sul. Dos 369 lactentes que tiveram seus níveis de hemoglobina sérica mensurados, 64% eram anêmicos. Deste modo, no estudo foi desenvolvido um ensaio clinico de intervenção para causar um impacto sobre o problema da deficiência de ferro. Deste modo foi desenvolvido um programa intensivo de orientação dietética durante o primeiro ano de vida que promoveu o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses e enfatizou a ingestão de alimentos complementares contendo ferro nos últimos 6 meses. Os lactentes receberam uma quantidade muito pequena de fórmula fortificada com ferro e não foram recomendados suplementos para aumentar a ingestão de ferro. De acordo com os resultados, não houve impacto nas reservas de ferro dos lactentes, mas houve aumento na duração do aleitamento materno e melhorado a qualidade dos alimentos complementares, sendo um resultado positivo. Outra pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de avaliar o impacto de uma intervenção baseada em orientação dietética na prevalência de deficiência de ferro, anemia e anemia por deficiência de ferro entre crianças na idade de 12 a 16 meses. De acordo com os resultados, não houve evidência de efeito da intervenção sobre a ocorrência de anemia, mas foi evidenciado melhor padrão alimentar nas crianças do grupo intervenção. Os resultados dos estudos evidenciam a importância da intervenção nutricional para a melhora do consumo alimentar das crianças, apesar de não haver impacto direto nos casos de anemia. Deste modo, deve haver maior participação dos órgãos responsáveis, fornecendo mais subsídios para que diminuir a ocorrência de anemia entre as crianças. Fontes: Greer, Frank R. Orientação dietética para a prevenção da anemia por deficiência de ferro em lactentes no Brasil: é preciso algo mais. J Pediatr (Rio J); 88(1): 4-5, jan.-fev. 2012.   Bortolini, Gisele Ane; Vitolo, Márcia Regina. Impacto de orientação dietética sistemática no primeiro ano de vida nas prevalências de anemia e deficiência de ferro aos 12-16 meses J Pediatr (Rio J); 88(1): 33-39, jan.-fev. 2012.   Nutrição e Pediatria - 11/abril/2012.       


   




sexta-feira, 13 de abril de 2012

Ação para segurança alimentar

O governo estadual instalou ontem a Câmara Intersecretarias de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisans), que será coordenada pela Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e terá como objetivo discutir programas e ações voltados à área da segurança alimentar e nutricional sustentável.

No RS, quase 3 milhões de pessoas sofrem com algum grau de insegurança alimentar, conforme números do IBGE. Entre os estados do Sul do país, a população negra, parda ou indígena é a que registra maior incidência de insegurança alimentar moderada ou grave, aproximando-se de 25%. Entre os investimentos confirmados na área estão R$ 9 milhões para a construção de 4 mil cisternas em regiões do Estado afetadas pela estiagem, além de 30 cozinhas comunitárias, 18 padarias e 14 hortas comunitárias.




Fonte: http://www.crn2.org.br/index.php?pagina=noticia&&id=1060

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O desperdício de alimentos no Brasil

O Brasil é o quarto produtor mundial de alimentos, produzindo 25,7% a mais do que necessita para alimentar a sua população (FAO). De toda esta riqueza, grande parte é desperdiçada.
Segundo dados da Embrapa, 26,3 milhões de toneladas de alimentos ao ano tem o lixo como destino. Diariamente, desperdiçamos o equivalente a 39 mil toneladas por dia, quantidade esta suficiente para alimentar 19 milhões de brasileiros, com as três refeições básicas: café da manhã, almoço e jantar (VELLOSO, Rodrigo. Comida é o que não falta. Superinteressante. São Paulo: Ed. Abril, nº 174, março/2002).
De acordo com o caderno temático “A nutrição e o consumo consciente” do Instituto Akatu (2003), aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva:
  • 20% na colheita;
  • 8% no transporte e armazenamento;
  • 15% na indústria de processamento;
  • 1% no varejo;
  • 20% no processamento culinário e hábitos alimentares.
Segundo Instituto Akatu, 2004: Os números supracitados fazem do Brasil um dos campeões mundiais de desperdício. Analisando estes dados de uma forma mais simples, isso significa que uma casa brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente, o que remete a uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias.
Prova deste desperdício financeiro é ressaltada pela 8ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro, em 2007, que demonstra que os supermercados perderam 4,48% de seu movimento financeiro, em perecíveis. Além disso, uma estimativa realizada pela Coordenadoria de Abastecimento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo indicara que perdas na cadeia produtiva dos alimentos equivalem a 1,4% do PIB – Produto Interno Bruto.

Fonte: http://www.bancodealimentos.org.br/o-desperdicio-de-alimentos-no-brasil/

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Quase metade da população brasileira está acima do peso

Percentual da população acima do peso e de obesos aumentou nos últimos seis anos. O desafio do Ministério da Saúde é estacionar a tendência de crescimento nos próximos dez anos

O excesso de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos no Brasil, é o que aponta o mais recente levantamento realizado pelo Ministério da Saúde. De acordo com o estudo, a proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o resultado desse levantamento mostra que é necessário continuar investindo em ações preventivas, sobretudo aos mais jovens. “Com o resultado desse levantamento nós conseguimos resultados que permitem aprimorar nossas políticas públicas, que são essenciais para prevenir uma geração de pessoas com excesso de peso”, disse o ministro durante o anúncio, nesta terça-feira (10), dos resultados da última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo.

O estudo retrata os hábitos da população brasileira e é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde preventiva. Foram entrevistados 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011.

O aumento das porcentagens de pessoas obesas e com excesso de peso atinge tanto a população masculina quanto a feminina. Em 2006, 47,2% dos homens e 38,5% das mulheres estavam acima do peso ideal. Agora, as proporções subiram para 52,6% e 44,7 %, respectivamente.

O problema do excesso de peso entre os homens começa cedo. Entre os 18 e 24 anos, 29,4% já estão com o Índice de Massa Corporal (IMC) – razão entre o peso e o quadrado da altura – maior ou superior a 25 Kg/m², ou seja, acima do peso ideal. Já a proporção em homens com diferença etária de apenas 10 anos (idades entre 25 e 34 anos) quase dobra, atingindo 55% da população masculina. Na faixa etária de 35 a 45 anos, a porcentagem alcança 63% dos homens brasileiros.


Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/4718/162/quase-metade-da-populacao-brasileira-esta-acima-do-peso.html

terça-feira, 10 de abril de 2012

Obesidade na gravidez aumenta risco de ter filho autista, diz estudo

Risco chega a quase 67% quando gestante tem diabetes.
Obesidade ainda dobra chance de ter filho com outro distúrbio mental.
A obesidade durante a gravidez, associada ao diabetes, pode aumentar o risco de o filho nascer com autismo, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (9), nos Estados Unidos.
Conduzido por pesquisadores vinculados a UC Davis MIND Institute, na Califórnia, o estudo mostrou que mães obesas tinham quase 67% mais probabilidade de ter um filho com autismo do que uma gestantes com peso normal, sem diabetes ou hipertensão. Além de correr o dobro do risco de ter um filho com outro transtorno de desenvolvimento.
O estudo chega em um momento no qual, em 20 anos, especialistas discutem a possibilidade de modificar a definição de autismo. Alguns pais temem que, com isso, seja abolido o nome “autista” e, por consequência, a terapia especializada.
De acordo com o estudo, as mães com diabetes mostraram risco semelhante de ter uma criança com atrasos de desenvolvimento, comparadas como as mães saudáveis. No entanto, a proporção de mães com diabetes que tiveram uma criança com autismo foi maior do que em mulheres saudáveis, mas não alcançou significância estatística.
O estudo também descobriu que as crianças autistas de mães diabéticas eram mais deficientes - tiveram maiores déficits na compreensão da linguagem e produção e comunicação de adaptação - que eram as crianças com autismo nascidas de mães saudáveis.
No entanto, as crianças sem autismo nascidas de mães diabéticas também exibiram alterações nas socialização em adição à compreensão da linguagem e de produção, quando comparado com as crianças não-autistas de mulheres saudáveis.


Fonte: G1 Notícias

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Alimentação saudável e exercícios previnem o câncer

No Dia Mundial de Combate, especialistas explicam os desencadeadores da doença
Estima-se que neste ano cerca de 520 mil pessoas terão câncer no Brasil, sendo 257 mil em homens e 260 mil em mulheres, segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer). Uma boa alimentação – que passa longe de embutidos, bolachas, sal entre outros – e exercícios físicos regulares ajudam a prevenir a doença, segundo especialistas.

A lista de alimentos considerados causadores da doença começa com os embutidos, como linguiça, salsicha, presunto, peito de peru. Segundo o nutricionista do Inca, Fábio Gomes, estes produtos contém conservantes que em contato com o sulco gástrico (produzido no estômago) são transformados em substâncias cancerígenas.

— O sal ou alimentos que possuam muito deste elemento, como o bacalhau, é prejudicial também. Ele provoca uma agressão no estômago que pode estimular as alterações nas células.

Além de evitar estes alimentos, Gomes afirma que o modo em que se preparam as carnes pode ser prejudicial à saúde. O ideal é que o peixe, o frango, a carne vermelha sejam preparadas no forno ou cozidas na panela.

— Quando submetidas a uma temperatura altíssima chapa, grelhada ou frita, aparecerá um composto cancerígeno, que provocam mutação das células. Vai fazer um peixe, recomendo fazer uma moqueca, por exemplo.

Nos hábitos alimentares cotidianos, o nutricionista ainda conta que o ideal é evitar também produtos com muita concentração de quantidade de energia, como biscoitos, lanches, sanduíches, e bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos, mates.

Abuse 
Frutas, legumes, verduras e fibras são alimentos que ajudam a prevenir o câncer. Segundo Gomes, elas protegem as células de agressões que podem deixá-las doentes e desenvolver o câncer. Além disso, estes produtos possuem compostos que bloqueiam a chegada dos elementos cancerígena e, caso as células doentes se multipliquem, eles conseguem matar as defeituosas.

— O ideal é reduzir ao máximo ingerir alimentos pré-prontos e recorrer à alimentação mais fresca. Exercícios físicos ajudarão a prevenir ganho de peso e o equilíbrio hormonal, que evita o superestímulo de produção desenfreada de células.

Hábitos de vida Apesar da evolução da medicina nos últimos anos, segundo a coordenadora de oncologia do Instituto do Câncer, Pilar Esteves Diz, a tendência é que a doença se torne a primeira causa de morte.

— Os tratamentos evoluíram muito, novas drogas etc. Mas é preciso que as pessoas mudem seus hábitos de vida. O câncer é uma doença de saúde pública.

Além de alimentação saudável, exames preventivos devem ser feitos periodicamente. De acordo com a médica, quanto antes a descoberta da doença, mais é possível de ser tratada e chegar à cura.


Fonte: R7 Notícias

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Não existe obeso saudável, atesta especialista

Estar em dia com a balança não é mera questão de estética. O combate à obesidade — fator de risco para uma série de doenças, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares — já virou problema de saúde pública. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o número de obesos no mundo chegue a 700 milhões em 2015, um aumento de 75% em 10 anos (em 2005, eram 400 milhões).

— A obesidade, com certeza, é a doença que mais cresce no mundo. É uma pandemia — afirma o médico Claudio Mottin, diretor do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Mottin é categórico em afirmar que não existe obeso saudável: mais de 80% dos obesos mórbidos são doentes graves, com alto índice de mortalidade, em todas as idades, diz ele.

No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12,4% das mulheres e 7% dos homens brasileiros são obesos — somando os que estão acima do peso, embora fora da faixa de obesidade, a taxa chega a quase metade da população. Obesos mórbidos são 3% — 6 milhões de brasileiros. Para melhorar esse quadro, o governo se esforça em desenvolver campanhas para alertar sobre a importância de se manter o peso ideal.

A nutricionista Carmem Franco, presidente do Conselho Regional de Nutrição (CRN) do Rio Grande do Sul, reconhece o papel do profissional da área cada vez mais ligado à saúde.

— As pessoas já chegam no consultório com informação sobre a importância da alimentação balanceada e buscam o especialista para saber como se alimentar melhor, isso já um grande ganho — destaca Carmem.

IMC é um indicador

Um dos instrumentos para o diagnóstico de obesidade é o cálculo de Índice de Massa Corporal (IMC). Com base na relação peso x altura, o índice segue classificações da OMS para revelar quadros que variam de magreza severa até obesidade mórbida. Carmem destaca que o IMC é um indicador.

— Para um diagnóstico preciso, outros exames são necessários, pois a característica corporal de cada um é diferente, assim como o estilo de vida — observa a nutricionista.

Medidas de circunferência (relação cintura x quadril), dobras cutâneas e exames bioquímicos ajudam a chegar a um resultado mais claro sobre a porcentagem de gordura corporal, que é o dado mais revelador do ponto de vista da saúde. Um atleta pode ter IMC fora do padrão considerado normal, mas baixíssima porcentagem de gordura corporal, por exemplo.

Alternativas clínicas

Conforme Mottin, é consenso na comunidade médica que a tríade alimentação balanceada, atividade física regular e estilo de vida saudável é uma fórmula eficaz para combater a obesidade. Ele faz uma ressalva no que diz respeito aos exercícios físicos:

— Não é só correr, tem que fazer musculação. Além do gasto energético, é preciso transformar proteína em músculo, para reduzir a porcentagem de gordura no corpo — explica.

Do ponto de vista nutricional, também não é só o valor calórico que deve ser levado em conta, mas a composição nutricional, o equilíbrio dos nutrientes na alimentação.

Pesquisas na área buscam alternativas para ajudar no tratamento da obesidade. O grupo Nutrifor — Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Alimentos para a Saúde, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo, está desenhando um estudo com fibras solúveis que aumentariam a sensação de saciedade.

— Pesquisas mostram que essas fibras, encontradas em alimentos como aveia, feijão e grão de bico, colaboram com o retardo do esvaziamento gástrico, o que causa essa sensação de saciedade prolongada — explica a pesquisadora Bruna Pontin.

Em abril, o grupo deve iniciar o recrutamento de voluntários para validar a pesquisa.

Outra alternativa é a cirurgia bariátrica. Remédios perderam terreno após restrições impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recentemente.

Fonte: Clic RBS - Bem Estar